segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Novas Tradições Monásticas para D&D 5 (Oficial)

Saudações, sábios guerreiros!

Semelhante ao que ocorreu com o Bardo em D&D 5, o Monge foi uma classe que recebeu atenção e um trabalho dedicado, dando a classe o respeito que a mesma sempre mereceu. No Livro do Jogador, as habilidades básicas dos monges são interessantes, eficientes e versáteis. As especializações, na maioria, muito bem feitas, reforçam a ideia de que o monge de D&D 5 é uma classe "de peso" e que merece ser jogada.

Em "Unearthed Arcana: Monk", a classe recebe mais duas Tradições Monásticas extremamente interessantes, cujos primórdios se encontram nos antigos livros de classe do AD&D:

WAY OF THE KENSEI (Caminho do Kensei): O arquétipo do kensei trabalha a ideia do monge "mestre de arma"; um guerreiro altamente espiritualizado que utiliza algumas armas específicas (incluindo arcos) como a extensão do próprio corpo. Combinando manobras de ataque e defesa, estes monges armados são, ironicamente, os mais fieis ao modelo histórico do monge shaolin. E em uma campanha de fantasia medieval clássica, mais focada em elementos ocidentais, este arquétipo pode ser a melhor forma de inserir a classe monge em uma ambientação, como um guerreiro exótico.

WAY OF TRANQUILITY (Caminho da Tranquilidade): Estes monges de filosofia pacifista são tanto curandeiros muito eficientes quanto combatentes respeitáveis, misturando de forma interessante e viável habilidades de monge e clérigo. Assim como o Kensei, monges desta tradição podem ser mais facilmente inseridos em uma ambientação do que os demais; eles podem, por exemplo, representar uma facção de missionários de deuses do Bem e da Cura, como Pelor.

Os dois arquétipos, em questões interpretativas, são muito interessantes, e podem ser usados tanto como NPCs como personagens jogadores. Outra questão interessante que merece atenção é que ambos os arquétipos são relativamente simples de serem inseridos em uma ambientação predominantemente "ocidental". Para conferir, basta entrar neste PORTAL.

8 comentários:

  1. Respostas
    1. Grato, nobre irmão, e sejas bem vindo aos Salões de Valhalla!

      Também gostei muito do conteúdo desta edição de Unearthed Arcana.

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  2. Eles deviam fazer um arquétipo para monges cegos. Para histórias orientais esse arquétipo traria o Daredevil (treinador pelo Sticks, não sei escrever esse nome rsrsrs, cujo é um cara oriental.)

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    1. Salve, nobre irmão, e sejas bem vindo aos Salões de Valhalla!

      Esta seria uma grande ideia, e algo muito interessante de se ver em mesa.

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    2. Grande Odin é uma honra estar nestes Salões!
      Eu gostaria de dizer que não seria necessário o monge ser cego. Lembrando que Elecktra mesmo enxergando ela pode usar as habilidades de Sticks

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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