quarta-feira, 26 de março de 2014

Conhecendo um pouco mais sobre o Cruzado de Diablo 3

Fato curioso: O cruzado foi concebido como uma versão mais sombria do
paladino, mas os escritores abandonaram a ideia e criaram uma ordem
que mesclava uma forte convicção moral ao forte militarismo de Esparta.

Saudações, poderosos cavaleiros!

Apesar de não poder me considerar um jogador “hardcore” mesmo em meus jogos favoritos, que são os de RPG, geralmente fico muito atento a quaisquer jogos de fantasia medieval que tragam uma ambientação rica e bem desenvolvida. 

O clima sombrio, mas de ação heroica da série Diablo sempre me interessou bastante, principalmente por conta do enredo, culturas e “NPCs”, como Deckard Cain e Thyrael.

Como vários entre vós já sabem, a expansão de Diablo 3, Reaper of Souls, já está disponível, e com ela, uma nova classe de personagem que lembra muito os antigos paladinos do mundo de Santuário: O Cruzado. Apesar da aparência "ameaçadora", os cruzados não são sombrios ou fanáticos. São uma versão mais militarizada do paladino, que compõem uma ordem muito restrita em relação à admissão ou a número de membros. Ao contrário de outras ordens de paladinos que caíram ou já foram vítimas de corrupção demoníaca, a ordem dos templários se manteve fiel às suas origens e ao seu propósito: Seguir os preceitos de Akarat e combater o verdadeiro mal até o fim de seus dias.

Abaixo, trago-vos o texto explicativo já traduzido disponibilizado no site do jogo. Para quem quiser saber mais e não se importar em ler muitas linhas no idioma inglês, entrai neste PORTAL. O texto que lerão agora não é profundo, mas explica de forma satisfatória o que é a ordem dos cruzados e qual seu papel no mundo. Se desejarem informações mais aprofundadas, recomendo fortemente que leiam os pergaminhos em inglês.


A Ascensão de Zakarum

"A fé de Zakarum foi fundada há muitos anos, em algum momento após as guerras dos Clãs de Magos, pelo profeta Akarat, um asceta errante de Xiansai. De acordo com alguns registros históricos, foi durante esta época crucial (na qual a humanidade estava começando a rejeitar a magia e aceitando o conforto da religião) que Akarat recebeu uma revelação surpreendente, de um ser referenciado como Yaerius, ou "filho da luz" em sua língua nativa.

Ainda que exista algum debate entre os estudiosos sobre a verdadeira natureza da profecia de Akarat—especificamente se o "ser" que Akarat viu seria o Arcanjo Yaerius ou apenas um eco do sacrifício de Uldyssian no fim da Guerra do Pecado— seu significado é inegável. Dizem que a visão, manifestada como um magnífico raio de luz e energia através do céu, acendeu a crença fundamental de Akarat, que humanos eram seres de Luz, e que todos deveriam buscar sua “luz interior” para viverem uma boa vida.

Depois de receber esta revelação, Akarat começou sua grande jornada para as cidades de Kehjistão, espalhando a palavra sobre suas descobertas e encorajando os outros a abraçar a Luz que ele sabia existir em cada um. Apesar de Akarat eventualmente ter desaparecido de todos os registros históricos, seus ensinamentos vivem através do povo de Santuário, servindo como base espiritual para a fé e a igreja de Zakarum. (Curiosidade: o nome "Zakarum" vem de "Zakara", que significa "luz interior").

Aurora da Luz – O Nascimento do Cruzado
Depois do estabelecimento da fé de Zakarum, O General Rakkis foi enviado  para o oeste para conquistar. Ele levou muitos Paladinos com ele, mas um sacerdote sentiu uma mácula na igreja Zakarum e buscou purificá-la de sua amada fé. Essa mácula foi causada pelo Mal Supremo Mefisto, Senhor do Ódio, com suas obscuras intenções ligadas à Pedra da Alma, escondida no Templo da Luz em Travincal.

Antes do descobrimento da origem de sua escuridão, Akkhan, o sacerdote Zakarum em questão, buscou pelos mais devotos e talentosos guerreiros que conseguiu encontrar e passou a eles uma missão: limpar Zakarum de toda a corrupção. Eles viajaram para o leste, direção oposto à dos Paladinos do General Rakkis, no mesmo caminho seguido por Akarat nos últimos dias que precederam seu desaparecimento.
E assim nascia a Ordem dos Cruzados.

Os Paladinos do Passado e do Presente:
 Vamos analisar o que já sabemos: uma revisão de nosso querido Paladino. Paladinos são guerreiros devotos de Zakarum. Ao decorrer da história, diferentes seitas de Paladinos começaram a se formar, com diferentes objetivos e bases de operações. Isso inclui, os Cavaleiros de Hespéria, a Ordem dos Paladinos e a Mão de Zakarum.

Durante os eventos da Inquisição Zakarum, a Mão de Zakarum foi exposta como corrupta e chegou ao fim logo após os eventos de Diablo II. A Ordem dos Paladinos, enojada com a corrupção de sua fé, rompeu-se e partiu para o oeste, estabelecendo-se em Hespéria. Os Cavaleiros de Hespéria, já estabelecidos pela conquista de General Rakkis e vorazes para diminuir sua ligação com a corrupção de Mefisto, absorveram a Ordem dos Paladinos e se afastaram da fé de Zakarum.
Essas diferentes ordens, algumas de forma intencional, enquanto outras como resultado de uma desorientação maléfica, evoluíram suas artes, refinando suas práticas ao longo dos anos até chegarem aos Paladinos que conhecemos hoje.

A Cruzada Continua
 Ao contrário dos Paladinos, os Cruzados são um grupo de elite que pouco mudou desde sua criação, mantendo as crenças e práticas próximas dos ensinamentos originais de Akarat. Enquanto os Cruzados possuem uma habilidade similar de empunhar e usar a luz ao seu favor, seu entusiasmo vem mais do senso puro de justiça.Durante a formação, Akkhan se certificou de recrutar apenas aqueles com forte convicção e potencial de batalha. Ele também evitou trazer aqueles que outrora haviam recebido treinamento de Paladino, com medo de qualquer corrupção existente que poderia ser levada à sua caravana.

Akkhan recrutou apenas 427 Cruzados para sua causa, e ao longo do tempo, esse número caiu para os 341 que conhecemos hoje. Cruzados não têm o costume de recrutar ativamente para crescer em número e apenas se dedicam a aprendizes singulares. Quando é chegada a hora de um Cruzado abandonar sua arma, geralmente ao cair em batalha, seu aprendiz recebe não só seu escudo e sua arma, mas também seu nome. Isto é parte de seu juramento, de continuar a jornada original de Akkhan em sua forma mais pura."

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