sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Preparação para O Hobbit: A guerra entre Anões e Orcs

Nesta guerra absolutamente sangrenta e impiedosa, mais da metade dos anões
do clã Barbas Longas perderam suas vidas, junto de cerca de 10.000 orcs.
Saudações, bravos guerreiros!

Afim de nos prepararmos para a estréia do filme O Hobbit, trago-vos novamente esta que foi uma das maiores e mais sangrentas guerras inter-raciais da Terceira Era da Terra Média: A guerra entre anões e orcs.

Se este confronto épico será narrado de forma fiel por Peter Jackson ou se o diretor abordará o evento com seus sofríveis "toques pessoais", apenas o tempo dirá, mas segue abaixo a descrição desta gloriosa batalha:


“A Guerra dos Anões e Orcs foi uma grande guerra travada entre as duas raças, e começou quando o idoso rei anão exilado Thrór, herdeiro de Durin, tentou retomar sozinho o reino de Moria e foi assassinado por Azog o Orc em 2790 da Terceira Era. Após covardemente enviar vários de seus guerreiros contra Thrór para enfraquecer o rei anão, Azog assassinou-o em combate homem contra homem quando Thrór mal conseguia permanecer de pé.

Além disso, Azog marcou seu próprio nome na cabeça decepada do Anão - resto do corpo foi cortado em pedaços e dado aos corvos. Azog regozijou-se sobre este ato e não só impediu os anões de recuperar cabeça de Thrór, como ofensivamente enviou um saco de dinheiro como "pagamento" pela cabeça do rei anão, evidentemente contando em detalhes o ritual de esquartejamento e decapitação.

De 2790 à 2793 da Terceira Era, os Barbas-longas (descendentes de Durin) responderam ao insulto reunindo suas forças, pedindo que todas as casas dos anões se preparassem para marchar .Em 2793 os exércitos combinados dos Anões atacaram, destruindo e exterminando um por um todos os fortes orcs nas Montanhas da Névoa, desde o Monte Gundabad ao norte até o pico de Methedras no sul.

A maior parte da guerra foi travada no subsolo, nas minas de grande e túneis das Montanhas Sombrias, onde Anões eram virtualmente imbatíveis em combate. A guerra foi considerado terrível, com nenhum dos dois lados mostrando qualquer misericórdia. Apesar de estarem em número muito inferior, os Anões tinham a vantagem, graças ao seu talento para a guerra, suas armas superiores e principalmente devido à grande fúria que os acometia por causa da zombaria de Azog.

A guerra chegou ao clímax em T.A. 2799, quando uma batalha final foi travada no vale de fora dos portões leste de Moria, a batalha de Nanduhirion ou Azanulbizar como os anões chamavam-na. Os rumos desta batalha estavam inicialmente contra os anões, pois os orcs tinham o terreno elevado e um número quase quatro vezes maior; para completar, a batalha aconteceu em campo aberto, em um dia escuro de inverno onde não havia sol algum para incomodar os orcs.

A maré da batalha mudou completamente quando um último contingente de guerreiros anões das Colinas de Ferro, liderado por Grór, chegou para reforçar as fileiras dos anões. Azog foi morto em combate singular por Dáin Ironfoot, que após a batalha arrancou a cabeça de Azog e pregou-a em uma lança, com a bolsa de dinheiro enfiada na boca do orc. Contam os registros que nesta batalha mais da metade dos anões envolvidos foram mortos ou gravemente feridos, mas a perda dos orcs foi mais expressiva; foram contados 10 mil corpos de orcs no vale ao fim da batalha. Foi neste dia inclusive que Thorin ganhou seu apelido de Escudo de Carvalho, pois quando estava no final d seu vigor e já sem sua arma, o anão pegou um ramo de carvalho e com ele continuou lutando contra seus inimigos.”

Saldo: Cerca de metade dos guerreiros anões do clã Barbas Longas perdeu a vida no confronto, e o pseudo reino de Azog foi destruído junto com o rei orc e 10.000 de seus guerreiros.

Vitória: Anões.

4 comentários:

  1. Bahhhhhhhhhh!!!! Quero passar malz nesse filme.. G*** litrossssssss!!!

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  2. Hahaha, parece que temos aqui um guerreiro que exagerou um pouco no hidromel...

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  3. Li em críticas que Peter Jackson usou a figura de Azog no filme, mas na verdade ele já deveria estar morto em O Hobbit XD. As justificativas são de que isso foi feito para que houvesse um vilão mais "concreto" no filme. O engraçado é que o filho dele, o Bolg, também vai aparecer (como acontece mesmo em O Hobbit), então poderiam ter apenas dado um destaque maior para Bolg e pronto. MAS, eu achei spoilers e li o que vai acontecer em relação ao Azog no filme. Essa história foi completamente mudada, e Azog realmente não está morto e nem sequer lutou com Dáin.

    Podem me chamar de purista, mas essas viagens do Peter Jackson me irritam, simplesmente porque ele pode achar outras formas de acrescentar ação e antagonistas nos filmes, sem ficar mudando a história da Terra-Média. Carambolas. Mas, com três filmes enormes baseados em um livro de menos de 300 páginas, ele vai ter que encher muita linguiça mesmo.

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  4. Maldição, não acredito que esta nobre batalha teve seu desfecho estragado por conta de um devaneio deste maldito tolo!

    Eu realmente quero gostar deste filme por ser um grande fã da obra e da mitologia de Tolkien, mas concordo plenamente contigo, lady Astreya; as mudanças sem propósito que Peter Jackson coloca em seus filmes são muito, muito irritantes.

    E nem irei comentar o fato de transformar este livro em 3 filmes... por mais que eu aprecie ver a Terra Média ganhando vida, estender a história em três filmes de quase três horas deixará muito espaço para as "interpretações" de Peter Jackson, o que prejudicará muito o andamento da trama.

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