sábado, 7 de fevereiro de 2015

Paladinos do Juramento da Devoção

Saudações, nobres cavaleiros!

Continuando a série de pergaminhos sobre paladinos, trago-vos as habilidades dos paladinos clássicos no novo D&D: Os nobres e honrados guerreiros sagrados que fizeram o Juramento da Devoção.

Magias Adicionais:
Nível 3: Proteção contra Tendência, Santuário; 
Nível 5: Restauração Menor, Zona da Verdade; 
Nível 9: Farol de Esperança, Dissipar Magia; 
Nível 13: Movimento Livre, Guardião da Fé;
Nível 17: Comunhão, Golpe de Chama.

Arma Sagrada (nível 3): Com uma ação e um uso da habilidade Canalizar Divindade, o paladino encanta uma arma empunhada. Por 1 minuto, ele adiciona seu modificador de CAR para ataque com essa arma, e ela emana luz brilhante em raio de 6m e luz baixa em mais 6m. Caso não seja mágica, a arma torna-se mágica pela duração. Você pode terminar o efeito prematuramente, e ele termina caso você fique inconsciente ou a arma deixe sua mão.

Expulsar o Profano (nível 3):  Com uma ação e um uso da habilidade Canalizar Divindade, o paladino censura infernais e mortos-vivos. Infernais e mortos-vivos a até 9m devem passar em resistência de SAB ou serem Afastados por 1 minuto ou até sofrerem dano. Uma criatura Afastada deve se mover o mais longe possível do paladino, não pode se mover para menos de 9m dele e não pode fazer Reações. Suas únicas ações permitidas são Corrida e tentar se livrar de algo que o impeça de fugir. Caso não tenha para onde fugir a criatura pode usar a ação Esquiva.

Aura da Devoção (nível 7): O paladino e aliados a até 3m não podem ser Enfeitiçados. A partir do nível 18 essa aura alcança até 9m.

Pureza de Espírito (nível 15): O Paladino fica sempre sobre efeito de Proteção contra Tendência.

Brilho Sagrado (nível 20): Uma vez por dia, com uma ação o paladino pode emanar aura de luz do sol. Por 1 minuto, ele gera Luz Brilhante em raio de 9m e Luz Baixa em mais 9. Sempre que um inimigo começar a rodada na luz, ele sofre 10 de dano radiante. Adicionalmente o Paladino tem Vantagem em resistência contra magias conjuradas por Infernais ou Mortos-Vivos.

Como podeis observar, o paladino da devoção possui habilidades bastante interessantes; ele não é tão resistente a dano quanto o paladino dos anciões, e não possui a mesma capacidade ofensiva do paladino da vingança que veremos a seguir, mas é um personagem bastante poderoso, e incorpora perfeitamente o ideal do clássico cavaleiro de armadura brilhante.

10 comentários:

  1. Esse pelo visto parece ser o Paladino "real". Digo real, por ser o que sempre foi falado de Paladinos no AD&D e que já discutimos aqui sobre ele ter ou não um Deus específico e de onde viria seu poder. Eu ainda tenho a visão de que Paladino só tem esse mesmo, o outro mais parece um Cruzado e o dos antigos, sei lá o que parece.

    Como foi falado antes, em minha campanha o Paladino sempre foi ligado diretamente a um Deus e recebeu em determinado momento um chamado direto dele. Por ele não ter estudado para isso (como o clérigo por exemplo) ele tem menos acesso as magias, que para ele é algo natural, assim como seus poderes. O clérigo já seria ligado a uma Igreja (e essa sim seria ligado ao Deus) e essa seria a diferença entre as classes na minha visão. Paladinos são escolhidos por um Deus enquanto clérigo, qualquer um pode ser desde que treine desde cedo numa determinada Igreja.

    Sei que o assunto é polêmico, mas sempre entendi assim. Inclusive tem uns textos do AD&D que leva a crer isso. Mas enfim, desde que não ligue o Paladino diretamente a um Igreja, é válido, pq colocar o Paladino como um Guerreiro Sagrado de uma determinada igreja é subestimar muito a classe, pois como falei naquela época, o clérigo é o filho nerd do Deus enquanto o Paladino é o queridinho, que todos gostam, que parece com o pai.

    Já li alguns textos que falam que paladino é bem vindo em qualquer lugar (popstar? rs) e é tratado como um ser elevado em qualquer reino, mesmo em níveis baixos, afinal, quem é o escolhido? Sim, é ele!

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    1. Concordo contigo que em termos de "paladino" este será sempre o "oficial"; Eu particularmente gosto do paladino dos Antigos, mas como disse antes, não os chamo de paladinos em minhas campanhas, porque eles mais parecem "cavaleiros druidas" ou uma mistura entre ranger/paladino. Já o paladino da devoção, é realmente o clássico guerreiro sagrado, por estar intimamente ligado aos ideais de justiça que certos Deuses pregam ou por serem diretamente escolhidos pelos próprios Deuses (mesmo que conscientemente não saibam disso). Se ele luta para representar um Deus ou a causa da Justiça realmente é polêmico, mas não faz tanta diferença porque Deuses como Heironeous, Tyr, Torm, etc simbolizam diretamente a causa da justiça. É bem como dissestes: O paladino é escolhido por conta de uma afinidade natural, enquanto o clérigo (sem desmerecer), adquire seu poder do treinamento e compreensão sobre a filosofia de um Deus.

      E realmente, no livro básico de Forgotten Realms no AD&D, é deixado bem claro que neste cenário os paladinos são escolhidos pelos Deuses.

      Também concordo que atrelar um paladino à uma Igreja não é bom, porque este é o papel de um clérigo ou templário. E em comunidades simples ou locais que prezam a lei e a ordem, um paladino é mesmo sempre bem vindo. Já em cidades repletas de contrabandistas, escravocratas, etc, a coisa seria diferente...

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  2. Hail Odin!
    Como vai?
    Eu vi que você se identificou com a Lif, aquela viking das tirinhas que comentei no blog.
    A autora vai lançar um livro, e eu comentei sobre isso nessa postagem... se quiser adquirir o livro, basta seguir os passos explicados la!
    http://memoriasdeumaguerreira.blogspot.com.br/2015/02/projeto-navio-dragao.html

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    1. Hail, nobre irmã!

      Muito obrigado pela informação; hei de conferir!

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  3. Boa tarde, gostaria de saber se seria possível fazer um Paladino Seguindo o Deus Odin?

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    1. Salve, nobre irmão!

      Sim, seria possível: Odin é o deus da guerra e da sabedoria, dois aspectos que combinam com a figura de um paladino. E dentro da mitologia nórdica, os aesires (deuses seguidores de Odin) e os vanires representam as forças do equilíbrio dentro da existência. Além disso: Valores essenciais para o paladino como honra, coragem e respeito pelos deuses estão fortemente enraizados nos ensinamentos de Odin à humanidade.

      Assim, um paladino poderia perfeitamente seguir o senhor de Asgard como divindade patrona. É uma excelente ideia, na verdade...

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    2. Seria interessante e combina bastante com o blog. Seria uma auto-homenagem rsrs.

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    3. Hahaha, seria bom para meu ego!

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  4. Mudando de assunto um pouco... E a HQ? Estou a espera de ver o bardo fanfarrão e a Anão rabugento. Vc começou e deixou a galera a ver navios depois rsrsrs.

    Sei que é complicado uma HQ, pois depende de outras pessoas. Já pensou em continuar como um conto ou quem sabe um livro?

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    1. Esta é realmente uma boa ideia, nobre amigo.

      Aquela HQ era na verdade uma preparação para um trabalho maior chamado Guerreiros do Gelo, uma HQ com 80 páginas que está terminado de ser ilustrada.

      Não imaginei que as pessoas fossem apreciar tanto a história de Jake Evermore e do anão Lark, mas fico feliz com teu comentário e com outros que tenho recebido por e-mail por conta dos diversos downloads feitos no site da Redbox (foram mais de 200, e ocasionalmente ainda há pessoas baixando esta história).

      Por isso, assim que o tempo permitir, me comprometo a escrever a continuação dela, mas em formato de livro, e disponibilizá-la em formato digital.

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