sábado, 6 de junho de 2015

Qual é tua classe favorita no novo D&D?

Saudações, nobres almas!

Muitos de nós já puderam ter uma boa noção do que cada classe incorpora no novo D&D, seja através do livro básico, dos módulos gratuitos ou dos pergaminhos que vimos nestes Salões.

Como discutimos, as classes no novo D&D, de forma geral, trazem muitas opções interessantes para o jogador, e com raras exceções, conseguem passar muito bem o papel que cada uma delas desempenha dentro de um cenário de fantasia.

Assim, gostaria de perguntar quais são vossas classes favoritas no novo D&D. Convido-os a participar da enquete, e também a expor vossas valorosas opiniões nos comentários deste pergaminho, falando inclusive os arquétipos que mais os agradaram.

Que os deuses da honra e da glória estejam convosco!

8 comentários:

  1. Oras, cavaleiro místico, é claro. Me aponta a imagem de magos de guerra deixando um pouco de lado a essência do arcanismo para usar a magia como uma ferramenta (e não como uma arte). Me trás lembranças láaaaa atrás de Aline, minha primeira personagem de D&D de verdade (com história e personalidade única) maga guerreira totalmente baseada na elfa do arcade D&D shadow over mystara, jogando em dois e agindo de suporte pra um colega usando o anão. Eu particularmente gosto de interpretar de uma forma diferente do pessoal pelo visto, como um estudante das artes arcanas dedicado à usá-las como arma, um battlemage por assim dizer. Pessoal curte mais interpretar como "guerreiro com superpoderes", algo meio herói de rpg japonês.

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    1. Sim, lembro-me que certa vez mencionastes a saudosa Aline. Aquele modelo de "fighter-mage" usado em Mystara e em Record of Lodoss War ficou representado de forma primorosa no novo D&D; guerreiros dedicados ao estudo das artes arcanas como maneira de potencializar suas já impressionantes habilidades marciais e também para conseguir oferecer suporte através de magias de proteção. Em Lodoss, por exemplo, estes personagens possuem uma forte conexão com a natureza e seus espíritos, e deste elo, eles retiram seus poderes. A ideia do "guerreiro com superpoderes" carregando uma espada de duas mãos é algo que também nunca caiu bem para mim.

      O Cavaleiro Místico foi sem dúvida um dos meus arquétipos favoritos no novo D&D. Outros que gostei muito foram o Bárbaro Totêmico, o Monge (Mão Aberta e Elemental), o Bardo Escaldo.e as Tradições dos Magos.

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  2. Elladan, filho de Elrond8 de junho de 2015 09:44

    As classes do novo D&D, tirando uma ou duas exceções, ficaram muito boas, tanto em termos mecânicos quanto de roplay. Os arquétipos ajudaram muito nesses dois quesitos, e minhas classes favoritas no novo sistema são:

    1) Monge (Caminho da Mão Aberta): O monge como classe ficou excelente, e gostei muito do monge do Caminho dos Quatro Elementos também, mas o do Caminho da Mão Aberta é simplesmente espetacular. Divertido e extremamente eficiente.

    2) Guerreiro (Cavaleiro Místico): Minhas impressões com o guerreiro foram bem positivas, apesar de haver alguns pontos na classe que eu não apreciei muito. Não gostei muito do Campeão e do Mestre da Batalha, mas o Cavaleiro Místico está impecável. Sem dúvida nenhuma, a volta de um clássico!

    3) Bardo: O bardo sempre foi uma das minhas classes favoritas, e fiquei muito desapontado com o que fizeram com ele na época do D&D 3 (que como sistema, gostei muito). Mas na 5a edição ele ficou perfeito, ainda melhor do que era na época do AD&D. Tanto o escaldo quanto o bardo do conhecimento são interessantes, divertidos e bastante eficientes, dentro ou fora e combate.

    4) Magos: A nova mecânica de magias que impõe certas limitações como as magias de concentração ficou perfeita na minha opinião, porque simplificou muito os combates e tornou a coisa muito mais orgânica. Some isto às tradições arcanas, e temos uma classe com potencial muito alto. Não apenas mecanicamente, mas em termos de interpretação também, porque agora magos de diferentes escolas estão realmente caracterizados.

    Minha única decepção com o novo D&D foi o ranger, mas mesmo "perdendo" minha classe favorita, como muitos "perderam" o bardo no D&D 3, estou me divertindo muito.

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    1. Saudações, nobre irmão!

      Concordo contigo: As classes de forma geral foram muito bem trabalhadas, e há poucos arquétipos que precisariam ser revisados. A mecânica usada com as magias de concentração também foi uma ideia genial e necessária a meu ver. Quanto às classes que em minha concepção estão mais bem desenvolvidas, teríamos:

      1) Bárbaro Totêmico: Sempre estudei e me interessei muito pela cultura dos nativos norte-americanos, e estes bárbaros mais espiritualizados são extremamente interessantes para mim, pois ironicamente, nunca fui fã do berserker nórdico. Para mim, o bárbaro animista como uma "força da natureza" ligado aos espíritos de seus antepassados e de animais é uma alternativa extremamente bem vinda, e além disso, em termos mecânicos este arquétipo ficou muito versátil e funcional.

      2) Bardo: O bardo no novo D&D é fenomenal. Não importa se desejas fazer um menestrel andarilho ou um escaldo que combate e conta as histórias de heróis do passado. Terás um personagem eficiente e interessante dentro e fora do campo de batalha, porque a classe em si está muito bem montada.

      3) Monge: Semelhante ao que ocorre com o bardo, o monge nesta nova edição recebeu a devida e merecida atenção, e como classe, está simplesmente excelente em termos mecânicos. O monge do Caminho da Mão Aberta e o do Caminho dos Quatro Elementos são poderosos, versáteis e muito divertidos de se jogar. Pela primeira vez em mais de uma década, temos um monge realmente interessante em D&D.

      4) Guerreiro Cavaleiro Místico: Concordo plenamente com tudo o que foi dito acima deste excelente arquétipo/conceito de personagem.

      5) Clérigo da Vida: O clérigo do novo D&D ficou muito mais equilibrado em termos mecânicos do que o clérigo de D&D 3, que era poderoso demais em níveis elevados. E o clérigo da vida, especializado em magias de cura, ficou extremamente eficiente neste quesito. É incrível como um clérigo deste tipo pode virar completamente o rumo de uma batalha em grupo. Além disso, as magias de cura e a mecânica de magias como ação bônus ficaram ótimas, e tornaram esta classe/ arquétipo ainda mais formidável.

      6) Paladino do juramento da Devoção e dos Antigos: Sempre gostei muito do conceito da classe, e ele foi bem explorado na nova edição do D&D. A ideia do guerreiro sagrado que segue um forte código de conduta ou a sabedoria deixada por tradições ancestrais é muito interessante para mim. Mecanicamente falando, a classe é bastante eficiente e versátil, mesmo não inovando como as classes acima.

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  3. Bom ver que a maioria das pessoas estão satisfeitas com o novo D&D assim como eu.
    O sistema esta mais simples, mais equilibrado , siceramente gostei de todas classes ( com exeção do beastmaster )
    Mas as minhas preferidas sao:

    o ladino ( ladrao,e assassino)
    Finalmente as classes baseadas em destreza funcionam no combate ! o ladino esta um montro com todas suas proficiencias e versatilidade , agora da pra acertar de verdade o ataque furtivo e causar aquele estrago que so um bom malandro e assassino consegue fazer ! e ainda tem uma esquiva muito foda gastando uma reação Diferente da 3.5 q o ladino so servia pra abrir portas , errar os ataques, e morrer no primeiro golpe kkkkk

    O barbaro totemico
    concordo totalmente com o amigo ai de cima, o conceito de um barbaro mais espiritualizado e caçador primitivo ficou foda
    e ainda o modificador de Constituição da CA,agora da pra fazer o barbaro sem armadura e vestindo apenas peles de animais , ficou show

    Escudos kkkkkk
    Uma coisa que me frustava antigamente e que n valia a pena investir em CA
    em niveis mais altos todo o mundo tinha um bba nas alturas e o escudo ficava inutil e a maioria dos jogadores usavam armas de duas maos.
    Mas agora o +2 do escudo faz uma puta diferença do inicio a fim,sem contar o talento shield master.

    Paladino da vingança ou dos ancioes
    É muito bom ter a liberdade de fazer um paladino q n precise ser a madre tereza

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    1. Salve, nobre amigo! Sejas bem vindo aos Salões de Valhalla!

      Os ladinos realmente ficaram mais interessantes e equilibrados no novo D&D, A esquiva sobrenatural, por exemplo, agora é absurdamente útil, como deve ser.

      Outro ponto que sabiamente mencionastes é a questão do escudo e CA: Ao contrário do que tínhamos antes, agora realmente vale à pena investir em um escudo e em sua CA, porque os bônus de base de ataque não escalam até 20, apenas até 6.

      E concordo plenamente contigo quanto ao sistema em si: ele está mais simples e equilibrado, e isso nos permite focar no que realmente importa: o roleplay.

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    2. Exatamente, chega de combos, agora a criatividade vale muito mais do que esta escrito na ficha, outro grande melhora foram os antecedentes que ajudam muito os jogadores que tem dificuldade de criar a historia e personalidade do personagem.
      É a primeira vez que comento,mas já acompanho seu blog a muito tempo, pra mim é a melhor de todas as guildas de guerreiros kkk Parabéns pelo trabalho amigo ! Um dia brindaremos nos salões de valhalla !

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    3. Concordo plenamente contigo, nobre irmão! Já basta de combos, e os antecedentes foram uma adição original e extremamente benéfica ao jogo, contribuindo ainda mais para manter o foco do sistema no roleplay.

      E agradeço muito teus elogios! Tu és sempre bem vindo nestes Salões, bravo guerreiro!

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