quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O Código dos Paladinos em D&D 5 (Oficial)

Independente do Juramento, há virtudes que todos os paladinos devem honrar.
Saudações, nobres almas!

Nos últimos dois anos, com a chegada de D&D 5 e seus três diferentes tipos de paladinos, tivemos diversos debates sobre a classe: O que é ou não um verdadeiro paladino, que tipo de comportamento é recomendável ou mesmo aceitável para a classe, independente do Juramento seguido e como lidar em campanha com uma classe que anteriormente era extremamente rígida e agora, para o bem e para o mal, apresenta considerável flexibilidade.

Estas mesmas questões foram exaustivamente debatidas em fóruns de RPG internacionais, e um consenso que começou a ficar cada vez mais claro é que, apesar de certa variedade ser em geral apreciada, era preciso definir mais o comportamento “padrão” de um paladino no novo sistema. Isto porque, ao contrário de outras classes de personagem, o paladino sempre foi um ícone moral (mesmo para jogadores que não apreciam a classe).

Assim, mesmo tendo definido de forma suficientemente clara no Livro do Jogador que paladinos, independente de qualquer coisa, priorizam a justiça e o bem maior acima de tudo, a Wizards of the Coast, no suplemento Sword Coast Adventurer´s Guide, trouxe o Código do Paladino, muito semelhante ao Código mostrado em Forgotten Realms 2ª Edição, nos tempos do AD&D.
Além disso, o livro deixa claro que, independente do Juramento ou visão de mundo que um paladino tenha, espera-se que todos sigam as seguintes virtudes que compõem O Código:

Liberdade: Seja tolerante e generoso.

Boa Fé: Seja honesto e mantenha suas promessas.

Cortesia: Trate todos com respeito, independente da forma que estes o tratam. Honre aqueles acima de sua posição, e conquiste o respeito daqueles que estão abaixo dela.

Lealdade: As leis existem para trazer prosperidade àqueles que vivem sob elas. Leis injustas devem ser derrubadas ou adequadas, sempre da forma mais positiva possível.

Bravura: Conquiste glória por meio da batalha, e defenda sua causa até a morte.

Orgulho por suas ações: Lidere pelo exemplo, e que seus feitos sempre falem por suas intenções.

Humildade: Jamais se gabe de algo ou aceite uma recompensa não merecida.

Altruísmo: Divida recursos, especialmente com aqueles que mais precisam deles.

Boa Vontade: Sirva com entusiasmo, e sem desdém.

Sabedoria: Faça o maior bem causando o menor estrago.

Piedade: Seja fiel aos preceitos de seu Deus.

Bondade: Proteja os mais fracos, e conceda clemência àqueles que buscam redenção.

Honra: Mantenha-se fiel ao Código. Morte antes da desonra.

2 comentários:

  1. Gronark, o Senhor da Dor13 de outubro de 2016 22:45

    Leais e estúpidos! As ações desses escolhidos do bem em nada mudarão os planos do mestre para o futuro do mundo! Tudo irá ocorrer como foi previsto na vindoura profecia do "Fim dos Dias".

    Os verdadeiros "paladinos" são como meu glorioso mestre, Acheron! Ele já foi um desses escravos divinos um dia, mas foi libertado dessas ilusões patéticas graças ao ódio pelo mundo e a loucura oriunda das verdades reveladoras do chaos.

    Se esse código fosse absoluto, não haveria os malditos paladinos de Trithereon, o deus caótico e bom da liberdade. Seus paladinos anárquicos usam o poder do chaos e do bem para destruir o mal, mas são tolos que não se entregaram completamente a loucura. Há até mesmo um deles, conhecido como "Amaris de Tritherion" que está reunindo uma força de meio-elfos para se opor a nós. Mas eles serão destruídos juntos com os leais e estúpidos!

    Esse mundo irá se afogar na anarquia, HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

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    1. Boa parte do Código pode ser seguido à risca pelos paladinos de Trithereon; e mesmo não apreciando muito a ideia de paladinos caóticos (os leais podem perfeitamente ser grandes defensores da liberdade, como foi demonstrado por vários paladinos), o valor deles na luta contra tua corja nefasta é inegável.

      E algo que admiro muito em todos os paladinos, exceto nos egoístas de mentre fraca que se corrompem, como teu novo mestre, é que eles nunca desistem, e assim como teus demônios, que surgem do nada, sempre que um destes arautos da justiça caem, outros surgem para retomar seu lugar e continuar a luta. Por fim, hei de procurar Amaris e lhe conceder alguns artefatos se ele se provar verdadeiramente digno,como imagino que seja.

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