domingo, 13 de novembro de 2011

Blades & Magic: Perícias

3. PERÍCIAS

Perícias são habilidades especiais que os personagens recebem de acordo com suas raças e classes. Para realizar um teste de perícia, basta rolar 2d6 e somar o resultado ao bônus que o personagem possua.









Dificuldades padrão de testes de perícia: As dificuldades básicas dos testes de perícia dependem de quão fácil ou difícil é realizar determinada tarefa:


Dificuldade da tarefa
Dificuldade do teste
Fácil
5
Moderada
6 -10
Difícil
11-15
Extremamente difícil
16-20


Perícias de Classe
São as perícias que um personagem recebe por pertencer a determinada classe. O personagem começa o jogo com um bônus de +4 em todas as suas perícias de classe.

Realizando testes sem possuir a perícia
Quando é preciso fazer um teste de uma perícia que você não possua nenhum treinamento (uma perícia que não pertença a suas perícias de classe e que você não tenha nenhum bônus racial nela), o teste feito é sempre: 2d6

Testes Resistidos de Perícia
Em alguns casos, são necessários testes resistidos perícias, como quando um orc tenta se esconder para emboscar um aventureiro e o aventureiro tenta examinar a área para descobrir se há alguma ameaça oculta. Nestes casos ambos fazem a jogada de dados e somam seus respectivos bônus. Aquele que obtiver o maior resultado vence. Em caso de empate, o teste é feito novamente.

Penalidade por usar armadura
Algumas perícias, como furtividade, por exemplo, são prejudicadas pelo uso de certas armaduras. O nível total destas perícias sofre um redutor idêntico à penalidade imposta pela armadura.

Evoluindo Perícias
Perícias podem ser evoluídas gastando-se pontos de experiência. Com 1 ponto de experiência, é possível adquirir 2 graduações de uma perícia que seja de sua classe ou 1 graduação de uma perícia que seja de outra classe, contanto que esta não seja especial (veja a seguir).

Perícias Especiais
Perícias especiais são aquelas que só podem ser adquiridas por membros de certas classes. A perícia Magia só pode ser adquirida ou evoluída por personagens que a possuam como perícia de classe (magos, elementalistas, clérigos, druidas, bardos e shamãs).

16 comentários:

  1. Cara, eu achei que os números ficaram muito diferentes para uma variável 2d6. Alguem com pericia tem +4 e alguem sem a pericia tem -2, é uma diferença de 6, achei alta de mais pra uma variável 2d6, no caso, alguem sem pericia precisa de de 12 pra passar num teste médio e alguem com pericia precisa de 6.
    Mas ficou fácil de entender e ahco que vicará mais claro ao sair as classes.

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  2. Hum... consideração deveras interessante.

    Meu objetivo com este sistema de perícias (além da simplicidade) era que aqueles que investissem nelas fossem valorizados, uma vez que em D&D, por exemplo, o valor obtido no D20 geralmente fala muito mais alto do que a graduação do personagem; um mago com 6 graduações em observar pode ter um desempenho tão bom quanto um ranger com o dobro de graduações na perícia dependendo apenas de um pouco de sorte, fato que eu particularmente não aprecio muito.

    Mas observando tuas sábias palavras, vejo que eu de fato exagerei um pouco. Farei com que os testes feitos com perícias destreinadas sejam rolados apenas nos 2d6. Isso ajuda a equilibrar a diferença e ainda torna a mecânica ainda mais simples.

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  3. Gostei da ideia original, mas o comentário do Medieval tornou a mecânica das perícias bem melhor. Rolar uma perícia treinada com um bonus inicial de +4 e uma não treinada com bonus 0 em um sistema de 2d6 valoriza muito os "especialistas" e ainda dá uma chance para os outros. É óbvio que um cara com a perícia vai ter muito mais chance de se sair bem do que um sem ela, mas acho que é assim mesmo que tem que ser.

    Outra coisa que vi que mudou em relação à tabela original foi a dificuldade padrão. Ficou excelente do jeito que está agora.

    Estou ansioso pela versão demo do Blade & Magic!

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  4. Realmente o comentário da variação do medieval tales faz jus!
    A mecânica ficou boa por mais que eu desaprove as graduações, em termos de sistema de d6 gosto do mightblade (mas apenas da forma que se usa as pericias)destreinada rola 2d6, treinada rola-se 3d6 e escolhe o melhor, destreinada de outra classe rola 1d6 (sim você nunca passará no teste), algo assim que eu me lembre vagamente...
    De qualquer forma peço um box com regras adicionais sem graduações de pericia, talvez uma tabelinha mostrando como se usar pericias sem testes, por exemplo o grau de instrução que o mestre lhe da por vc possuir um conhecimento de determinada área...
    Um detalhe que gostaria de atentar classe (magos, elementalistas, clérigos, druidas, bardos e shamãs), para um rpg leve e simples de poucos níveis, e sem habilidades gerais, muitas classes é o que há! Parabéns

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  5. Gratos pelos comentários e elogios, nobres irmãos. Na verdade, Falcão, assim que lançar a versão demo do livro no fim deste ano, conto com tua ajuda para juntos montarmos um arquivo adicional com perícias sem graduações e algumas tabelas simples para atributos.

    E obviamente, se alguém mais desejar participar deste projeto "paralelo", é muito bem vindo.

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  6. Me sinto enobrecido pelo grande convite e pode contar comigo!

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  7. Agradeço pela consideração.
    Falcão: posso dizer que de Mighty Blade eu entendo bem, uma pessoa comum ao fazer um teste deve rolar 2d6 e somar ao atributo testado, pessoas inaptas rolam 1d6 e pessoas com pericia pra tal rola 3d6.
    As atributos do Blade & Magic estão bem parecidos (praticamente so muda o nome), mas uma caracteristica do Blades & Magic que estou gostando muito é a dristibuição de pontos nos atributos, faz com que haja muitas possibilidades de personagens.

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  8. Então medieval tales, obrigado por compartilhar sobre o sistema conosco, eu não me lembrava bem dele... Mas como eu ia dizendo é uma boa mecânica!
    Odin quantas classes você pretende colocar no B&M?

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  9. Boa pergunta do Falcão.
    Tendo muitas classes há uma variedade maior de possibilidades para os personagens, mas como ja há muitas possibilidades de distribuição de atributos no sistema, não teria problema em ter poucas classes, o que facilitaria a fazer um grupo completo.
    Peo visto terá mitas classes, ja que so de arcanos (ou magicos) há 6 classes.

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  10. Minha intenção é colocar as seguintes classes, mas não sei se conseguirei apresentar todas no primeiro manual:

    GUERREIRO
    MAGO
    CLÉRIGO
    LADINO
    PALADINO
    RANGER
    DRUIDA
    MONGE
    BÁRBARO
    ELEMENTALISTA
    SHAMÃ
    BARDO

    Apesar de algumas serem um pouco parecidas em questão de função dentro de um combate, meu foco está nas possibilidades diferentes de interpretação. Peguem por exemplo um druida, um elementalista e um shamã; o druida possui grande comunhão com a natureza, o elementalista com um elemento específico, e o shamã com o mundo dos espíritos. As três classes possuem magias e habilidades relevantes dentro do combate, mas possuem conceitos muito diferentes que dariam ótimos ganchos de aventura.

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  11. Na verdade, baseado em vossas sábias palavras, hei de fazer uma enquete para descobrir quais as classes que seriam mais bem recebidas no jogo.

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  12. Vou mandar minha opinião de cara:
    Se o druida fosse sem magia e mais focado em transformar em animal, seria beleza , do contrario acho que ele ou shaman devia sair, quanto ao elementalista vejo ele mais como um mago especializado, o monge devia se chamar lutador, acho monge deslocado no D&D... Acho que eu adicionaria algo tipo um General, como se fosse um bardo de combate, e um Nobre/Aristocrata, sinto falta de uma classe com poder social em aventuras mais realistas ao estilo do Game of Thrones... Esta é minha humilde opinião grande pai!

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  13. Ah sim quando digo D&D, me refiro a baseados e em jogos rpg baseados em cultura européia no geral

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  14. Sim, entendo perfeitamente o que queres dizer. E para ser honesto, já tinha considerado tua opinião em dois pontos: O druida que possui menos magias e se transforma em animais e o nome "lutador" no lugar de monge. Optei por manter monge na enquete apenas porque é o nome comumente usado.

    Quanto ao elementalista, ele é um pouco diferente do mago especialista; um bom exemplo de personagem assim é a elfa Deedlit de Record of Loddos War. Já no caso do shamã, o exemplo perfeito seria o guerreiro Nightwolf de Mortal Kombat.

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  15. E quanto a um General, como se fosse um bardo de combate, e um Nobre/Aristocrata, sinto falta de uma classe com poder social em aventuras mais realistas ao estilo do Game of Thrones... Esta é minha humilde opinião grande pai!
    Existe um livro de pathfinder chamado paths of power, tem um excelente elementalista como classe básica lá... Finalmente depois que sair um modelo de classe, lhe garanto ajuda para trabalhar nas outras, para que possamos colocar todas as classes já no manual básico...

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  16. Perdoe-me por ter esquecido do general, nobre Falcão. Esta ideia será aproveitada dentro da classe Bardo ou da classe "Capitão" que estou desenvolvendo.

    E é claro, se houver tempo, certamente colocarei todas as classes já no primeiro livro.

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