sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Trailer de Mists of Pandaria

"Para meu povo, a questão é: Pelo que vale a pena lutar..."
"Perguntar por que lutamos é o mesmo que perguntar por que as folhas caem... Mas talvez, haja uma pergunta melhor a ser feita..."

Saudações, nobres aventureiros!

Trago-vos aqui o trailer de abertura da nova expansão de World of Warcraft, Mists of Pandaria.

Mesmo para aqueles que não acompanham o jogo ou a mitologia de Azeroth, trata-se de um vídeo divertido e bem produzido. Esta nova expansão tem data de lançamento prevista para 25 de setembro deste ano, e traz diversas mudanças tanto na mecânica das habilidades especiais do jogo quanto em certos pontos do enredo da história.




12 comentários:

  1. Oh Deuses! não vejo a hora de poder contemplar esse espetacular jogo e lutar FOR THE HORDE!haha

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  2. Hahaha, apesar de gostar de certas raças na Aliança, também sou "pró Horda"

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  3. Alguém poderia me tirar da ignorância e esclarecer onde o Kung Fu Panda entra no cenário de Word of War Craft?

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  4. Hahaha, claro, bom amigo.

    Até onde sei, a situação é a seguinte: durante uma intensa batalha naval entre as frotas da Aliança e da Horda, houve uma grande tempestade, que destruiu a maioria dos navios e arremessou alguns sobreviventes em uma ilha misteriosa, e até então completamente desconhecida.

    Nesta ilha vivem uma raça de valentes pacifistas guerreiros/ monge chamada Pandaren (sim, parecem mesmo com Kung Fu Panda...). Estes pandaren antigamente foram escravos de uma raça maligna,e para se libertar, precisaram aprender a lutar sem armas, o que explica o fato de serem monges.

    De qualquer modo, os Pandaren concordaram em ensinar suas técnicas aos membros da Horda e da Aliança, até para tentar "equilibrar" as duas facções, que nesta expansão estão a beira de uma guerra total.

    Para ser sincero, não gosto de pandas e tenho minhas ressalvas até quanto à inserção de monges em um cenário dominado por shamans, druidas e paladinos, mas como a Blizzard sempre foi muito competente em desenvolver conceitos e enredos para seus jogos, dou a eles um voto de confiança.

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  5. Entendo que é uma inovação para o cenário. Entretanto, acho que fica um pouco longe da temática original do jogo. Espero que agrade aos fãs.

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  6. Rogério "Monge da Dungeon"21 de agosto de 2012 15:03

    Eu, pessoalmente, gostei.

    To com um Pandarem Monge Healer ja planejado.

    Quanto ao "Kung Fu Panda" os Pandarem existem a mais tempo que Pô e sua turma, lá no Warcraft III. Eram uma "raça neutra" algo que os Goblins atuais da Horda deveriam ser.
    Não acho que quebre o clima, não mais do que Everquest I e II que possuem também monges junto a Cavaleiros da Morte, guerreiros, magos e afins.

    E convenhamos: temos Minotauros (Grego) com cultura Indígena (Norte Americana)que pode ser Druidas (Celtas) e Xamãs (Originalmente o termo vem da Sibéria) e podem ser paladinos (Guerreiro Romano)...

    Draeneys são, basicamente, alienígenas.

    Trolls seguem o panteão Voodooo, possuem uma cultura muito parecida com a africana misturada com povos como os maias...

    Enfim, não sei exatamente em que adicionar mais uma cultura iria quebrar o "feeling" do WoW que já é uma mistura...

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  7. Humm... interessantes considerações...

    Foi bom lembrar que os Pandaren já existiam na época de Frozen Throne, e que o cenário conta ainda com Draeneys, que são, de fato alienígenas (assim como os orcs, se pensarmos bem).

    O meu receio na verdade vem do fato dos Pandaren "infantilizarem" o clima do jogo. Mas lendo um pouco sobre a cultura e valores da raça, este meu receio diminuiu consideravelmente. E considerando que os criadores do jogo conseguiram, de forma muito eloquente, colocar Tauren e Blood elves paladinos bem caracterizados no cenário, acho que farão o mesmo em relação aos monges.

    E como a cultura dos monges lembra muito os valores espirituais dos Tauren e Night Elves, principalmente, acho que sou obrigado a concordar contigo, nobre Monge da Dungeon. É bem possível que eles sejam inseridos de forma coerente dentro da "mistura" de culturas que caracteriza Azeroth.

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  8. Rogério Monge da Dungeon21 de agosto de 2012 22:28

    Ah sim. A mim também caiu sobre os ombros o "feeling" da infantilização do Kung Fu Panda. Minha primeira reação ao conhecer o MOP foi justamente o de dar parabéns para Blizzard por usar a fama da franquia de "Po e sua turma" como meio de alavancar o WoW. Mas jogadas marqueteiras a parte, pesquisei um pouco mais a fundo e descobri que os Pandarens eram mais antigos que o desenho. Aliado a nova mecânica de batalha de PETs, de início o pessoal começou a escurraçar o MOP alegando que ia se tornar uma espécie de mistura de KFP com Pokemon.
    Coloquei meus neurônios pra "funfar" e notei algumas coisas interessantes, e principalmente, o "poder da mídia". Devido a referência mais comum e antiga que temos, passamos a julgar o novo com base nestas referências. Se pokemon e afins não fossem criados antes do WoW, provavellmente a batalha de PETs seria comparada as Rinhas de galo, cães e afins, ao passo que os Pandaren só iam, no máximo, ser referenciados como "bichinhos fofinhos", se fossem lançados antes que Kung Fu Panda.
    Não que ter algo como referência seja uma coisa ruim em si, mas pode, como eu mesmo fiz num primeiro momento, gerar pré-conceitos e acabamos torcendo o nariz antes de experimentar ou deixar a coisa se desenvolver.
    O Pandaren do Cinematic, principalmente com o rosnado discreto logo após o Orc quebrar a estátua e sua expressão séria e aparência animalesca, ao menos para mim, eliminou o fantasma de Kung Fu Panda... Porém existe algo que me deixou apavorado e com um horrível pré-conceito:

    Uma das cantatadas do Pandaren macho ele canta funk!

    http://www.youtube.com/watch?v=elUKMMJwjX4

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  9. FUNK??????? MALDIÇÃO, E ELES ESTAVAM COMEÇANDO A SUBIR NO MEU CONCEITO!!!

    Brincadeiras à parte, também fiquei receoso quanto às referências de Kung Fu Panda e Pokemon no jogo. Até ver o trailer que postei nestes Salões, tinha o seguinte pensamento: Como gosto muito do conceito sábio que monges bem trabalhados carregam (e os monges de Azeroth, ao contrário dos de D&D realmente possuem um bom conceito), farei um monge Tauren (minha raça favorita), pois os conceitos Shintoístas dos monges se assemelham muito à filosofia animista dos Tauren.

    Contudo, após ver o vídeo, tive a mesma impressão que mencionastes: os pandaren poderiam mesmo ser personagens sérios e dignos de respeito. Especialmente levando em conta as palavras do monge no final do vídeo. Por isso que hoje acredito que farei um monge pandaren (Brewmaster), até mesmo para aprender mais sobre a cultura deste povo.

    A Blizzard sempre demonstrou uma grande cuidado com a ambientação de Azeroth, e acredito, assim como ti, que se apreciamos o jogo e seu enredo, devemos deixar o preconceito de lado e dar uma chance aos Pandaren.

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  10. Esses pandas são muito lindos. Ponto.

    Mas lindezas à parte, eu achei a expressão que eles deram ao pandaram muito interessante. Realmente o WoW já é uma mistureba legal, acredito que possa ficar bem interessante.

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  11. Hahaha, sabia que ias gostar...

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