segunda-feira, 2 de julho de 2012

Um romance sobre os bravos guerreiros de Darakar, por Jaco Galtran

- “Pode a chuva alagar a terra, relâmpago ensurdecer a imensidão. Sob o reino da Pedra e Ferro, o que ressoa é o Machado do Trovão”


Saudações, bravos guerreiros!

Como havia comentado anteriormente, nosso nobre e talentoso irmão, Jaco Galtran, está escrevendo um romance ambientado em Elgalor, focando-se em uma grande contenda empreendida por um bravo grupo de guerreiros anões de Darakar.

A saga se passa no início da Era dos Orcs, quando as pérfidas e selvagens criaturas realizaram uma invasão em massa liderados pelos 4 Arautos da Destruição. Abaixo, apresento-vos o pequeno prólogo escrito pelo mestre Jaco:



“Justiça. O que eu busco chama-se ‘justiça’, apesar de eu apostar que vocês chamarão de ‘vingança’. Não sei se existe mesmo alguma diferença entre as duas coisas, e vou deixar que os bardos se encarreguem de resolver essa questão.
Vou atrás de justiça, e vou sem avisar vocês, porque sei que tentariam me impedir. Sei que não me entenderiam e sei que nem ao menos tentariam. Vou, e vou depressa, porque estou sedento por justiça e não quero viver com o remorso de não ter feito nada para punir quem merece ser punido. Vocês me conhecem...
'É muito perigoso’, vocês devem estar dizendo agora. Pouco me importa! Sangue de gente melhor que eu foi derramado. Não tenho por que preservar minha vida sentando confortavelmente em algum canto esperando que os deuses façam alguma coisa. Na pior das hipóteses, vou morrer lutando. O que para mim seria uma honra.
Não espero que me dêem razão e não espero que me entendam. Honestamente, só espero que não tentem me impedir. Alguns inimigos nossos fizeram isso no passado, e vocês devem se lembrar de como tudo terminou. Se quiserem me ajudar, orem por mim. Porque eu orarei por vocês.

Que meu coração seja a forja, e tu o ferreiro,
Que o fogo da coragem me consuma, tal qual um braseiro,
Faz-me forte como o aço, e sólido como o rochedo,
Faz-me senhor da coragem, nunca escravo do medo,
Faz-me senhor do meu destino, senhor do meu amanhã,
Para a honra do meu deus, do meu rei e do meu clã.

Viram só? Eu ainda lembro das palavras.”

- Ao terminarem aquela leitura, Garren e Drunnan começaram a se preparar para uma longa e imprevisível viagem.


8 comentários:

  1. Meus agradecimentos ao nobre Jaco por escrever está poderosa saga. Já li o primeiro capítulo, e posso dizer-vos que está espetacular!

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  2. Muito bacana mesmo! Anões sempre são cativantes, mas estou curioso para vê-los no papel principal, já que sempre ficam representados como elementos extras e algo central. Essa canção ai ficou muito legal.

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  3. Realmente, anões sempre obtiveram papéis secundários nas histórias onde participavam. Fiquei muito feliz quando Jaco me disse que desejava criar uma história sobre eles.

    E a canção ficou mesmo excelente, digna deste nobre povo.

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  4. Uma bela introdução... Não resta dúvidas que este romance vai ficar extraordinário... Parabéns ao talentoso Jaco Galtran...

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  5. Pelos Deuses, só esse prólogo já me deixa babando. Com certeza o nobre Jaco é um dos escaldos mais talentosos que já conheci.

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  6. Anões no papel principal? Prevejo algo realmente inovador!

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