sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Paladinos do Juramento da Vingança

Saudações, implacáveis vingadores!

Neste pergaminho, examinaremos um pouco melhor as habilidades dos paladinos no novo D&D que fizeram o juramento da vingança. 

Estes paladinos possuem um forte código de conduta que determina que, se o bem não pôde ser protegido, ele certamente será vingado, mesmo que para isso o paladino precise assumir comportamentos “não ortodoxos”.  Para eles, fazer justiça é mais importante do que preservar a luz no próprio coração, e em muitos locais, estes paladinos são conhecidos como Inquisidores e até mesmo Cavaleiros Negros.

Magias adicionais

Nível 3: Perdição, Marca do Caçador 
Nível 5: Imobilizar Pessoa, Passo da Neblina; 
Nível 9:Velocidade, Proteção contra Energia; 
Nível 13: Banimento, Porta Dimensional; 
Nível 17: Espionagem, Imobilizar Monstro.

Abjurar Inimigo (nível 3): Com uma ação e um uso de Canalizar Divindade, o paladino denuncia uma criatura. Um alvo a até 18m é forçado a passar em um teste de resistência de Sabedoria ou ficar Assustado por 1 minuto e ter seu deslocamento reduzido a 0. Caso obtenha sucesso, o oponente apenas tem seu deslocamento reduzido pela metade. Ambos os efeitos acabam caso a criatura sofra dano. Criaturas imunes a serem Assustadas são imunes a esse efeito; Infernais e Mortos-Vivos têm Desvantagem nesse teste de resistência.

Voto de Inimizade (nível 3): Quando você ou uma criatura a até 3m de você é atingida por um oponente, usando uma Reação e um uso de Canalizar Divindade, você recebe Vantagem em ataques contra o oponente por 1 minuto ou até ele ou você caírem a 0 ou ficarem inconscientes.

Vingador Implacável (nível 7): Sempre que atingir uma criatura com um ataque de oportunidade, você pode se mover metade de seu deslocamento como parte da mesma reação, e sem provocar ataques de oportunidade.

Espírito da Vingança (nível 15): Quando uma criatura sob o efeito de seu Voto de Inimizade ataca, você pode usar uma Reação para fazer um ataque corpo-a-corpo adicional contra ele.

Anjo Vingador (nível 20): Com uma ação, você pode se transformar em um anjo vingador por 1 hora. Durante esse período você recebe os seguintes benefícios:
-Ganha asas e deslocamento de voo 18m.
-Emana uma aura de ameaça de 9m. A primeira vez que um oponente entra na aura ou começa seu turno na aura deve passar em resistência de SAB ou ficar Assustada por 1 minuto ou até sofrer dano.

Como podeis notar, este Juramento é o mais ofensivo de todos os disponíveis ao paladino. Em minha opinião, estes personagens, apesar de muito interessantes, não podem ser propriamente conhecidos como paladinos em um mundo de campanha, sendo muito mais coerente introduzi-los como Inquisidores ou cavaleiros cinzentos. Creio inclusive que em muitas ocasiões há um forte choque ideológico entre eles e os paladinos clássicos que fazem o Juramento da Devoção.

5 comentários:

  1. Salve nobre amigo Odin!

    A classe é interessante, mas chama-la de Paladino em D&D beira o ridículo. Ou se quer chamá-lo de Paladino, então que seja Paladino negro ou Paladino cinzento, deixando claro a diferença do mesmo para um Paladino de verdade (que tb nada tem a ver com aquele Paladino élfico).

    Deixando de lado a polêmica do nome, creio que o Paladino de verdade dificilmente se entenderia com essa Aberração de Paladino, creio eu, que inclusive, acabaria num combate, logo, não os vejo trabalhando juntos em um grupo de aventureiros...

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    1. Salve, nobre irmão!

      Também concordo que a classe é interessante, mas não me sinto confortável em chamá-los de "paladinos". Creio que poderiam ser conhecidos como inquisidores, cavaleiros cinzentos, etc, mas não paladinos. E é interessante notar que o paladino clássico (juramento da devoção) geralmente trabalharia bem com os cavaleiros/paladinos élficos do juramento dos antigos, mas isso não ocorreria com os paladinos da vingança. Da mesma forma que um paladino clássico tem dificuldade para atuar em um grupo com um ladino inescrupuloso ou um bárbaro sanguinário, ele teria problemas com um "paladino" que fez o juramento da vingança em certas ocasiões.

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  2. Elladan, filho de Elrond28 de fevereiro de 2015 09:16

    Salve, grande Odin

    Apesar de ter gostado do conceito do cavaleiro élfico trabalhado no voto dos antigos, não vejo lógica nesse arquétipo. Os paladinos de Helm, por exemplo, já têm muitas vezes esse comportamento mais agressivo e severo (que eu não acho que combine com um verdadeiro paladino) e nunca houve necessidade de diferenciá-los em termos de regras dos paladinos de Lathander ou Bahamut.

    Para mim, isso apenas abriu uma brecha para jogadores de MMO que gostam dos poderes do paladino, mas não entendem nem se importam com a verdadeira essência da classe. Um guerreiro que busca a justiça por meio da vingança pode ser um personagem memorável, mas JAMAIS poderá ser chamado de paladino.

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    1. Esta é uma questão que tem sido levantada desde os playtests do novo D&D; e apesar deste arquétipo ser inegavelmente interessante, concordo com ambos e também acho que ele não pode ser chamado de paladino.

      E sendo honesto, na minha opinião a 3a edição de D&D destruiu o conceito da classe em Forgotten Realms 3a ed. porque transformou-os em templários das Igrejas; praticamente todo deus leal, bom ou neutro tinha paladinos servindo seus templos, e isso denegriu muito a essência da classe na época. Na planilha, o personagem era "leal e bom", mas na prática, os paladinos de Helm e até de Tyr muitas vezes se comportavam como vingadores implacáveis, e não defensores dos inocentes.

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  3. http://rpgista.com.br/2009/01/28/para-o-inferno-com-os-paladinos-bonzinhos/

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