quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Dungeons and Dragons 5ª edição: Um retorno às origens?

Saudações, nobres irmãos!

Como muitos já sabem, foi anunciada oficialmente em janeiro o lançamento (provavelmente para o início de 2013) da 5ª edição de Dungeons and Dragons, que tentará trazer o jogo de volta a sua antiga glória, antes da malfadada 4ª edição.

Compartilho convosco as informações que meus corvos obtiveram em sites e fóruns oficiais da Wizards of the Coast.



• A empresa se deu conta de que o jogo D&D está sendo muito jogado em versões diferentes da 4ª edição, o que os fez reconhecer que levaram o jogo para um rumo que desagradou muitos jogadores antigos, e que não foi capaz de cativar uma quantidade expressiva de novos jogadores.

• A 5ª edição propõe criar um sistema de regras mais flexível e interpretativo, com elementos do AD&D, D&D 3 e também do sistema Pathfinder. Este último em especial tem feito muito mais sucesso do que a 4ª edição, o que chamou muita atenção da empresa. A intenção com isto é garantir a volta de antigos jogadores, que reclamaram muito pela falta da liberdade e aspecto interpretativo do jogo.

• Monte Cook estará supervisionando todo o processo de criação da nova versão do jogo.

• Uma das propostas mais ousadas da 5ª edição seria fornecer um sistema de jogo tão flexível que pudesse ser jogado em diversos estilos; old ou new school.

• Está sendo cogitado lançar os livros básicos da nova edição em caixas, com os livros básicos em capa mole, a fim de baratear o custo do produto. (Pessoalmente, duvido muito que isso realmente aconteça.)


Particularmente, tenho grandes esperanças em relação a este novo lançamento, principalmente porque a empresa se deu conta que perdeu uma substancial fatia de mercado transformando D&D em um MMO de papel, limitando muito a liberdade dos jogadores. A 5ª edição promete reunir de forma coesa todas as melhores idéias já criadas no jogo.

Se conseguirem metade disso, já teremos um excelente dungeons and dragons.

19 comentários:

  1. Usa o termo 'MMO de papel' como algo negativo, mas sugere a leitura de quadrinhos de WoW como inspiração. Coerente.

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  2. São duas coisas completamente diferentes, prezado anônimo...

    Sugiro a leitura de quadrinhos de WOW porque retratam situações/ relações de personagens interessantes que podem ser bem aproveitadas em aventuras de RPG, assim como outros materiais de leitura referentes à fantasia que enriquecem nosso conhecimento e ideias acerca do tema. Alguns jogos online apresentam mitologias simplesmente excelentes, que devem ser conhecidas por todos os amantes de fantasia.

    Quando me refiro aos MMO de papel de forma negativa, estou tratando da maneira mecânica e rígida como as regras e conceitos do jogo passaram a ser abordados dentro de D&D na 4a edição, que tentou descaradamente atrair mais jogadores imitando a mecânica de Wow. Isto funciona dentro de um MMORPG programado em computador, mas não em uma mesa real. Um RPG de papel tem como premissa ser um jogo de interpretação, e isto se torna difícil por vezes quando as regras são rígidas demais e todo o sistema e classes giram em meramente em torno de papéis desempenhados em combate.

    Resumindo: Bons quadrinhos e livros são ótimas fontes de inspiração, enquanto mecânicas de MMO funcionam bem em jogos online, mas não em mesas reais onde jogadores prefiram priorizar os aspectos interpretativos do jogo.

    Espero que tenha sido claro.

    PS: Não amaldiçoarei a alma de ninguém por discordar de mim, portanto, sintam-se à vontade para colocar vossos nomes nos comentários. Estamos aqui justamente para trocar opiniões.

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  3. Engraçado o pessoal insistir nessa de que não atraiu gente, quando o jogo parece ter uma parcela boa de novos jogadores e ainda ser um dos mais vendidos no mundo.
    Falando nisso, como vão as vendas do Asgard RPG?

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    1. Anônimo, acredito que a questão não é atrair novos jogadores e sim agregar os jogadores novos e antigos em um único sistema. Pense, o que adianta ter 10 mil novos jogadores se os 100 mil que jogam as edições anteriores não migram para a 4ª Edição. Prejuízo para a Wizard! Escrevi um pouco sobre esses assuntos no RPGames Brasil, dá um olhada em Meu Deus, outra edição de D&D e também no tópico Livros, porque reeditá-los.

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  4. Particularmente, depois de já ter jogado o Basic, o AD&D (meu preferido), o D&D 3 e 3.meio e a 4ªedição, acho que no fim das contas deveriam lançar apenas um livro, mesmo que este venha a ter 500 ou mais páginas. Depois desses anos todos vendo meus jogadores perdidos em meio a tantos livros e gastando um bom tempo que seria muito bem jogado por sinal, seria essa a melhor alternativa, mesmo perdendo um pouco da "tradição" dos 3 livros básicos.
    Abraço.

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  5. Quer dizer que alguém só pode criticar a 4ª Edição se tiver vendido mais livros que eles? Por favor, anônimo...

    A intenção de agradar à assim chamada "old school" e também aos novos jogadores é, na minha humilde opinião, louvável, porém muito difícil de se realizar.

    Entretanto, Monte Cook na supervisão é um bom sinal.

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  6. Eu jogo D&D desde 1989, joguei todas as edições e cada uma teve algo diferente a oferecer. A primeira era uma novidade e tudo era inovador, a segunda tinha seus méritos ao aperfeiçoar algumas coisas necessárias, a terceira ao meu ver foi a melhor de todas ao colocar um sistema coerente cujas arestas foram devidamente aparadas na 3.5.

    Aí então veio a quarta edição e o caldo entornou.

    Eu cmpreendo que a busca por um mercado amparado pelos MMO motivou as mudanças no jogo. Até acredito que a 4ed nem é ruim, mas em essência todos os jogadores antigos concluíram a mesma coisa: não era D&D.

    Isso é inegável para a gurande maioria. Quem jogou as outras edições sentiu um grande distanciamento entre a 4ed e as demais. Não tenho nada contra quem gostou da 4ed, de fato, eu tentei jogar, tentei mestrar, tentei gostar dela. Mas não teve como. O estilo não causou uma impressão legal.

    Monte Cook é um cara que às vezes erra, mas muitas vezes acerta. Se tem alguém que pode colocar as coisas nos eixos novamente, na minha opinião é ele. Acho que depois de um bom tempo, estou começando a ficar com vontade de jogar D&D de novo.

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  7. Nossa, anônimo, por estes comentários ácidos você deve se achar muito esperto, mas é na verdade um panaca que não tem peito nem de aparecer com o próprio nome.

    Se você parar para pensar na aceitação que o AD&D recebeu em sua época e na que o D&D 3 recebeu quando foi lançado, verá que a 4a edição teve um desempenho muito abaixo da média do jogo, tanto que demorou muito para chegar à Alemanha, o segundo maior mercado de RPG do mundo porque os caras simplesmente odiaram a ideia do jogo.

    Sei que tem gente que joga e gosta da 4a edição, mas todos eles entendem que em essência, aquilo não é D&D.

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  8. -Quer dizer que alguém só pode criticar a 4ª Edição se tiver vendido mais livros que eles?

    Não, quer dizer que dizer que não foi bem aceita quando é um dos rpgs mais vendidos no mundo não faz sentido.

    -Quem jogou as outras edições sentiu um grande distanciamento(...)
    Cada nova edição de D&D é um novo jogo. Se você não percebeu isso ainda, não jogou edições suficientes.

    -(...)D&D 3 recebeu quando foi lançado, verá que a 4a edição teve um desempenho muito abaixo da média do jogo, (...)
    Na verdade os básicos da 4e venderam mais do que os básicos da 3e. Além disso, ela teve livros na lista de mais vendidos do NY Times, coisa que nunca aconteceu na 3e.

    -(...)tanto que demorou muito para chegar à Alemanha, o segundo maior mercado de RPG do mundo porque os caras simplesmente odiaram a ideia do jogo.
    Outro comentário gerado por falta de conhecimento. O jogo não demorou para chegar lá porque as pessoas não gostaram. Ele demorou para chegar lá porque a editora que adquiriu a licença fez um trabalho horrível, lento e mal acabado, o que fez com que a maioria dos jogadores preferisse comprar seus livros em inglês em vez de comprar a versão em alemão. O que acontece muito aqui no Brasil também, com o pessoal que fala inglês.

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  9. Odin, eu acho que você devia implantar a moderação de comentários. Sabe por que? O que eu vejo em muitos blogs é que sempre tem um indivíduo que acompanha os posts e matérias apenas na espera de algo que possa comentar para criticar e tirar sarro. E o pior é que essas pessoas covardes nem ao menos têm a coragem e o peito para se identificar. Muito fácil vir aqui apontar o dedo na cara dos outros e falar cheio de panca sem nem ter um nome ou um link para se mostrar e expor. Melhor mesmo é criticar as opiniões e iniciativas dos outros para achar que é espertinho e se sentir um pouco melhor consigo mesmo, certo?

    Gosta da 4ed, ótimo, quer expor sua opinião contrária, ótimo, mas apelar para "como estão as vendas do Asgard RPG" foi demais. Infatilidade absurda que se reflete mais ainda na covardia de não mostrar o nome. O Asgard nunca teve como objetivo ser um grande sucesso de vendas nem formar milhares de grupos de jogadores (o próprio Odin falou em um post que para isso já havia sistemas excelentes e completos), foi uma iniciativa de amigos que teve saldos positivos e trouxe gente nova e bacana para o blog. Ponto. D&D é um gigante é temos o direito de gostar e não gostar de suas respectivas edições e dar nossa opinião como consumidores. Se alguém discordar, por favor mostre seu nome e seja respeitoso como sempre todos foram aqui.

    Por favor nem se dê ao trabalho de ficar respondendo pois não mais me pronunciarei. Tenho mais o que fazer do que rebater argumentos de alguém que já tem opinião fechada e acha que está sempre certo.

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    1. Astreya, parabéns pelas colocações. Todos tem que entender que um post é um lugar de debate, não de desavença. Deveríamos sempre nos ater ao tema da postagem! ASGARD RPG não é o enfoque aqui, mas sim o lançamento da 5ª edição do D&D!

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  10. Fazia tempo que não discutíamos tanto aqui...

    A 4a edição na verdade teve um investimento em marketing direto e indireto quase duas vezes maior do que o que foi gasto na época da 3a edição, e ainda assim, não teve o retorno de vendas desejado. Tanto que a própria venda de miniaturas teve uma queda bastante significativa, ao invés de aumentar como era esperado.

    D&D continua sendo um dos mais jogados RPGs do mundo, MAS o que a Wizards convenientemente omite em seus relatórios e declarações públicas, é que muitas das pessoas que jogam D&D hoje ainda se mantém na 2a, 3a e até mesmo na versão pathfinder do jogo. A empresa apenas somam tudo e colocam como se todos os jogadores estivessem jogando a nova edição, o que não é verdade.

    O caso da Alemanha ocorreu porque a editora não demonstrou mesmo interesse em publicar o jogo de início, com medo da reação negativa que muitas pessoas estavam registrando em sites e fóruns nos EUA. Foram feitas várias negociações, até que a Wizards ofereceu termos de contrato muito melhores para que o livro fosse publicado lá. Os problemas na tradução existiram mesmo, mas não foram os principais responsáveis pelo fracasso do jogo naquelas terras.

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  11. 1) "A 4a edição na verdade teve um investimento em marketing direto e indireto quase duas vezes maior do que o que foi gasto na época da 3a edição, e ainda assim, não teve o retorno de vendas desejado..."
    ... Pela Hasbro. Que aliás, já acontecia na época da 3e, se você acreditar nos comentários de alguns profissionais da área sobre o porque do lançamento da 4e. A empresa-mãe quer um lucro muito mais alto do que a linha consegue dar, então eles precisaram fazer uma nova edição para tentar alcançar isso. E não deu certo. E é bem provável que a próxima também não consiga, se essas expectativas de lucro continuarem como estão.

    2) D&D continua sendo um dos mais jogados RPGs do mundo, (...)
    Eu não estava falando de mais jogado, eu estava falando de mais VENDIDO. A não ser que você queira dizer que o pessoal que gosta da 3e e anteriores não consegue perceber que houve uma mudança de edição e continuam comprando material pra edição nova achando que vai servir para seus jogos (o que seria um insulto a inteligência desse pessoal), então ele continua um dos mais vendidos no mundo.

    3) Na questão da Alemanha, caiu para 'eu digo, você diz'. Sempre que vejo jogadores alemães comentando do caso, é sempre a mesma opinião: a empresa responsável fez um trabalho horrível, então a maioria prefere comprar em inglês. Tanto que vários nunca viram a versão em alemão de alguns dos livros. De novo, igual ao que acontece no Brasil.

    4) Cara, boa sorte no teu jogo, que ele venda bastante. Já deu pra ver que você tem bastante gente que segue o blog e está disposta a pular para te defender quando uma situação assim ocorre. Tomara que isso continue crescendo.

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  12. Realmente, concordo contigo que seria tolo continuar com um debate no estilo "eu digo, você diz", e concordo também que há a grande possibilidade desta nova versão não gerar maiores lucros. Portanto, hei de me ater a 2 pontos:

    1) D&D ainda é um dos RPGS mais jogados e vendidos do mundo. Contudo, esta estatística diz respeito a todas as versões do jogo, e não apenas à 4a edição. Segundo os vendedores e distribuidores do jogo (donos de lojas especializadas), as vendas de produtos oficiais de D&D caíram mais de 30% em relação à média do que se vendia na época da terceira edição. Admito que a 4a edição vendeu mais do que a 2a se levarmos em conta de forma proporcional o tempo que cada uma esteve no mercado, mas ela não vendeu mais do que a 3a. Em sebos e leilões online, as pessoas continuam adquirindo produtos da terceira edição, fora a quantidade expressiva de jogadores que migrou para o Pathfinder. A Wizards realmente divulgou uma nota oficial afirmando que a 4a edição havia sido a versão vendida do jogo, mas isso não foi plenamente verdadeiro.

    2) O ASGARD RPG não foi feito para gerar lucro; seria uma tremenda pretensão e arrogância de minha parte achar que poderia trabalhar com isso apenas nas horas vagas e ainda assim ganhar dinheiro. O jogo tem muitos defeitos, e sempre que consigo corrigi-los ou atenuá-los, crio uma atualização gratuita do mesmo. Meu objetivo foi apenas colocar no papel ideias que vinham sido discutidas no blog e conseguir um pouco de fundos para algumas entidades assistenciais. Não me senti ofendido por nenhum de teus comentários, e acredito que as pessoas pularam para defender seus pontos de vista, e não a mim.

    De qualquer forma, agradeço-te por ter exposto tua opinião e reforço que todos têm espaço para se manifestarem aqui. Quando criticamos algum jogo é porque nos importamos com ele, e esta crítica jamais se dirige àqueles que porventura o apreciam.

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  13. Grande Odin, te congratulo por tua paciência e sabedoria para lidar com esta questão. Se fosse eu, teria resolvido isto de uma maneira muito diferente e nada produtiva.

    Eu apenas digo, por mim e por todos os nossos irmãos, que defendemos sim nossas ideias, mas defendemos também você, que sempre nos tratou com generosidade e consideração.

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  14. Grato pelo apoio, nobre irmão de armas.

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  15. O lançamento do 5th vai ter como grande volta o remake de Baldur's Gate e sua mecânica de jogo AINDA voltada às origens, ou seja, ao AD&D ou próximo disso... Pura jogada de marketing pq o 5th vai ter basicamente as mesmas regras, essas do novo BG. Sempre joguei todas as edições, desde o D&D 1ª edição. O 4th possui muitas regras de combate, deixando-o lento, mas não é ruim. No caso de dizerem que não há roleplay (qualquer sistema tem roleplay, é só diminuir os combates, não precisa de um sistema bom ou ruim para interpretar. Espero fielmente que volte às origens, ou próximo disso, menos regras menos confusão para mestres e jogadores.

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  16. Lendo o post, achei engraçado mencionarem que vão pegar algo do saudoso AD&D. Não imagino o que seria, pois o D&D 3 tem muito a ser aproveitado, mas não sei o que poderiam trazer de volta do AD&D (talvez as tabelas de progressão de nível de cada classe :p). Claro, estou me refirindo a mecanica. Ao meu ver, D&D 4 tem ótima mecanica de jogo, mais funcional e rápida que a do D&D 3. Só precisam dar uma melorada nela, ampliar a lista de Perícias e colocar mais material roleplay nos livros, que realmente davam mais ênfase na mecanica. Agora, essa de voltar as origens não rola. Eu mesmo acredito que a CA é um elemento sem fundamento e que deveria ser banido do jogo. Armaduras absorvem dano e pronto. Deviam deixar as regras atuais para ataques vs defesas, que ficou muito bom, dar mais personalidade as classes (eu mesmo odiava aquela salada russa de classes e classes de prestigio do D&D 3) e por mais roleplay no sistema. A falha do D&D 4 foi justamente dar suporte só a pancadaria; é incrível notar que nenhuma classe do D&D atual tem algo pra ajudar no roleplay. Até Carisma virou Atributo base pra pancadaria, um absurdo! E pro falar em Atributos, não tá dando certo esse negócio de Sabedoria ser percepção, vontade, senso e sabe mais Deus o que mais. D&D clama por introdução de mais Atributos! Coloquem um Atributo pra fé dos Paladinos e Clérigos, coloquem um Atributo para medir a beleza física e acabar de vez com essa de Carisma e aparencia serem a mesma coisa! Enfim, eu acredito que os Atributos devam ser profundamente reformulados, para o bem do jogo no futuro.

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  17. Indiferente a toda essa discussão, digo o que ouvi de muitas pessoas que leram ou tentaram jogar a 4º edição. "Ninguém gostou". Sendo assim, não me dou ao luxo de tentar algo que a grande maioria fala mal. Como dizia meu pai. Onde há fumaça há fogo. Sei que o AD&D e o D&D 3º foram as melhores edições, e até hoje jogo elas e me divirto. Já gastei muito dinheiro com RPG e prefiro investir naquilo que sei que é bom e não começar a investir no que é mal visto pela maioria. Se não tem mais atualizações dessas edições sendo lançadas não me importo, pois, ainda tem muito material de jogo pra ser explorado nessas edições. Que morra a 4º edição, pois não vai fazer nenhuma falta.

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