terça-feira, 11 de setembro de 2012

Dragões em Azeroth (parte 1)

Onyxia
Saudações, bravos aventureiros!

Trago-vos hoje um pergaminho muito interessante escrito por nosso nobre irmão J Neves IV, sobre os poderosos dragões de Azeroth.

" Azeroth é um mundo dividido em muitas facções. Ao longo da História, foi ameaçado por pragas, batalhas e conflitos, mas para algumas criaturas que habitam essa terra, preocupações tão insignificantes não merecem atenção. Eles detêm um poder que rivaliza o de qualquer grande exército e que seria capaz de destronar qualquer rei. Não seria apropriado chamar essas criaturas poderosas de “feras”. Em vez disso, possuem seus próprios títulos. Eles governam suas revoadas como tiranos em seus tronos, seus nomes são pronunciados em sussurros, mas seus filhos vagam pela terra em busca de alimento, garantindo que ninguém esqueça os verdadeiros mestres das vastidões inexploradas: os dragões de Azeroth.

Os dragões se agrupam em cinco revoadas que alegam serem os descendentes dos principais expoentes de sua raça. Cada cor se orgulha de sua ancestralidade e linhagem e se recorda dos nomes de todos aqueles que já se foram. Por sua vez, as revoadas dividem-se em pequenos grupos familiares conhecidos como ninhadas. Cada uma ocupa e domina um território nas áreas menos povoadas de Azeroth. Algumas são vistas como frequência; outras foram quase extintas devido às guerras entre sua própria espécie.

Os dragões de Azeroth são muito mais inteligentes do que os humanos que os caçam; eles se empenham em conciliar sua natureza metafísica com a realidade do mundo selvagem onde habitam. Embora cada dragão seja uma entidade poderosa, eles também representam as origens do mundo e estão encarregados de proteger diversas partes da criação de Azeroth desde tempos imemoriais. Atualmente, os dragões ainda se lembram de suas naturezas primordiais e tentam usar seus poderes para concretizar seus objetivos originais: para alguns, moldar pedras e erguer montanhas; para outros, proteger as florestas ou expandir o reino da magia.

Em grande parte, todos os dragões pertencem à mesma espécie, com estrutura óssea, anatomia e capacidade física semelhantes. Porém, cada revoadas tem objetivos, interesses e ideais diferentes. O viajante cuidadoso se lembra das palavras antigas pronunciadas por um dos magos mais poderosos de Azeroth: Deixe os dragões adormecidos em paz.

Os dragões de Azeroth chegam à idade adulta em uma mera centena de anos. Eles são muito astutos e místicos, utilizando as magias para complementar sua grande capacidade física. Como cada criatura mantém uma ligação íntima com o mundo ao redor, a morte de um dragão nunca é algo simples; trata-se de um evento metafísico, impulsionado por suas ligação natural ao espirito do mundo. Esse acontecimento pode causar grandes alterações na paisagem local – terremotos, explosão de lava superficiais, um novo lago emanando de uma fenda repentina na crosta terrestre e assim por diante.

Até mesmo os dragões jovens, aqueles que não chegaram a estabelecer uma ligação muito íntima com o mundo espiritual, rasgam o tecido da realidade quando morrem, apesar destas fendas nem sempre serem vistas ou percebidas pelas outras raças, a morte de um dragão jovem chama a atenção de seus semelhantes – e das criaturas particularmente vinculadas ao estado natural da existência ao redor."

2 comentários:

  1. Dragões são fodasssssssssssssssssss

    Fiquei curioso sobre essa divisão em revoadas e ninhadas.

    Esperando para saber mais.

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  2. Sejas bem vindo aos Salões de Valhalla, lord Anderson!

    Logo trarei mais informações sobre as revoadas e ninhadas,podes ter certeza.

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