sábado, 18 de dezembro de 2010

Halls of Quests: O Destino de Aldharon

Saudações novamente, nobres almas e pérfidos usurpadores oportunistas!

O senhor de Asgard retorna a estes Salões, trazendo o triste desfecho da saga de Aldharon.

“... a última batalha ocorreria na mente do paladino. Nas profundezas de sua alma, ele enfrentaria a essência da própria Esmagadora de Almas, que como foi revelado, representava o Quarto Selo. A Esmagadora de Almas assumiu a forma de um poderoso e grotesco demônio cor de sangue, e Aldharon, a forma de um cavaleiro em uma armadura prateada.

Ambos se entreolharam por alguns instantes e depois se lançaram em um combate tão selvagem que surpreenderia até o mais insano berserker. Aldharon atacava ferozmente, e a cada golpe seu, sua armadura se tornava gradualmente mais escura. O combate se estendeu por algo que parecia dias, e nenhum dos dois sucumbia. O demônio se tornava cada vez mais insano, e a armadura de Aldharon cada vez mais negra.

Durante uma fração de segundo, a imagem de Selwyna, a amada de Aldharon surgiu em sua mente, conferindo um instante de lucidez ao esgotado paladino. Neste momento, ele soube que não havia como destruir a espada; mas talvez, fosse possível lacrá-la.

Reunindo suas últimas forças, Aldharon mudou sua tática e parou de tentar destruir o demônio. Ao invés disso, o paladino cravou as duas mãos no peito disforme da criatura e tentou absorve-la para dentro de si. O demônio gargalhou e se deixou absorver, esperando assim tomar controle definitivo sobre o corpo físico de Aldharon. Movido pela imagem de sua amada e por um senso de justiça já não tão puro, Aldharon sobrepujou o espírito da Esmagadora de Almas, fundindo a essência da espada amaldiçoada à sua própria alma. As conseqüências disso, no entanto, foram nefastas tanto para o corpo quanto para o coração de Aldharon.

Agora, no lugar de um nobre paladino, havia um vingativo cavaleiro negro, guiado por um distorcido senso de virtude e justiça. Na mente agora corrompida de Aldharon, ele era a representação mais pura do relâmpago de Heironeous. Ele destruiria impiedosamente todos aqueles que considerasse maus. Para proteger sua amada Selwyna, Aldharon jurou erradicar o clero de Zaros, e depois disso trancaria a jovem inconseqüente em uma torre para que ninguém jamais a ferisse novamente. Os familiares da meio elfa, que se mostraram relutantes em apoiar a união dos dois eram malignos e deveriam ser punidos. Os inquisidores que caçavam a jovem seriam submetidos às mesmas torturas que impuseram às supostas bruxas. Em suma, todos sentiriam a fúria e a justiça implacável de Aldharon, o Relâmpago Negro de Heironeous...”



Agradeço a todos os nobres escaldos, guerreiros, demônios, magos e bruxos que contribuíram para criar esta, que foi uma das melhores histórias já mostradas nestes Salões.

13 comentários:

  1. Hm... Achei esse "final" bastante interessante. Pra variar, tb não é um final, e sim um começo de tantas outras histórias.

    Odin, isso quer dizer q temos você e Astreya de volta à blogosera?

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  2. Muito interessante este desfecho. Devo dizer que ocorreu do jeito que imaginava. Parabéns e a todos que teceram esta história juntos.

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  3. Burne Travers, Inquisidor de St. Cuthbert18 de dezembro de 2010 18:37

    Agora o paladino vai ser um vilão. Devemos mobilizar todos os inquisidores das igrejas ordeiras para caçar esse traidor. E como eu disse antes; isso deve ser tudo culpa da bruxa!

    Off: Essa foi uma grande e divertida história.

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  4. Foi demais adorei participar.
    Vlw Odim, espero ancioso pela proxima oportunidade.

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  5. Ainda acho que deve haver um meio de libertar a alma de Aldharon... nunca se sabe o poder curativo que um amor verdadeiro é capaz de exercer. Precisamos depositar nossas esperanças sobre a jovem Selwyna, para que ela consiga resgatar o paladino de seu terrível estado deplorável.

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  6. Selwyna, a Bruxa da Rosa Negra19 de dezembro de 2010 16:28

    É tudo minha culpa! Se eu estivesse ao lado de Aldharon isso não teria acontecido! Uma vez ele me resgatou das trevas do ódio e do medo, e agora é minha vez de resgatá-lo! Juro que irei achar uma cura para esse mal e salvar meu amado!

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  7. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço19 de dezembro de 2010 16:34

    Não se preocupe minha querida filha, pois tudo vai "acabar" bem, mas até lá você está proibida de sair desse reino! Não deixarei que você acabe nas mãos dessa ... coisa! Se estou sendo autoritário com você, minha filha, é porque eu só quero te proteger, só isso!

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  8. Gronark, Deus do Sofrimento e Campeão do Chaos19 de dezembro de 2010 16:40

    Mais uma gloriosa vitória para o Chaos! Eu adoro quando um nobre paladino se torna um anti-paladino! Isso foi tão bom quanto o sacrifício da sobrinha adotiva do rei Coran Bhael em meu nome! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

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  9. Selwyna, você tem meu apoio para encontrar uma cura para Aldharon! Como disse o clérigo, é no poder dos sentimentos puros que devemos confiar. Conte comigo! Aldharon é um bom homem e não merece que o abandonemos nessa hora em que ele tanto necessita! Sei que Coran concorda comigo.

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  10. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço19 de dezembro de 2010 23:45

    Aldharon era um bom homem, Astreya, mas não é mais! Na verdade ele nem é mais humano! Repito, eu não vou permitir que essa coisa chegue perto da minha filha!

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  11. Fico feliz que todos tenham gostado desta contenda, e agradeço uma vez mais vossa preciosa participação. Como alguns de vós dissestes, ainda há esperanças para Aldharon, como veremos em algum tempo.

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  12. Aldharon, o Relâmpago Negro de Heironeous21 de dezembro de 2010 07:38

    Não há nada de errado comigo, e os traidores aqui são vocês, Burne Travers e Rhorvals Alhanadel. Logo terei suas cabeças por ousarem se aproximar de minha amada Selwyna.

    E não pense que você será beneficiado com isso, Gronark, porque seu nome imundo também está na minha "lista".

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  13. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço21 de dezembro de 2010 17:13

    Eu ouse me chamar de traidor, Aldharon, e marque bem minhas palavras! Não deixarei que minha filha acabe em suas mãos imundas! Vou fazer o que for preciso para protegê-la, nem que para isso eu tenha que arrancar sua cabeça maldita, demônio!

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