quinta-feira, 15 de maio de 2014

Enquete: Qual versão de D&D jogas atualmente?

Saudações, bravos aventureiros!

Principalmente ao longo dos último dez anos, uma grande versões de jogos baseados ou pertencentes ao selo Dungeons & Dragons seugiu no mercado.

 E como ficou extremamente claro para todos, o lançamento de uma nova versão não significa de forma alguma que fãs  param de jogar a versão anterior.

Em anos recentes, o “D&D” mais vendido e premiado foi o jogo Pathfinder, mas outras versões do jogo continuaram a ser jogadas. 

Por esta razão, e até para trabalhar melhor meu tempo de escrever postagens aqui, criei a enquete: Qual edição de D&D jogas atualmente?

Votem na enquete no canto superior esquerdo, e se desejarem explicar o que os fazem jogar um aou outra versão, deixai vosso recado nos comentários.

10 comentários:

  1. Salve grande Odin !!
    Infelizmente já não tenho mesa de jogo a alguns ciclos, mas minhas últimas foram com o Velho Dragão e fiquei bem contente tanto que vira e mexe adapto um materialzinho pra ele.
    Mas confesso que assim como muitos jogadores, estou muito curioso em relação ao D&D 5ª Edição, li alguns pergaminhos em vossa biblioteca e fiquei bem curioso (não joguei o playtest). Espero que consigam resgatar o espírito dos antigos dragões nessa próxima edição.

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  2. Salve, bravo Sakai! Sejas bem vindo de volta a estes Salões!

    Nosso Velho Dragão é um sistema excelente mesmo, e como tu, muitos de nós estamos deveras curiosos com D&D 5a edição, e esperamos que esta seja a edição que resgatará o verdadeiro espírito do dragão, há tanto esquecido nos jogos da Wizard of the Coast.

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  3. Atualmente, ando meio afastado... Mas até pouco tempo atrás (4 meses) estava mestrando o playtest do D&D Next e esporadicamente jogando a 3.5 edição, além de ter tido uma experiência mestrando uma aventura one-shot de AD&D 2ª edição há uns 6 meses atrás.

    Minha edição publicada favorita até o momento ainda é a terceira, pau a pau com o AD&D 2, mas o Next pode assumir esse posto quando for lançado. O playtest é muito mais leve do que a 3,5 e o AD&D, em termos de regras; além de ser mais fácil de mestrar. Mas o que tem me feito gostar mesmo é a ideia de trazer de volta toda aquela sensação de aventura e mistério das edições antigas, atualizando muita coisa, mas sem incorrer em alguns dos erros da quarta edição, que era um bom jogo, mas não era D&D.

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  4. Salve, nobre irmão!

    As expectativas em relação ao D&D 5a edição estão, justificadamente, altas, e fico feliz por isso. No início dos playtests, eu estava detestando o que via, mas nos últimos dois conjuntos de regras, especialmente no último disponibilizado, mesmo eu que tinha várias reservas fiquei bastante satisfeito. Principalmente porque a "magia" do AD&D parecia estar voltando com toda a força, e com regras mais simples e acessíveis.

    Aguardemos!

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  5. Salve meu velho e nobre amigo Odin!

    Bom... Para mim o AD&D é incomparável! O AD&D 3.x é até razoável e tem até algumas coisas melhores do que o AD&D, mas falei algumas! Na grande maioria o velho e bom AD&D é melhor do que qualquer versão do D&D! O 4 eu nem falo, de tão podre não consegui nem ler os livros, e olha que eu comprei heim (ai ai, se arrependimento matasse...). O Forgotten depois do AD&D foi ficando cada vez pior, começando a esculachar no D&D 3.x... Argh, desanima só de lembrar daquele livro tosco!

    O D&D 5 eu confesso que estava completamente desanimado depois do que li no início, mas gfraças a você, me animou e parece que será um versão boa, pelo menos melhor do que do 3 e 4. Quanto a ser melhor que o AD&D, realmente não sei, talvez sim, talvez não... vamos ver... mas me preocupo mais com os cenários do que propriamente com o jogo, mas gostei do que vi de início, com livros feitos pelos criadores de Forgotten (do Drizzt vai ser o melhor! kkkkk). Agora nos resta esperar e ver como vai vir a nova edição...

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  6. Salve, nobre irmão!

    Realmente, concordo contigo: Para mim, o AD&D foi a melhor versão do jogo até o momento, D&D 3 teve algumas boas ideias e melhorias, mas no geral, para mim retirou muito do "clima" do sistema, e a 4a edição, em respeito àqueles que gostaram do jogo, não irei comentar. O mesmo vale para os cenários, que infelizmente "começaram" muito bem no AD&D e foram gradativamente piorando. A ficha de personagem de Drizzt na 3a edição, misturando várias classes para garantir um descarado acúmulo de poderes e a "reconstrução" de Forgotten na 4a edição foram para mim, na melhor das hipóteses, piadas de mal gosto.

    Mas ao que tudo indica, a 5a edição do jogo será realmente muito boa, tanto em termos de regras, quanto em termos de ambientação. Aguardemos!

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  7. Nossa, nos comentários uma mistureba e confusão danada entre Cenários e Regras.

    Cenários o AD&D é o melhor, já de regras ... considero as piores regras do D&D até hoje (como é complicada e cheia de minúcias enchedora de linguiça, nem o GURPS é assim).

    Nos últimos anos a versão de D&D que mais joguei foi a 4E (não tenho uma versão preferida entre todos os D&D's, mas com certeza a versão que mais desgosto é o AD&D 1E/2E em termos de CONJUNTO DE REGRAS-CRUNCH).

    Fora o D&D 4E, estou mestrando a versão dos D&D's antigos que mais gosto, que é a versão do Rules Cyclopedia (que uso em conjunto com a minha "Caixa Preta da Grow").

    Considero em termos de Brasil, que o Old Dragon conseguiu ser bem sintético e harmonioso em unir os D&D's antigos com uma pitada de D&D 3E.
    É muito melhor jogar Old Dragon do que as versões antigas dos D&D's, e paralelamente as minhas jogatinas com o Rules Cyclopedia, tenho mestrado o Old Dragon (estou mestrando usando a versão D&D do Rules Cyclopedia somente para mostrar para meus novos jogadores como eram as regras antigas e como o Old Dragon as organizou melhor).

    Como tenho os livros do AD&D lançados em português (Devir/Abril) e fora os PDF's em inglês, quando mostrei as regras do AD&D 2E em comparação com as do Rules Cyclopedia e a do Old Dragon, daí os novos jogadores entenderam que o lema do AD&D é : Para que simplificar se podemos complicar e muito.

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  8. Seja bem vindo aos Salões de Valhalla, Kéfera!

    Confesso que é a primeira vez em que vejo alguém criticar desta forma o AD&D. Todos têm direito a sua opinião, mas a meu ver, o AD&D é um pouco mais difícil de se aprender em alguns pontos porque por vezes o melhor é obter um número maior, e em outras, um número menor. Mas fora isso, é um sistema com muito menos regras e minúcias do que D&D 3. É muito mais simples criar um personagem no AD&D do que em D&D 3, e comparar o AD&D com GURPS em questões de complexidade chega a ser injusto.

    Concordo que Old Dragon seja uma excelente opção e que é bem mais simples e prático do que o AD&D, mas para aqueles de nós acostumados com os talentos, regras de movimentação, ataques de oportunidade, diversas habilidades de raça e classe, graduações de perícia, classes de prestígio, etc presentes em D&D 3, o AD&D não é complicado, mesmo com algumas tabelas de pouca serventia.

    O que talvez possa ter acontecido é que você jogou AD&D muito jovem, e por isso, encarou o sistema como algo mais complexo do que realmente era, e quando jogou D&D 3, estava mais velho e pôde lidar com a mecânica de forma melhor. Talvez...

    Mas de qualquer forma, foi interessante saber que existe um jogador mais antigo que prefira a 4a edição ao AD&D.

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  9. Grato pela atenção Caro Odin,

    A comparação de AD&D com GURPS foi mais ironia do que fato.

    O lance é que em comparação com as versões de D&D anteriores ao AD&D, o AD&D realmente é mais complexo, isso foi intencional na criação dele, mas achei que extrapolou demais (por isso, quando o assunto é simplicidade as versões anteriores ao AD&D de forma justa podem serem chamadas de simples, já o AD&D não).

    O problema do AD&D são excessos de sub-sistemas (que são piores do que os talentos e perícias do D&D 3E/4E pois pelos menos estes são intuitivos), o D&D 3E não possuí os muitos sub-sistemas do AD&D.
    Apesar de possuir elementos como os talentos, perícias, etc, eles não são sub-sistemas, mas sim se harmonizam com o sistema, além do mais tudo no D&D 3E são rolagem de D20 com modificadores e busca de resultados iguais ou maiores ao de um número alvo (no AD&D as coisas não passam só por isso, mas por muitas outras coisas, under roll/up roll em excessos numa "salada de frutas", ou seja, minúcias desnecessárias).
    No AD&D a tabela dos atributos são cheias de sub-sistemas (daí em diante vira uma bola de neve nos outros elementos do próprio sistema).
    D&D 3E mesmo com talentos, perícias, etc, é um sistema bem mais fácil de se entender, é muito mais intuitivo de longe em comparação ao AD&D.

    Sobre o D&D 4E, ele é um sistema que possuí um foco, foi feito para ter combates táticos e estratégicos com elementos fortes de jogos de tabuleiros (boardgames), possuí um design muito bem feito e mantém a intuitividade.
    É um sistema interessante caso os jogadores em termos de combate curtam a ideia do tático e estratégico.
    Não é um sistema para qualquer um, mas sim para gostos que se alinhe as propostas dele (não a toa foi o mais vendido por anos, foi superado somente por outro D&D (Panthfinder que é D&D 3E repaginado).

    O que o AD&D tem de bom e nisso ele é ótimo, são os Cenários e alguns Módulos de Aventuras e suplementos de fluff.

    Realço que entre os D&D's antigos (mesmo o OD&D) e dos modernos D&D 3E/4E , não tenho um sistema de D&D preferido, pois cada qual tem seu próprios feeling, foco, objetivo.
    A ressalva e exceção vem com o AD&D, que me decepcionou em termos de Conjunto de Regras, principalmente por excessos de sub-sistemas.

    Sei muito bem que THAC0 e CA decrescente não são intuitivos, porém com algumas partidas logo se entende como funciona ( e funciona muito bem).

    Mantenho que prefiro jogar Old Dragon em termos de uma Campanha, a encarar as versões do D&D do AD&D para baixo, pois o Old Dragon consegue ser melhor do que eles em termos de conjunto de regras, pois o Old Dragon vai direito ao ponto e apara as arestas.

    Prefiro também jogar Old Dragon a jogar D&D 3E/Pathfinder, pois estes são sistemas de combos, além de possuírem um tipo de desequilíbrio entre as classes insuportável/intolerável. Não que no Old Dragon as classes sejam equilibradas, mas sim que lá as coisas são suportáveis (não, não busco sistemas de classes equilibradas, mas sim desequilibradamente suportáveis/toleráveis).
    Do Pathfinder, gosto dos suplementos de ambientações, de alguns elementos do Cenário Golarion e de suas aventuras prontas, e de algumas poucas mecânicas de regras novas.

    Em termos de regras já não faço a mesma comparação com Old Dragon e D&D 4E, pois o D&D 4E tem focos diferentes do D&D 3E e do Old Dragon. A experiência de jogo do D&D 4E é uma, do Old Dragon é outra.
    Cada um deles buscam experiências diferentes em termos de jogo, cada um deles são bons nos seus próprios termos e quadrado.

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  10. Sim, concordo (e não estou sendo pejorativo aqui) que D&D 4 é um tipo de jogo totalmente diferente daquilo que as outras versões de D&D se propuseram a ser e a fazer. Achei interessante também como descrevestes D&D 3 e Pathfinder como um "sistema de combos"; também vejo ambos os sistemas desta forma, e concordo que Old Dragon é bem mais agradável e inclusive superior em termos de roleplay justamente por evitar a loucura e perda de foco que os combos "matadores" trazem a nossas mesas. O desequilíbrio entre as classes especialmente em D&D 3.5 sempre foi algo que me incomodou bastante.

    Quanto aos sub-sistemas do AD&D, eles realmente complicam as coisas em um primeiro momento, e geralmente são considerados os maiores responsáveis pela fama do AD&D de sistema complicado. O maior mérito do Old Dragon, a meu ver, foi se livrar de alguns deles de forma simples e coerente. Mas peguemos os atributos de AD&D como exemplo: Os ajustes aumentam de forma bem mais lenta do que em D&D 3, e até por isso, não é frequente a necessidade de consulta das tabelas de atributo no sistema. Mas mesmo sem sub-sistemas, o sistema de talentos, graduações elevadas de perícia e sinergias tornam o jogo em si muito mais complexo do que os sub-sistemas do AD&D.

    Esta é uma percepção bastante subjetiva, mas sempre senti que era mais fácil jogar AD&D do que D&D 3 depois que se aprende o básico do sistema. De qualquer modo, realmente concordo que Old Dragon fornece uma experiência de jogo excelente mantendo o clima do AD&D sem suas complicações, e isto, em minha opinião, torna mesmo sistema melhor do que D&D 3.

    Quanto às ambientações, concordo plenamente contigo; as do AD&D eram muito mais bem elaboradas, e Pathfinder tem várias boas ideias neste sentido, coisa que infelizmente não vemos tanto em D&D 3 e 4.

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