domingo, 14 de agosto de 2011

Escaldos de Midgard: As Crônicas do Caçador - Prólogo

Saudações, nobres escaldos!

Começarei hoje nos Salões de Valhalla uma série de pergaminhos contando as histórias escritas por vós, nossos bravos irmãos e irmãs. Àqueles que desejem participar, basta enviar vossa história (ou partes dela) a meus corvos (odin.halls@gmail.com). Comecemos com as Crônicas do Caçador, por nosso irmão de armas Leonardo Vieira Andrade. Boa leitura!

Crônicas do Caçador – Prólogo

"O mundo de Oerth é conhecido por ter inúmeros heróis e vilões lendários como o poderoso mago Mordenkainen, o demoníaco semideus Iuz, o engraçadíssimo Bigby e o traidor Rary. Pessoas como essas guiaram os acontecimentos no continente de Flanaess por muitos anos, alguns para o bem e outros para o mal, mas sempre deixando as suas marcas no mundo.

O acontecimento que me foi contado ocorreu com um casal de heróis que também vieram a ser importantes e colocar suas marcas em nosso mundo. A história ocorreu há 29 anos na grande floresta de Celadon, precisamente entre a pequena cidade humana de Coopersteid, a vila élfica de Alloswind, a mina gnoma/anã da colina Krokhills, e a tribo orc Garra da Noite.

Tudo começou quando começaram a ocorrer assassinatos extremamente brutais nos povoados que circundam a floresta. Os corpos de pessoas de qualquer raça eram encontrados pendurados nas arvores com a pele arrancada, mas uma vez ou outra, eram encontrados corpos que tiveram a cabeça e a coluna vertebral removidas do corpo.

No começo todos achavam que os responsáveis pelas hediondas mortes fossem os orcs que viviam ao sul da floresta, mas as suspeitas caíram por terra quando os curandeiros das aldeias examinavam os corpos e diziam que a remoção da pele das vitimas fora algo extremamente preciso e cuidadoso.

Quando os habitantes das aldeias foram buscar conselhos com os elfos silvestres de Alloswind, descobriram que alguns caçadores elfos foram vitimas do assassino misterioso. Os elfos disseram sentir uma presença estranha nas matas que os vigiava, e em algumas noites ouviam um rugido extremamente aterrador vindo das profundezas da floresta.

Logo foi enviado um pedido de socorro a capital do reino de Nyrond. Rapidamente uma companhia (100 homens) de guerreiros veio da capital para entrar na floresta e acabar de uma vez por todas com os assassinatos na região.
Eles partiram para dentro da floresta confiantes em suas armas e números, e o povo voltou a respirar aliviado por um tempo. Passaram-se sete dias e nenhum soldado da companhia havia voltado. No final do nono dia um dos soldados havia regressado, mas ele estava encharcado de sangue, com o olhar vago e balbuciando loucuras sobre fantasmas que andavam em arvores, luzes que explodiam corpos, de pessoas estripadas vivas e do rugido de uma besta vinda diretamente do inferno.

Aterrorizados pelo relato do sobrevivente os homens da vila de Coopersteid dobraram os guardas a noite, e colocaram um toque de recolher. Na manha seguinte quando foram levar o café da manha para o sobrevivente, os guardas descobriram o corpo do rapaz completamente esfolado e sem a cabeça.
Isso instaurou um verdadeiro sentimento de terror em todos que viviam na floresta.

Enquanto tudo isso ocorria: um casal viajava rumo Celadon para passar a Lua de Mel com alguns parentes. E esse casal era:

Rhorvals Alhanadel, O Ciclone de Aço, um sábio meio-elfo clérigo de Corellon e habilidoso combatente dos Aelavellin Corellon – Em Comum: Espadas de Corellon.














Verhanna Folha Selvagem, uma elfa silvestre gentil e caridosa vinda da sagrada floresta de Kharnat.



Eles não imaginavam que iriam se envolver em um mistério que se mostrará fatal, e que os marcaria profundamente... "


- Trecho do diário de Nubling Erkenwald




6 comentários:

  1. Curti a apresentação e é bacana ver nomes comuns que são usados aqui mesmo no blog.

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  2. Realmente, isto nos dá uma boa sensação de familiaridade...

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  3. Ficou bem bacana mesmo, será interessante conhecer um pouco mais da história de Verhanna e Rhorvals.

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  4. Leonardo Viera Andrade15 de agosto de 2011 15:38

    Obrigado a todos que leram!

    Quem leu e viu a imagem de capa já deve ter percebido quem é o vilão na crônica. O que posso adiantar para todos é que preparem os estômagos para um verdadeiro mar de sangue!

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  5. Sério? Nem imaginei! Sabia que é roubo de patrimônio intelectual usar esse bicho escroto? Aposto que pelos erros grotescos de português nem deve saber o que estou dizendo. LIXO TOTAL!

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