sábado, 28 de maio de 2011

Halls of the Gods: Khaela Mensha Khaine

Por Leonardo Vieira

* Se desejas ver teu trabalho nos Salões de Valhalla, basta enviar um pergaminho a meus corvos (odin.halls@gmail.com)

Khaela Mensha Khaine (Khaine o Sanguinário)

“A guerra não é feita para justiça ou glória, ela é feita para o combate, sangue e vitoria!”


Khaela Mensha Khaine

Classe: Guerreiro 30 / Bárbaro 30

Tendência: Caótico e Neutro

Posto Divino: 19 (Divindade Maior)

Domínios: Guerra, Força, Destruição, Competição, Elfos, Morte, Caos

Plano Natal: Reino Distante

Armas Prediletas: Espada longa, Lança longa

Símbolo Sagrado: Uma mão coberta de sangue

Khaela Mensha Khaine em comum Khaine o Sanguinário ou Khaine da mão sangrenta, ele também é conhecido como O Dragão, O Escorpião, O Estripador, O Destruidor e O deus da Mão Sangrenta. Textos élficos ancestrais revelam que ouve uma era mitológica que retratava que Corellon, mesmo sendo o Criador dos Elfos não era o patriarca do panteão élfico, e que esse posto era divido entre outros três deuses chamados Asuryan (Luz e grande líder), Khaine (Guerra) e Hoeth (Magia). Eles seriam os irmãos mais velhos de Corellon e presentearam com suas bênçãos os filhos de seu irmão mais novo. Asuryan deu-lhes a deserção entre o bem e o mal. Hoeth o dom para a magia e conhecimento. E Khaine lhes concedeu o mais puro poder bélico e uma habilidade inigualável com armas.

Durante muito tempo o povo élfico floresceu e prosperou sobre a guarda dessas três entidades, mas um dia houve uma terrível tragédia. Gilmadrith, filho de Araushnee (Lolth) e de Corellon Larethian, desafiou sou tio Khaine pelo titulo de deus da Guerra. Completamente enfurecido, Khaine matou brutalmente o sobrinho e arrancou sou coração encharcando suas mãos de sangue. Horrorizados e tomados pela fúria Corellon e Araushnee atacaram o deus furioso, mas a pericia e ódio de Khaine eram tamanhas que ele facilmente derrotou os dois e os erguera pelos pescoços para matá-los, mas graças à intervenção de Asuryan, ambos conseguiram escapar da fúria cega de Khaine. Após se acalmar e recobrar a consciência ele viu a tragédia que cometera, e o deus da luz, Asuryan o amaldiçoou de forma que suas mãos sempre pingassem sangue, para lembrá-lo das conseqüências de sua loucura. Envergonhado e decidido a proteger os elfos a sua maneira, Khaine partiu para o Reino Distante para lutar contra as abominações que ameaçavam a existência da realidade.

Diferente de outros deuses, Khaine escolhe os seus clérigos nas fileiras de sacerdotes bélicos de Corellon. Ele envia um chamado sutil em forma de canção chamada A litania da Fúria, fazendo com que sua raiva e agressividade aumentem ao ponto em que abandonem seu lar para lutar contra os seres que ameaçam a raça élfica. Eles ensinam que para proteger o seu povo eles devem se comprometer única e exclusivamente a guerra e destruição, pois só assim eles poderão se tornar guerreiros completos.

Khaine ensina que só os fortes de mente e corpo podem se chamar de guerreiros, e devem se comprometer de forma total a causa; família, amor, amizade, companheirismo e compaixão são sentimentos inúteis e perigosos que cegam o guerreiro para a emoção do combate e da guerra. Ele também ensina que o combate é a única verdade da existência e que somente através do ciclo de violência e morte da guerra é que se pode viver intensamente.

Ele é retratado como um grande guerreiro elfo de aspecto bravo e cruel, vestindo uma magnífica armadura de batalha de bronze manchada de sangue. Seus longos cabelos dourados se tornaram vermelho ferrugem devido ao sangue de seus inimigos. Ele também é visto carregando duas lâminas élficas serrilhadas banhadas com o sangue que escorre eternamente de suas mãos.

9 comentários:

  1. Tai um bom npc para eu usar em minhas campanhas! Muito boa a frase do inicio do post.

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  2. Está aí um deus elfo que realmente não gosto.

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  3. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço29 de maio de 2011 06:28

    Mesmo sendo um clérigo de nosso amado pai Corellon, eu já orei pelas bênçãos do Sanguinário no calor da batalha. Muitos se esquecem de que nós elfos somos uma raça guerreira, e como o Sanguinário nos ensinou que para proteger verdadeiramente o nosso povo, nós não devemos ter clemência por nossos inimigos! Devemos fazê-los se afogarem no próprio sangue usando nossas flechas, arcos e lanças!

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  4. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço29 de maio de 2011 06:55

    Sinceramente... achava que Lenora, como sumo-sacerdotisa de Corellon diria algo a respeito.

    Acho que devemos construir um templo em honra ao Sanguinário nas capitais élficas. Vou falar com o Coran a respeito disso. E como sacrifícios nós poderíamos usar os algozes, paladinos, clérigos e inquisidores de deuses leais! Assim esses leais e estúpidos terão alguma utilidade para nós.

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  5. Hahaha, acredito que os reis élficos de Elgalor não hão de aprovar tal sugestão, bravo Rhorvals.

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  6. Lenora, sumo-sacerdotisa de Corellon29 de maio de 2011 18:15

    Apesar de sermos uma raça guerreira, nunca devemos nos esquecer, mesmo no calor da batalha, do que realmente importa para nós. O fato de Khaine pregar que família, amor, amizade e compaixão são coisas e sentimentos inúteis o torna um deus a quem eu jamais sequer dei minha atenção. O combate desenfreado, o derramamento de sangue e a destruição são valores dos orcs, e não de nosso povo.

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  7. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço29 de maio de 2011 20:26

    Tem razão em dizer que devemos valorizar as nossas famílias e laços, Lenora. Mas compaixão na guerra é um veneno, e na guerra devemos matar sem misericórdia o inimigo!

    Já lutei em muitas guerras em nome dos elfos e matei muitas pessoas, e posso dizer que na hora do combate real tudo o que importa e matar o inimigo, o que falam sobre honra, gloria e toda essa baboseira é pura besteira! O que realmente se vê numa guerra é sangue, mortes, lagrimas, raiva e ódio por todos os lados! Isso me lembra uma vez quando houve um problema de demarcação de terras entre uma cidade humana e uma tribo de elfos selvagens. Os homens queriam usar as terras em volta da floresta dos Grugath para plantar trigo e caçar. Os Grugath não permitiram, mas mesmo assim os humanos começaram a plantar e caçar, e então os elfos começaram a resistir a aquela invasão. Um pelotão de paladinos foi para lá tentar resolver o problema da forma deles, no entanto eu estava lá! Matei mais de 123 cavaleiros incluindo escudeiros. Matei um por um, arranquei a pele e vazei o olho direito de todos antes de pendurá-los nas arvores da borda da floresta a moda grugath. (isso realmente aconteceu na campanha)

    Não generalize todos os orcs, Lenora. Um dos meus melhores amigos é um orc e confio mais nele do que em muitos elfos! Simplesmente acho repugnante esse ódio que temos pelos orcs e outras raças, afinal não somos Zarunitas!

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  8. Tem certeza que não seria um deus dos orcs? Sanguinário, não?

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  9. Gostei. Boa a iniciativa de ampliar o panteão élfico, ainda mais indo pra um lado claramente não coberto pelo Corellon.

    Que tal ampliar o panteão anão também? Mas nada de anões magos!!!!

    Abraços!

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