terça-feira, 22 de março de 2016

Hall of Legends: Myrddin Emrys

Saudações, nobres aventureiros!
Com grande satisfação, inauguro os pergaminhos de Hall of Legends, trazendo as histórias de vossos célebres personagens, com o talentoso bardo meio-elfo Myrddin Emrys, personagem de nosso irmão de armas Eduardo.
Caso desejais ver vossos personagens nos Salões de Valhalla, basta enviar um pergaminho a meus corvos (odin.halls@gmail.com). Boa leitura!

Myrddin Emrys
“ Myrddin é um jovem meio-elfo de olhos e cabelos castanhos. Sua aparência parece mais com humano do que com Elfo, apesar de algumas características élficas, principalmente orelhas pontiagudas. Myrddin costuma falar que não conheceu seus pais, não sabe onde nasceu, mas diz que foi criado por um velho humano que lhe ensinou como usar armas e tocar bandolim em Cormyr. As vezes diz que foi criado por seu pai meio-elfo, que ele fala ser um grande guerreiro e ora ele fala ser um famoso mago. Na verdade ele conta várias histórias diferentes, sendo essas duas as mais comuns e as pessoas que o conhecem melhor, dizem acreditar mais na primeira versão. Não se sabe como aprendeu definitivamente a ser bardo, mas devido gostar de tocar músicas, combater e sua sede de magia acabou lhe colocando no caminho de ser um bardo. Ele realmente não é um bardo como os outros, ele parece que escolheu esse caminho mais por unir as coisas que ele mais ama na vida, mulheres, combate, magia e música.
Myrddin costuma ser muito agradável com mulheres, principalmente as belas. Ele sempre preferiu humanas, diz que são mais agradáveis que as elfas, mas na verdade, a sedução dele não funciona muito bem com as elfas, por ele não entender muito bem a vida élfica (ou será pelos elfos não serem encantados?). Com certeza quando não consegue o que quer, ele usa sua magia e acaba conseguindo quase sempre. Com os homens ele costuma ser rude e sarcástico, sempre indiretamente e quando se enfurecem e partem para cima, é o momento que ele mais gosta. Myrddin costuma ajudar os necessitados, por isso muitos pensam que ele tem uma alma bondosa, mas por vezes (principalmente quando nervoso) ele mostra uma outra face. Na verdade Myrddin faz o que lhe vier a cabeça, muitos dizem que ele é completamente louco, ou seria inconstante?
Myrddin adora contar vantagens quando para num bar. Ele adora beber e aprendeu a preparar sua própria bebida. Dificilmente alguém ganha o respeito de Myrddin, mas quando ganha, terá um amigo para toda a vida. Ele não é louco para dar a vida por outro como um anão, mas tirando isso, faria de tudo para ajudá-lo. Infelizmente, dizem que menos de 5 pessoas conseguiram essa proeza. Mesmo em seu grupo.
Myrddin conheceu seu grupo em uma taberna. Seu grupo era formado por 2 guerreiros, 1 ladrão, 1 mago e um clérigo. Certa vez, o mago não pode comparecer a uma missão e o grupo procurou por um. Ele se apresentou como tal. Todos duvidaram que um meio elfo com roupas estranhas seria um mago, mas por falta de opção aceitaram.
Myrddin cantarolava com seu bandolim, contando histórias de um meio-elfo que fazia coisas incríveis. Quando perguntavam se ele era esse meio-elfo, ele dizia "quem sabe?". Todos perceberam que ali estava um bardo e não um mago. Queriam um combate e ver esse bardo correr, afinal ali, todos não gostavam de bardos. No primeiro encontro com gigantes, Myrddin arrancou duas espadas mágicas e atacou com elas, ele incrivelmente lutava como um guerreiro! Quando precisaram, ele lançou magia como um mago. Realmente ele sabia lutar como um guerreiro e usar magias como um mago, seria Myrddin um guerreiro/mago que gosta de tocar bandolim?
Sucederam outros combates e ele sempre correspondeu a altura. Chegava a pegar flechas com a mão! Após uma aventura, sempre comemorava em uma boa taberna e quando bebia demais e o irritavam, por vezes, voava uma bola de fogo e o teto caia destruindo o bar. Depois disso, descobriram porque ele era um bardo, simplesmente que por onde passava e ficava muito tempo, ele acabava arrumando um problema. O pior é que quando o mago apareceu, acabaram se dando bem e o "problema" multiplicou, afinal, eles tinham o mesmo alinhamento e vocação para arrumar problemas, fazendo com que se tornassem amigos. Os outros do grupo ele achava muito chato, querendo seguir regrinhas que foram feitas para serem quebradas por quem  tem coragem.
O mago de seu antigo grupo acabou morrendo e Myrrdin acabou perdendo o interesse por seu antigo grupo. Um belo dia, ele simplesmente arrumou suas coisas e foi embora sem se despedir. Seu grupo diz que ele deixou de se divertir e foi procurar diversão em outro lugar. Alguns sentem sua falta quando precisa em um combate ou certas situações difíceis, mas tirando isso, não sentem nenhuma saudade de suas confusões.
Por vezes ouviam de outro bardo em uma taberna, história de um bardo meio-elfo louco que adorava a vida errante. Seria Myrddin? Provavelmente. Os bardos incrivelmente o tinham como um herói e muitos como um ídolo. Por isso nunca entendi os bardos...
Myrddin Emrys era seu nome. Seria esse bardo Meio-elfo um herói, um vilão ou simplesmente um fanfarrão querendo se divertir? A maioria que o conheceu, diria a última opção, mas com certeza nunca falariam isso na sua frente, ou uma bola de fogo poderia aparecer do nada.”

Nota: Apenas a título de curiosidade, Myrddin Emrys era um personagem de AD&D, um bardo caótico neutro de 12º nível.

6 comentários:

  1. Respostas
    1. Realmente! Parabéns ao irmão Eduardo!

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    2. Salve Felipe e velho Odin!

      Estamos aí para somar! A foto ficou muito legal, uma cara de sarcástico interessante que realmente o fez lembrar dele, muito bom Odin.

      Só para esclarecer quem não entendeu muito bem, Myrddin realmente pegava flechas com a mão pq usava uma Luva mágica que pegava flechas. Seu alinhamento era caótico-neutro, por isso esse temperamento problemático que fazer o que lhe desse na telha.

      Joguei com ele até o level 12. Para quem não conhece o AD&D se fosse um guerreiro, seria level 9, pois ladinos evoluem mais rápido que guerreiros. Foi meu personagem mais marcante e interessante, mas não o meu preferido rsrs. O preferido foi Lancelot um Guerreiro level 9, esse foi o que mais joguei e o primeiro high-level. Um dia contaremos um resumo de sua história aqui. Inclusive em uma aventura, jogaram Myrddin e Lancelot no mesmo grupo, mas digamos que eles não se gostavam muito...

      Não sei se alguém aqui já jogou com 2 personagens ao mesmo tempo. É trabalhoso mas é bem interessante. Não recomendo para novatos, mas para jogadores experientes, vale a pena de vez em quando. Claro que os 2 tem que ser level equivalentes.

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    3. Agradeço muito por tua contribuição, nobre irmão!

      E fico feliz que a imagem tenha retratado corretamente o carisma de nosso saudoso bardo. Um personagem de 12o nível, em AD&D (mesmo um do grupo dos ladinos, que evoluía mais rápido) era algo digno de nota. Quando puder, envia-nos a saga de Lancelot também.

      De fato, jogar com dois personagens simultaneamente é bastante divertido, especialmente quando as personalidades são bastante diferentes. Difícil, mas recompensador...

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    4. Mando sim velho Odin, pode deixar.

      Essa imagem ficou bem legal, só falta as orelhas pontudas de elfos rsrs. Mas ficou bem legal sim e remete bem Myrddin em momentos relaxado, como em uma taberna.

      Realmente tem que ser personalidades diferentes, senão eles acabam se confundindo. Lancelot era neutro-bom. Um verdadeiro cavaleiro devoto de Tyr que tornou-se mais tarde um lorde benevolente e respeitado por todos a sua volta. Apesar de não ser um paladino ele sempre foi bem devoto de Tyr, usando seu símbolo por cima de sua armadura de batalha. Mas isso é uma outra história...

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    5. Hahaha, isto sim é diferença entre personagens!

      Quanto à imagem, não sei se é impressão minha, mas as orelhas do bardo (principalmente a esquerda, livre do cabelo) me parecem pontudas. Nas busca em que enviei meus corvos, pedi "AD&D half-elf bard" e este foi um dos mais "rufiões" que surgiram...

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