domingo, 20 de setembro de 2015

O Senhor dos Anéis e D&D 5: Classes (Parte II)

Um Mestre da Batalha.
GUERREIROS (COMUNS/INCOMUNS/RAROS): Os guerreiros na Terra-Média podem ser encontrados em qualquer raça, mas são particularmente comuns entre a raça dos homens, anões e elfos. Verdadeiros mestres de armas, eles estão presentes em todas as sociedades, e seus estilos de combate variam muito, dependendo do local de origem. Os elfos da floresta das Trevas são mestres no uso do arco e nas artes da camuflagem, enquanto os guerreiros anões são conhecidos por sua grande perícia com armas pesadas (machados, martelos e picaretas de combate) e por usas resistentes armaduras.

Exemplos: Boromir (O Senhor dos Anéis), Éomer (O Senhor dos Anéis), Éowyn (O Senhor dos Anéis), Thorin Escudo de Carvalho (O Hobbit), Gimli (O Senhor dos Anéis), Legolas (O Senhor dos Anéis), Glorfindel (O Senhor dos Anéis), Turin Turambar (O Silmarillion), Fingolfin (O Silmarillion), Gil Galad (O Silmarillion) Fingolfin (O Silmarillion), Gil Galad (O Silmarillion).

Raças Permitidas (variável conforme o arquétipo escolhido): Anões, Elfos, Raça dos Homens, Hobbits.

De todas as classes, esta é uma das que mais possui arquétipos:

MESTRE DA BATALHA (COMUM): Mestres da Batalha fazem-se presentes entre a raça dos homens, elfos e anões. Geralmente são capitães ou guerreiros que carregam consigo tradições e técnicas de seu povo ou clã.

CAMPEÃO (COMUM): Robustos e obstinados, este é o arquétipo mais comum dos guerreiros, e podem estar presentes em todas as raças. Entre raças ou povos em que a tradição militar não é muito desenvolvida, este é o tipo de guerreiro que surgiria em tempos de necessidade.

CAVALEIRO MÍSTICO (RARO): Guerreiros que manipulam energias magias são difíceis de se encontrar, e apenas os elfos possuem o conhecimento e as técnicas necessários para produzir essa rara estirpe de combatentes.

Outros novos arquétipos próprios da Terra-Média (que serão detalhados em breve) são:

Um Cavaleiro.
ESCALDO (COMUM): Guerreiros poetas são comuns entre o povo de Rohan, e podem ser encontrados entre anões também.

CAVALEIRO (INCOMUM): Cavaleiros são guerreiros de elite especializados no combate montado. São encontrados em Gondor, Rohan e entre os elfos de Valfenda.

RANGER (RARO): Rangers são guerreiros de elite treinados em artes ancestrais de rastreamento e neutralização de criaturas malignas no ermo. Rangers estão presentes apenas na raça dos Homens (elfos podem ser arqueiros especializados no combate em floresta, mas não são rangers) ao longo da Terceira Era. Na época da Guerra do Anel, havia dois grupos fortes e ainda ativos: Os rangers de Eriador (norte) e os de Gondor (sul).


Um Ladrão.
LADINOS (COMUNS/ INCOMUNS/ EXTREMAMENTE RAROS): Os ladinos na Terra-Média são espiões, batedores e exploradores extremamente versáteis e hábeis nas artes da furtividade. Alguns deles, especialmente os ladinos anões, são especialmente hábeis no uso de mecanismos e armadilhas. A maneira como usam seus dons e perícia depende muito de seu caráter, e de sua raça de origem; ladinos élficos atuam como escoltas e batedores, enquanto ladinos anões são muitas vezes engenheiros, responsáveis pela segurança dos palácios e fortalezas de seu povo. E claro, os raros ladinos hobbits são conhecidos por usa capacidade quase sobrenatural de entrar e sair de lugares sem serem notados.

Exemplos: Bilbo (O Hobbit), Gollun (O Hobbit).
Raças Permitidas (varia conforme arquétipo): Anões, Elfos, Raça dos homens, Hobbits.

Os arquétipos do Ladino na Terra-Média funcionam da seguinte forma:

ASSASSINO (INCOMUM): Assassinos na Terra-Média são invariavelmente malignos, e por conta
do treinamento envolvido na formação de um membro eficiente deste arquétipo, ele está apenas disponível a membros da raça dos homens.

DUELISTA (INCOMUM): Duelistas podem ser encontrados entre a raça dos homens e elfos com certa facilidade, pois ambas as raças são capazes de desenvolver a agilidade e precisão (física e mental) para se sobressair neste caminho. Membros de outras raças que adotem este arquétipo são extremamente raros.

Um Trovador.
LADRÃO (COMUM): Ladinos que sigam este arquétipo são bastante comuns, e podem pertencer a qualquer raça, mas são extremamente raros entre elfos.

TRAPACEIRO ARCANO (EXTREMAMENTE RAROS): Ladinos que conhecem os segredos para combinar as artes da furtividade e da realização de pequenos truques mágicos são extremamente difíceis de se encontrar; eles estão presentes (e em quantidade baixa) apenas entre elfos ou outros seres que receberam algum treinamento mágico de um Istari (como Grima Lingua de Cobra, por exemplo)

TROVADOR (COMUM): Trovadores são bastante comuns e valorizados entre todos os povos livres, como oradores, mensageiros, escribas e informantes, já que são responsáveis, entre outras coisas, por manter viva a tradição e as lendas de todo um povo.  

2 comentários:

  1. Elladan Filho de Elrond22 de setembro de 2015 14:42

    Achei excelentes as considerações que você fez, Odin. Os arquétipos novos do guerreiro são extremamente pertinentes ao cenário, e principalmente no caso do ranger, era o melhor a ser feito. E a meu ver, colocar o ranger como uma "especialização" do guerreiro não é de forma alguma depreciativo, porque é justamente isso que ele era em sua melhor versão de jogo, a do AD&D.

    Quanto ao paladino, conversando um pouco com dois amigos de minha mesa, chegamos até a cogitar colocá-lo como um arquétipo do guerreiro, como foi feito com o ranger (e como era também com o paladino no AD&D). Porém, como você explicou em um outro post ano passado, não há guerreiros sagrados em Arda, e se pegarmos o modelo do grande guerreiro com forte honra e código moral, teremos na verdade um nobre cavaleiro. Excluir a classe, ao menos na Terceira Era, foi a decisão mais correta na época.

    Por fim, gostaria de fazer uma sugestão, tocando nesse assunto: Quando você fizer os arquétipos, acho que seria interessante termos o Cavaleiro knight (Gondor) e o Cavaleiro rider (Rohan)

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    1. Salve, nobre irmão!

      Grato por teus elogios, e fico surpreso que tenhas lembrado sobre o que eu disse anteriormente sobre os paladinos na Terra-Média; eles poderiam ser adaptados como "cavaleiros" sem magia, mas como isso deixaria um vácuo em um aspecto importante da classe (sua conexão com o divino), o ideal seria mesmo deixá-los fora de uma campanha na Terceira Era. No pergaminho acima, discuto um pouco esta questão.

      Quanto aos cavaleiros, tua sugestão é muito boa, e prometo trabalhar nisso quando escrever sobre os novos arquétipos.

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