quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Guerreiros Campeões no novo D&D

Saudações, estoicos guerreiros!

Neste pergaminho rápido, trago-vos aqui o mais simples, porém, bastante eficiente, arquétipo do guerreiro no novo D&D: O Campeão.

Este arquétipo originalmente fora desenvolvido para representar guerreiros que aprenderam a arte das armas por conta da necessidade de lutar, seja para sobreviver ou para proteger algo importante, o que em minha opinião, era muito mais interessante. 

Na versão final, ela passou a representar todos os guerreiros que combinassem de forma mortal precisão técnica com um rigoroso treinamento físico.

Crítico Aprimorado (3º nível): Seus ataques conseguem sucessos decisivos em 19-20.

Atleta Incrível (7º nível): O Guerreiro adiciona metade de seu valor de Proficiência para todos os testes de FOR, DES ou CON em que ele ainda não a adicione. Além disso, cobre +30cm / ponto de modificador de FOR com salto a distância.

Estilo Adicional (10º nível): O Guerreiro escolhe uma opção adicional de Estilo de Combate.

Crítico Superior (15º nível): Seus ataques conseguem sucessos decisivos em 18-20.

Sobrevivente (18º nível): Sempre que começa sua rodada com menos de metade de seus pontos de vida, o guerreiro recupera pontos de vida igual a 5 + modificador de CON, desde que esteja com mais que 0 pontos de vida.

Apesar da simplicidade e da polêmica habilidade de recuperar pontos de vida, que aqui reflete mais uma manifestação da força de vontade do que de cura propriamente dita, este arquétipo possui habilidades úteis, que mesmo sendo poucas, geralmente funcionam a todo o momento, em contraste com o Mestre da Batalha, que veremos futuramente. Em termos de roleplay, o Campeão é uma ótima escolha para guerreiros de regiões inóspitas, nômades, legionários e todos aqueles que estão longe do conforto da civilização, mas não são bárbaros.

2 comentários:

  1. Até vc Brutus! Guerreiro com cura nãããão... rsrs. Gostei dele, só mudaria a última habilidade para algo como um redutor de dano. Realmente me recuso a entender esse guerreiro que cura (desculpe, talvez seja coisa de um velho sábio rabugento que gosta do velho AD&D).

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    1. Hahaha, entendo teu ponto pois também sou um velho rabugento...

      Também gostei deste arquétipo porque ele é simples, eficiente e divertido de se jogar.

      Mas mesmo muito satisfeito com o guerreiro no novo D&D, concordo que se a habilidade Survivor fosse substituída por uma redução de dano igual a 5+ mod. de CON, ou Resistência a dano por um número breve de rodadas (apenas para manter o padrão usado no D&D 5) teríamos algo mais verossímil e interessante.

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