sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Jul, o ano novo dos antigos nórdicos

Jul é o festival de fim de ano na cultura dos antigos povos nórdicos, e significa literalmente “começo e fim de todas as coisas”; Este festival começa no dia 20 de dezembro e se estende durante 12 noites, até a virada do ano.

Na primeira noite do festival, o deus Frey cavalga por toda Midgard montado em seu javali sagrado, renovando a luz e o esperança no mundo dos mortais logo após a hora mais negra daquela noite.

A parte mais importante deste festival é quando ocorre a chamada Caçada Selvagem, onde Odin, montado em Sleipnir, cavalga pelos céus de Midgard liderando outros deuses em uma caçada a espíritos malignos e animais ferozes que ameaçam os mortais. A Caçada Selvagem só terminava na última hora do último dia do ano, quando Midgard estivesse pronta para começar um novo ciclo.

Em tempos antigos, as crianças nórdicas e germânicas deixavam suas botas repletas de comida e açúcar nas janelas de suas casas, para ajudar Sleipnir a ter energia em sua jornada. Como agradecimento, Odin sempre deixava a elas um pequeno presente para retribuir sua gentileza quando a caçada se encerrava.

Como podeis imaginar, a cavalgada de Odin e Sleipnir durante a Caçada Selvagem fundamentou as primeiras raízes que criariam no futuro a figura do Papai Noel.

Por fim, os deuses de Asgard vos desejam um feliz ano novo; que vossos sonhos se realizem e que vossas conquistas se multipliquem por mil!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Heroes of Asgard: Bardos

Saudações, bravos escaldos!

Trago-vos hoje uma alternativa mais “viking” para as músicas de bardo disponíveis para os nobres e eloqüentes bardos aventureiros. Espero que apreciem e que possam usar algumas destas canções em vossas saudosas campanhas.

Canção de Thor (3 graduações em Atuação): Todos os aliados do bardo em um raio de 9 metros recebem um bônus de +1 em suas jogadas de ataque e dano com armas de combate corpo-a-corpo e testes para resistir manobras de agarrar. Este bônus aumenta em +1/ 5 níveis do bardo (5, 10, 15 e 20) e dura por até 5 rodadas depois que o bardo pare de cantar.

Canção de Hermod (3 graduações em Atuação): Todos os aliados do bardo em um raio de 9 metros têm seu deslocamento básico dobrado e recebem os benefícios do talento Tolerância. Os efeitos desta canção duram por 1 minuto/ nível do bardo.

Canção de Uller (6 graduações em Atuação): Todos os aliados do bardo em um raio de 9 metros que estiverem usando arcos recebem um bônus de +1 em suas jogadas de ataque e dano. Este bônus aumenta em +1/ 5 níveis do bardo (5, 10, 15 e 20) e dura por até 5 rodadas depois que o bardo pare de cantar.

Canção de Heimdall (9 graduações em Atuação): Todos os aliados do bardo em um raio de 9 metros ficam sob o efeito da magia Ver o Invisível e recebem um bônus de +4 em seus testes de Vontade para identificar ilusões. Os efeitos desta canção duram por 1 minuto/ nível do bardo.

Canção de Tyr (9 graduações em Atuação): Todos os aliados do bardo em um raio de 9 metros recebem um bônus de +4 em seus teste de Vontade para resistir a efeitos de medo. Este bônus aumenta em +1/ 5 níveis do bardo (5, 10, 15 e 20) e dura por até 5 rodadas depois que o bardo pare de cantar.

Canção de Loki (12 graduações em Atuação): Todos os inimigos do bardo com até 5 DV em um raio de 9 metros devem fazer um teste de Vontade (CD 10 + ½ nível do bardo + ajuste de carisma). Aqueles que não passarem no teste ficam sob o efeito da magia Riso Histérico de Tasha durante 1d4 +1 rodadas. Os adversários que passem no teste de Vontade ficam imunes a esta canção durante um dia inteiro.

Canção de Balder (15 graduações em Atuação): Todos os aliados do bardo em um raio de 9 metros recebem cura acelerada 5. Os efeitos desta canção duram até 5 rodadas depois que o bardo pare de cantar.

Canção de Freya (15 graduações em Atuação): Todos os inimigos do bardo em um raio de 9 metros devem fazer um teste de Vontade (CD 10 + ½ nível do bardo + ajuste de carisma). Aqueles que não passarem no teste ficam sob o efeito da magia Sugestão. Os adversários que passem no teste de Vontade ficam imunes a esta canção durante um dia inteiro.

Canção de Odin (18 graduações em Atuação): Todos os aliados voluntários do bardo em um raio de 9 metros são afetados pela Fúria Bárbara, recebendo +4 em Força e Constituição, +2 em testes de Vontade contra magias de encantamento e – 2 em sua CA. Os efeitos desta canção duram até 5 rodadas depois que o bardo pare de cantar.

Canção dos Portões de Valhalla (23 graduações em Atuação): O bardo abre os portões de Valhalla e invoca 2d4 +2 bárbaros de 6º nível para lutar ao seu lado. Os bárbaros invocados obedecem todos os comandos do bardo dentro do combate, mas nunca batem em retirada. Eles permanecem junto ao bardo durante 10 minutos/ nível do bardo ou até serem destruídos. Esta canção só pode ser usada uma vez por dia.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Feliz Natal!

Saudações, nobres almas!

Ficam aqui os votos dos Salões de Valhalla de feliz natal para todos vós, grandes amigos e para vossos saudosos familiares.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Orações Vikings

"Lady Freya shines through you,
May her blessing go with you, lovely one, wherever thy path leads thee."

"Lady Freya brilha através de ti,
Que suas bençãos possam ir contigo, dama amavel, onde quer que teu caminho a leve."


Esta pequena oração era proferida por um homem quando este vislumbrava uma donzela desacompanhada pela qual nutria real interesse romântico.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Halls of Quests: O Destino de Aldharon

Saudações novamente, nobres almas e pérfidos usurpadores oportunistas!

O senhor de Asgard retorna a estes Salões, trazendo o triste desfecho da saga de Aldharon.

“... a última batalha ocorreria na mente do paladino. Nas profundezas de sua alma, ele enfrentaria a essência da própria Esmagadora de Almas, que como foi revelado, representava o Quarto Selo. A Esmagadora de Almas assumiu a forma de um poderoso e grotesco demônio cor de sangue, e Aldharon, a forma de um cavaleiro em uma armadura prateada.

Ambos se entreolharam por alguns instantes e depois se lançaram em um combate tão selvagem que surpreenderia até o mais insano berserker. Aldharon atacava ferozmente, e a cada golpe seu, sua armadura se tornava gradualmente mais escura. O combate se estendeu por algo que parecia dias, e nenhum dos dois sucumbia. O demônio se tornava cada vez mais insano, e a armadura de Aldharon cada vez mais negra.

Durante uma fração de segundo, a imagem de Selwyna, a amada de Aldharon surgiu em sua mente, conferindo um instante de lucidez ao esgotado paladino. Neste momento, ele soube que não havia como destruir a espada; mas talvez, fosse possível lacrá-la.

Reunindo suas últimas forças, Aldharon mudou sua tática e parou de tentar destruir o demônio. Ao invés disso, o paladino cravou as duas mãos no peito disforme da criatura e tentou absorve-la para dentro de si. O demônio gargalhou e se deixou absorver, esperando assim tomar controle definitivo sobre o corpo físico de Aldharon. Movido pela imagem de sua amada e por um senso de justiça já não tão puro, Aldharon sobrepujou o espírito da Esmagadora de Almas, fundindo a essência da espada amaldiçoada à sua própria alma. As conseqüências disso, no entanto, foram nefastas tanto para o corpo quanto para o coração de Aldharon.

Agora, no lugar de um nobre paladino, havia um vingativo cavaleiro negro, guiado por um distorcido senso de virtude e justiça. Na mente agora corrompida de Aldharon, ele era a representação mais pura do relâmpago de Heironeous. Ele destruiria impiedosamente todos aqueles que considerasse maus. Para proteger sua amada Selwyna, Aldharon jurou erradicar o clero de Zaros, e depois disso trancaria a jovem inconseqüente em uma torre para que ninguém jamais a ferisse novamente. Os familiares da meio elfa, que se mostraram relutantes em apoiar a união dos dois eram malignos e deveriam ser punidos. Os inquisidores que caçavam a jovem seriam submetidos às mesmas torturas que impuseram às supostas bruxas. Em suma, todos sentiriam a fúria e a justiça implacável de Aldharon, o Relâmpago Negro de Heironeous...”



Agradeço a todos os nobres escaldos, guerreiros, demônios, magos e bruxos que contribuíram para criar esta, que foi uma das melhores histórias já mostradas nestes Salões.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Halls of Quests: O Resgate de Aldharon

“Durante uma missão junto de sua tropa, o paladino Aldharon entrou em um confronto sangrento com o Balor chamado Valaracur, o Sombrio, nas Catacumbas das Mil Mortes. O Balor fora destruído após uma batalha terrível, que clamou a vida de todos os homens de Aldharon. Extremamente ferido após o confronto, Aldharon examinou as catacumbas à procura de mais informações sobre o Culto do Fogo Profano, ordem a qual Valaracur fazia parte.

Durante esta busca, Aldharon encontrou um velho tomo e uma espada de cabo negro e lâmina avermelhada. Aquela, segundo o tomo era uma espada amaldiçoada chamada Esmagadora de Almas, que seria usada pelo líder dos Cavaleiros Negros da ordem na próxima noite.

A espada, de acordo com o tomo, tinha dois mil anos de existência, e um espírito extremamente maligno. Ela roubava as almas daqueles que tombassem perante seu fio, e quando tivesse almas suficientes, abriria um portal que fundiria parte do plano Pandemônio ao plano material. Por eras, ela foi extremamente cobiçada por guerreiros de coração sombrio, pois conferia a seu portador grande poder, mas gradualmente corrompia o coração de quem a usasse.

A única forma de destruí-la era através da destruição de quatro selos protetores, que estavam localizados em Pandemônio. Sabendo que não conseguiria esconder a espada e que logo os Cavaleiros Negros viriam clamá-la, Aldharon empunhou arma.

Uma conexão entre o paladino e a Esmagadora de Almas foi estabelecida naquele momento. Como a força de vontade e virtude de Aldharon eram muito grandes, a espada não o afetou de imediato, mas ele sentia que seu coração seria gradativamente tomado pela arma. Ativando uma habilidade especial da espada, Aldharon abriu um portal e foi levado para Pandemônio, onde pretendia encontrar e destruir todos os quatro selos e as criaturas nefastas que os guardavam, e assim poder finalmente neutralizar a Esmagadora de almas....”

A partir deste ponto, vós continuareis a história, sendo que cada um deve escrever algo baseado no que foi escrito anteriormente. Podem inserir vossos personagens da forma que quiserem (para ajudar Aldharon, tentar tomar a espada, contribuir para sua corrupção, encontrar e destruir um dos selos...) e narrar quaisquer acontecimentos que julgarem apropriados, mesmos os passos de Aldharon em sua cruzada por Pandemônio.

A regra é que cada um escreverá uma parte da história (através de um comentário), e que esta mesma pessoa só poderá escrever outro depois que uma pessoa diferente tenha escrito algo (ou seja, todos podem participar quantas vezes desejarem, mas nunca duas vezes seguidas).

Pode haver lutas entre vós, contra ou ao lado de Aldharon, mas nenhum personagem tem permissão de matar o outro durante as narrações (apenas derrotar ou ferir gravemente). Ao final do dia 16 de dezembro, o resultado disso será decidido em uma enquete.

Que os deuses da guerra estejam convosco!

Uma esperada união

Saudações, nobres amigos!

Venho neste pergaminho comunicar-vos que me ausentarei dos Salões de Valhalla durante alguns dias, pois meu simplório alter-ego mortal, há sete anos, encontrou uma nobre e linda mulher com quem se casará amanhã. Como alguns entre vós já sabem, esta doce donzela é o alter-ego de lady Astreya, a mais encantadora mulher de Midgard (e uma grande escritora e jogadora de RPG).

Neste meio tempo, preparei uma contenda que irá interessar muitos entre vós que gostam de desmembrar demônios e contar histórias. O pergaminho “Halls of Quests: O resgate de Aldharon” será postado em algumas horas.

Sem mais delongas, agradeço a todos vós pela amizade e companheirismo que têm demonstrado, e espero que ao fim deste ano nossos caminhos se cruzem novamente.

Que bons ventos vos acompanhem!

* A imagem é meramente ilustrativa (meu alter-ego mortal e seus bravos amigos são ainda mais feios e sua noiva muito mais bela)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Nobre e Sábios Bárbaros

Saudações, nobres guerreiros!

Trago aos Salões de Valhalla os ensinamentos eram passados a todos os jovens nativos norte-americanos no momento em que eram reconhecidos em suas tribos como verdadeiros guerreiros. Que a sabedoria deste nobre povo estejam sempre convocso.

Trates a Terra e tudo que nela vive em harmonia com respeito.

Demonstres respeito por todos os seus semelhantes

Trabalhes em benefício de toda humanidade


Ofereças auxílio e compaixão onde quer que seja preciso

Não tolere o mal ou a injustiça

Faça apenas aquilo que sabes estar correto

Cultive coragem, sabedoria e gratidão

Não cultive medo, cobiça ou ódio

Cuide do bem estar de teu corpo e mente

Dedique uma parcela de teus esforços para o bem maior

Sejas sempre honesto e verdadeiro, consigo mesmo e com os outros