segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Neverwinter Underdark: Rage of Demons.

Saudações, intrépidos heróis!

Mesmo distante ultimamente de jogos online, meus corvos trouxeram uma notícia que muito me interessou: Como vários aqui sabem, desde o ano passado o jogo online Neverwinter tem transformado em módulos de histórias aventuras e campanhas oficiais lançadas para o novo D&D. Após enfrentar a fúria dos dragões e dos espíritos elementais corrompidos, é a hora de descer às cavernas sinistras do Underdark. E lado a lado do lendário renegado drow, Drizzt Do´Urden.

Em Neverwinter Underdark: Rage of Demons, um poderoso arqui-mago elfo negro de Menzoberranzan chamado Gromph Baenre acidentalmente abre um portal que liga o Underdark às Camadas Infinitas do Abismo. As energias liberadas quando o portal é aberto se combinam com as próprias energias arcanas do Underdark, e com isso, corrompe completamente diversas criaturas nativas da região, colocando-as sob controle de arqui-demônios como Grazz’t, Juiblex, Zuggtmoy, Baphomet, Yeenoghu e Fraz Urb’luu. E pior ainda, Orcus e Demogorgon decidiram que a invasão demoníaca não se limitaria ao Underdark; Enquanto Orcus planeja usar a oportunidade para estender a corrupção à superfície, Demogorgon planeja desencadear um massacre sem precedentes por toda Faerun.

Naturalmente, as facções atuantes ao longo da Costa da Espada acabam sabendo da invasão demoníaca iminente, e heróis e vilões começam a se organizar para lidar com a ameaça, cada um com suas próprias motivações. Entre os heróis que desejam por um fim à invasão antes que ela destrua a superfície, estão o personagem do jogador e também Drizzt, que planeja confrontar diretamente Demogorgon.

A história foi co-escrita pelo próprio R.A Salvatore, e nela, os heróis de Neverwinter irão interagir diretamente com Drizzt e vários outros elementos do Underdark, o que será extremamente interessante para jogadores antigos que acompanharam as aventuras do drow renegado na infância e adolescência. Além disso, seria também glorioso cruzar espadas com alguns dos mais saudosos e pérfidos arqui-demônios do Abismo. E o melhor, tudo é completamente gratuito.

No trailer abaixo podemos ver um pouco do que nos espera:


Confesso que eu já havia desistido deste jogo há algum tempo, mas que depois de ver o retorno de tantos elementos clássicos, começo a me perguntar se não está chegando a hora de meu guerreiro vestir sua armadura e empunhar sua espada novamente...

7 comentários:

  1. Ah, lembro-me dos bons dias de Demon Stone, um dos melhores jogos da geração play2/xbox. Não apenas você jogava com drizt em uma fase como o jogo em si era um espetáculo, com cutscenes em um etilo que imitava filmes de hollywood.

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    1. Eu lembro do primeiro jogo que ele apareceu, Menzoberranzan (nome do local de onde Drizzt veio). Era fã de AD&D quando joguei, mas mais fã ainda do Drizzt. Depois lançaram um de Ravenloft, que também joguei.

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    2. Lembro-me de Demon Stone em meu velho PS2... Bons tempos, realmente. E a história era bem interessante também.

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  2. Salve nobre amigo!

    Eu joguei pouco o Neverwinter, sinceramente não gostei muito, pois gostava mais do DDO (esse sim joguei bastante com meu Mage). Mas com essas notícias, começo a reavaliar a possibilidade de jogar Neverwinter novamente...

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    1. Salve, nobre irmão!

      Também joguei pouco Neverwinter online, e apesar dos belos gráficos e de razoável liberdade de exploração, o jogo não me atraiu por causa da jogabilidade um pouco repetitiva; não importa o quanto se evolui, as coisas ficam praticamente as mesmas. DDO joguei bastante com meu cunhado e minha esposa, mas o estilo "instance dungeon" do jogo acabou me incomodando depois de um tempo, mesmo com as interessantes habilidades dos personagens. Mas confesso que este jogo me traz boas lembranças: Até hoje lembro do mago de meu cunhado correndo desesperado de dois ratos atrozes; corri com meu guerreiro para ajudar, mas achei que chegaria muito depois dos ratos morrerem. Contudo, quando cheguei, era o mago que estava estirado morto no chão...

      Mas Neverwinter está caminhando em uma direção interessante, e talvez, eu volte a jogá-lo em minhas próximas férias.

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    2. Pois é, nobre amigo. Estes jogos sempre nos faz relembrar de alguns momentos memoráveis como vc citou. No DDO lembro de um grupo que eu tinha de brasileiros que sempre jogamos todos juntos. Eu era o Mage do grupo e lembro uma vez, que tinha uma alavanca, que tinha que ter força grande para levantá-la, mas o bárbaro entrou em fúria só para levantar, não esperando magias nem auxilio nenhum... Foi engraçado. Tinha um Bardo (acho que era anão), louco tb, que ficava tocando bandolim toda hora.

      Outro dia achei 3 imagens que tirei print do DDO, uma enfrentando um gigante a primeira vez, outra enfrentando um dragão e outra um beholder... Foi muito legal quando revi esses inimigos, tão comuns para quem jogava o AD&D...

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    3. Tens toda razão. Sei que isso é "papo de velho", mas é engraçado como o que fica no final não são os itens que o personagem acumulou, seu nível ou habilidades; são essas memórias. E é por isso que eu até gosto de um ou outro MMORPG. Quando jogamos com amigos, criamos uma espécie de legado bem interessante...

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