terça-feira, 18 de setembro de 2012

Qual são vossas raças de fantasia favoritas?

Saudações, nobres aventureiros!

Uma vez mais, os guerreiros venceram o embate anual dos Salões de Valhalla sobre a classe preferida dos frequentadores destes Salões.

Agora, uma nova batalha começa, na qual apenas a mais marcante raça da fantasia medieval clássica há de se erguer triunfante.

Assim, fica a pergunta da nossa nova enquete: Qual são vossas raças favoritas dentro da fantasia medieval clássica?

17 comentários:

  1. Hahaha, pelas minhas barbas, esta resposta foi rápida como o relâmpago de meu filho!

    Fostes tão rápida que respondestes enquanto eu ainda criava a enquete!

    Se puderes, registre teu voto, nobre artista.

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  2. Num tem jeito. O humano básico é sempre minha escolha.

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  3. Vamos polemizar...

    Eu gosto de cenários de fantasia, todo mundo sabe disso. Adoro aquela coisa clássica de existir a cidade dos elfos, a cidade dos anões, a cidade dos cataventos e por ai vai. Mas, sempre que eu reflito um pouco mais a fundo eu me pego frustrado nessa variedade dos mundos de fantasia. Não são todos, mas existem muitos exemplos de cenários que não se dão ao trabalho de fazer uma boa ambientação destas raças, crias costumes e crenças que sejam realmente destacados do restante do mundo. A ideia que me passa, e que me deixa triste, é que em muitos cenários os elfos são "humanos da floresta" e anões são "humanos das montanhas", com todas os seus afetamentos e rudezas, respectivamente. Você não os vê como algo realmente além do humano e isso me faz falta quando quero por um peso mais realista em meus jogos. Tenho certeza que o Odin entende meu ponto, já que é também fã destas diferenciações mais gritantes, que ele se esforça em fazer em Elgalor, por exemplo. Sinto falta disso e, achando que não conseguiria fazer o mesmo, decidi abordar de uma forma diferente no meu próprio cenário, o Belregard, criando um mundo onde estas raças já existiram, mas foram exterminadas pelos humanos durante sua conquista do mundo. Meio Dark Sun? Ok... Digamos que lá a coisa deu certo. Sendo assim, também fico nos humanos, que podem ser elfos machos ou anões afetados!

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    1. Sou de opinião muito parecida hehe. Realmente para mim os humanos são humanos, anões são anões e elfos são elfos. E a diferença vai além da cultura, eles possuem toda uma forma de pensamento e de agir natas, e habilidades naturais diferentes. Logo, são como três espécies de animais diferentes, mas tão ou mais sabias quanto os humanos. Homo Sapiens, Elfi Magicus, Ananus Petrus hehe

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  4. Hahaha, grande consideração, nobre amigo! Gostei especialmente da parte dos "elfos machos e anões afetados"...

    Realmente, entendo teu ponto, e concordo plenamente contigo. Elfos, anões, meio orcs, etc, precisam ter suas culturas bem descritas e definidas, para não serem apenas meros personagens "humanizados".

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  5. Leonardo Viera Andrade19 de setembro de 2012 13:41

    HAHAHAHAHAHAHAHAHA, eu sabia que o Neves era um grande devoto de Zarus!

    Eu também concordo com o fato das raças serem humanizadas demais em muito cenários. Na nossa mesa fizemos as raças terem suas próprias culturas, valores e até divindades raciais. Uma coisa que nós fizemos para quem gosta das raças humanizadas, foi criar sub-raças que vivem em conjunto com os humanos, como os elfos abandonados (elfos órfãos que foram criados por humanos) e os anões imperiais (anões cujos os avôs abandonaram as fortalezas nas montanhas para viver com os humanos no império). Esse tipo de coisa permite criar personagens não-humanos que são humanizados, mas sem ferir a cultura principal de suas raças.

    Meu voto vai para os gnomos!

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  6. Esta ideia das sub-raças é uma alternativa boa para quem quiser elfos, anões ou meio orcs mais próximos de humanos.

    E meu voto foi para os bravos filhos de Moradin!

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  7. Orcs. Melhor e mais divertida raça de se jogar!

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  8. Pelas minhas barbas! Lembrei-me dos elfos negros e me esqueci dos orcs na enquete. Perdão, bravo guerreiro.

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  9. já estive em grupos que so haviam elfos ja joguei ate com fadas (acredite se quiser era homem)mas pra mim quando se é humano tudo tem sempre um sabor a mais é fácil ser subestimado assim como é fácil surpreender dei-me uma espada e te mostrarei o mundo rsrsrs

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  10. Hahaha, sábias palavras, bravo Asus!

    E sejas bem vindo aos Salões de Valhalla, feroz guerreiro!

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    1. sempre será um prazer lutar ao lado de Odim

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  11. Rogério Monge da Dungeon24 de setembro de 2012 11:47

    Meus dois centavos:

    Lendo as observações sobre a “humanização” das raças gostaria, antes de falar sobre minha raça favorita, dissertar sobre uma “coisinha” que sempre me deu nos nervos: a fantasia medieval “arroz-com-feijão”. Claro a enquete trata dos clássicos mas por “clássico” eu entendo a “obra mãe” e seus similares, neste caso: Senhor dos Anéis e os derivados D&D 1ª e 2ª Edição.

    Meu problema não é por ser um clássico, mas parece que este clássico se tornou algo meio que “obrigatório” em qualquer fantasia medieval de “respeito”. MMOs como WoW, Shaya e outros não conseguem fugir do tripé: Humano – Anão – Elfo. Pode ter outros nomes, podem ter até uma cor diferente mas SEMPRE tem que possuir uma raça esguia e orelhuda e uma baixinha e barbuda. Orc TEM que ser uma presença obrigatória seja como “minion” insignificante ou uma raça para jogador. Essa e outras coisas que às vezes me deixam a questionar se falta criatividade ou excessiva fidelidade a um estereótipo já tão batido e explorado.

    Mas voltando a questão da humanização, existe um fator que eu gostaria de salientar: Traços verdadeiramente raciais vs traços culturais: Certos traços como a natural resistência a veneno de um anão, assim como a agilidade nata do elfo são traços forçosamente naturais ao passo que um +1 nas jogadas de ataque com espada longa e uso de “machados de guerra anão” são traços oriundos da cultura: algo que o LdJ de qualquer edição não parece deixar claro, é como se geneticamente um anão já soubesse empunhar um machado. Por isso que quando eu criei O “Anão de Armadura de Nonsen” eu o fiz já satirizando este aspecto do D&D onde vemos sempre anões vestindo camadas de metal e portando armas que são “geneticamente propensos” a usar. Não digo que estes traços culturais, em si são ruins, apenas eu acho que estes traços deveriam ser “abertos” para que o jogador escolha. Será que TODA a cultura anã TEM que usar machado? Se eu for um humano criado por pais anões ou mesmo em contato constante com sua cultura não poderia também possuir este traço?

    Onde eu quero chegar: Temos traços oriundos das raças e acho que estes deveriam ser a diferenciação fundamental entre as raças em si, e isso poderia incluir a personalidade mais comum da raça. Os traços culturais serão elementos extras que dão mais possibilidades interpretativas e que estariam abertos a quem quisesse usar sem “humanizar” a raça e sem ter que força-la a assumir um traço cultural apenas para ter um diferencial frente aos humanos.

    Por fim: a raça que eu mais gosto de jogar não consta aí na enquete, pois não podemos considera-la um “clássico”: neste caso sempre gostei dos mortos-vivos por fazer excelentes “heróis trágicos”. Destas a única que consegui jogar foi com um Ghoul Monge/sacerdote (poisé) que buscava a redenção pelo pecado que o tornou um monstro e que seguia o caminho monástico como forma de evitar que a “fome” o transformasse numa besta sem mente. Gosto também do Homem-Lagarto.

    Das clássicas, que fazem parte da enquete, a minha favorita é o Tiefling: Gosto do Demon Style não necessariamente maligno dele. Até um dos meus aliados favoritos no Neverwinter Nights II é a Neeshka uma Tiefling/Ladina.

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  12. Considerações muito interessantes, nobre monge.

    Há realmente uma grande "uniformização" no comportamento de anões e elfos, principalmente. É claro que isto não precisa ser seguido rigorosamente em todas as ocasiões, mas serve tanto para definir o comportamento padrão destas raças quanto para enfatizar que a única raça (clássica) que possui como característica esta variabilidade gigantesca em comportamentos é a raça humana.

    Em Forgotten 2a edição, lembro de ter lido algo muito interessante sobre isso: Todas as raças vivem em considerável harmonia com seus "parentes de sangue", mas os humanos eram os únicos que faziam da guerra entre si um hábito forte. Isso, apesar de ruim, demonstrava a versatilidade e riqueza de pontos de vista que nenhuma outra raça exibia.

    E Tieflings podem realmente ser ótimos heróis trágicos, e não necessariamente malignos.

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