quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Arquétipos Lendários

Não é preciso um bardo para nos lembrar  quem são estes aventureiros.
Saudações, nobres aventureiros!

Venho neste rápido pergaminho convida-los a debater sobe vossos arquétipos de raça/ classe favoritos em D&D.

Especialmente nos últimos anos, houve uma variedade muito grande de novas classes, raças e conceitos; alguns realmente interessantes e outros absolutamente terríveis. Contudo, por mais que os tempos mudem, alguns modelos clássicos como o guerreiro anão, elfo arqueiro, velho mago, paladino humano e tantos outros permanecem vivos na mente de novos e antigos jogadores.

Assim, gostaria de saber quais são vossos arquétipos clássicos favoritos, tanto como personagens jogadores quanto como NPCs. Estejam à vontade para expor vossas ideias tanto nos comentários deste pergaminho quanto na enquete localizada no canto superior esquerdo.

Que os Deuses estejam convosco!

15 comentários:

  1. Interessante questão. Bom, as combinações que eu mais gosto de usar em minha mesa como NPC’s bons são: Gnomo Ilusionista, elfo ranger, humano mago, halfling ladino e paladino humano. Vilões ficam como: Algoz humano, humano mago, meio elfo guerreiro, bárbaro orc. Isso se for para escolher classes, porque gosto de usar também beholders e dragões como vilões NPC’s, ao invés de simplesmente monstros.

    Acabo trabalhando muito mais com os papéis de cada um na história do que com esses arquétipos clássicos do RPG. Por exemplo, o Gnomo Ilusionista:

    Eles aparecem geralmente como personagens de apoio por períodos curtos e alívio cômico. Gosto de trabalhar os papéis de Malandro (aquele personagem que quer conseguir tudo com muito jogo de cintura, chegando a agir de forma imoral se necessário), Explorador (quase um arqueólogo de masmorras, querendo conhecer coisas novas e sendo guiado unicamente pela curiosidade) e Andarilho (aquele que vaga sem rumo, pelo simples amor em viajar).

    Mas meu papel favorito para um NPC vilão é: o “Black Guard”, um sujeito que segue um código de honra distorcido; que embora maligno, acredita em sua própria virtude, e julga todos à sua volta por um severo conjunto de regras. Os fins sempre justificam os meios, e nenhuma moralidade convencional consegue pará-lo.

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  2. Elladan, filho de Elrond9 de janeiro de 2014 18:54

    Meus conceitos favoritos para NPCs são: sábio (mago ou clérigo) elfo, barda elfa, paladino humano e guerreiro anão. Como personagens, gosto muito do ranger elfo arqueiro e do humano ranger. Já para vilões, meus preferidos são: orc bárbaro, lich necromante e cavaleiros negros, que geralmente são humanos.

    O anti-paladino para mim também é um clássico, mas sempre o mantenho como leal e mal, porque ele sempre segue um código de honra severo e distorcido. O que acho bacana nesta ideia é que ele mata indiscriminadamente por seus ideais, mas, ao contrário de outros vilões como um orc bárbaro, ele também é capaz de morrer por estes ideais.

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  3. Eu gosto de jogar com um humano bárbaro (ou guerreiro, caso não exista bárbaro no sistema), sempre tentando emular Conan hehehe. Já minha raça favorita são os anões "da colina". Com eles eu gosto de jogar com guerreiro ou ladrão neutros. Também gosto de anões da montanhas clérigos.

    Como pdms, eu não tenho muitas preferências. Gosto de colocar um mago humano demente com algum grau de vilania, mas fora ele, todos os outros pdms tem igual consideração. Como pdms monstros, os meus favoritos são "demônios" com tendências ambíguas, não gosto de demônios assustadores demais que fazem os aventureiros sacarem rapidamente a espada, geralmente crio meus próprios "demônios" estilo o efreet.


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  4. Muito interessante, nobres irmãos!

    Como gosto muito de anões, tanto os anões guerreiros quanto os clérigos estão entre os meus favoritos para jogar e usar em minhas campanhas quando for cabível. Outro personagem que gosto muito de jogar é o ranger humano estilo Aragorn.

    Como vilões, meus favoritos para usar são cavaleiros mortos-vivos, geralmente anti-paladinos, bárbaros orcs, arqui-demônios ardilosos e rakshasas.

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  5. Eu gosto do clássico sacerdote do deus da morte munido de foice que parte do princípio que deve ajudar os outros a serem despachados desta pra uma melhor. Ele mata inocentes sempre com o argumento de que esta "poupando-o de uma vida de agonia" ou coisa que o valha. Cura apenas os personagens do grupo que matam algum inimigo. Apesar de ser um monstro de sangue frio é calmo e compassivo com aqueles que estão morrendo pela velhice ou doença incurável fazendo o possível para aliviar suas dores.

    Dos cenário oficiais do D&D gosto de Chauntea de Forgoten Realms (poisé... FOICES!) e jogo com um sacerdote dela quando estou a fim de jogar com clérigos do bem.

    Guerreiros humanos normalmente eu os faço como um guerreiro espiritualizado que vê a guerra como um caminho espiritual e normalmente devoto do deus da guerra.

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  6. Muito interessante, nobre monge.

    Esta visão mais positiva do clérigo da morte para mim ficou muito bem representada pelo clero de Kelemvor de Forgotten Realms. Quanto aos guerreiros, também gosto de desenvolver este lado espiritualizado, imitando conceitos dos guerreiros beduínos, nórdicos ou celtas.

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  7. Gosto do tradicional anão guerreiro com personalidade forte honrado, por outro lado, também gosto do velho mago barbudo cheio de segredos que as vezes surpreende por ter alguns hábitos estranhos ou vícios. Os ranger taciturno ficaria em terceiro.Com vilões, gosto do necromante (lich) ou do algoz e quem sabe um bárbaro bem truculento. Mas todos ficam no chinelo perante o genial e traiçoeiro nobre corrupto (estilo politico brasileiro) XD

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  8. Hahaha, realmente, não há ordem de paladinos, guerreiro anão, mago barbudo ou ranger taciturno que consiga lidar com esta maldita corja infernal que são nossos imundos políticos. E o pior de tudo, é que, ao contrário de liches e anti-paladinos, estes desgraçados se proliferam como ratos.

    Apresentastes o mais terrível de todos os vilões, devo admitir...

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  9. O curioso desses arquétipos é que alguns deles eram classes no D&D primeira edição. Anão era classe (guerreiro) assim como o Halfling (que era uma versão estranha do ladino).

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  10. Na verdade Monge, anão, o elfo e o halfling, não eram classes na primeira edição verdadeira, "edição original".
    Eles se tornaram classes no Basic D&D, que era uma versão simplificada da original.

    Muita gente pensa (inclusive eu mesmo pensava isso) que as raças eram classes na primeira edição porque (eu acho) a primeira edição não chegou ao Brasil. Mas o Basic D&D chegou.

    Para mais informações sobre a história do D&D confira:
    http://jacomerpg.blogspot.com.br/2013/11/edicoes-de-dungeons-dragons.html
    :)

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    1. Caro Jacome, agradeço imensamente o esclarecimento. Nunca poderia imaginar que o D&D distribuído pela Grow fosse na verdade o "First Quest" da primeira edição. Primeiro porque simplesmente era "D&D" e nada esclarecia que era uma versão básica de outro jogo e segundo que não lembro de nenhuma revista de RPG esclarecendo isso no passado.

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    2. Disponha, caro amigo.

      Essa informação realmente é obscura e poucos rpgistas brasileiros devem saber. Eu mesmo a desconhecia, até quando eu fiz esse mesmo comentário num outro blog e me disseram que o BD&D não era a primeira edição de D&D. Isso me motivou a procurar mais sobre a história do nosso hobby, e acabei criando a página que coloquei no comentário anterior.

      Abraços.

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  11. Era comum mesmo que anões, elfos e halflings fossem tratados como "classes" antigamente porque cada uma delas representava um determinado esteriótipo.

    Mas de qualquer modo, obrigado pelas informações, sábio dragão!

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    1. E o mais interessante é que essas regras raciais são resquícios das regras do jogo de estratégia com miniaturas (war game) que os criadores do D&D jogavam.

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  12. Sempre gostei de jogar com Cavaleiros. Deixo os magos de chapéu pontudos como segunda opção e o anão guerreiro em terceiro lugar.

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