segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Halls of Quests: O Julgamento de Selwyna, a Bruxa da Rosa Negra

Saudações, nobres almas.

Inalguro hoje nos Salões de Valhalla os Halls of Quests, onde resolveremos algumas das (diversas) contendas que sempre surgem nestes honrados Salões. Todas as disputas serão decididas com votações e comentários. Iniciaremos estes pergaminhos com o Julgamento de Selwyna, a Bruxa da Rosa Negra.

Selwyna é uma jovem bruxa meio elfa que está sendo acusada de heresia e assassinato pelo honrado e severo Sir Burne Travers, Inquisidor de St. Cuthbert. Se for considerada culpada, Travers pessoalmente supervisionará a execução da meio elfa em uma fogueria da inquisição.

Levando em conta que a meio elfa se redimiu e está agora ajudando a proteger pessoas com seu poder, Aldharon, um nobre paladino, ex capitão da ordem dos Cavaleiros do Trovão de Heironeous, propõe que ela seja julgada por um tribunal não ligado aos Inquisidores de St. Cuthbert, e defende que ela deva reparar os danos que causou no passado trabalhando ativamente pelas forças da luz.

Em vossa opinião, qual deve ser o destino da Bruxa da Rosa Negra? Aqueles entre vós que desejarem participar, registrem aqui vossas opiniões e votem na enquete O Julgamento de Selwyna. Em três dias e três noites teremos o resultado.

48 comentários:

  1. Concordo com Aldharon, e venho frisar que as portas de Sírhion estão abertas para Selwyna. Como disse Elisa anteriormente, gostaria que os servidores da maça de St. Cuthbert estivessem tão ávidos assim para lutar com e executar as verdadeiras ameaças desses salões.

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  2. Burne Travers, Inquisidor de St. Cuthbert16 de agosto de 2010 12:22

    Justiça nasce da Ordem e a lei é clara. Qualquer um que cometa crime deve ser severamente punido pela lei não importando sua inclinação moral.
    Os reinos élficos não devem e não possuem motivos para tomar partido desse julgamento. Todos os crimes de Selwyna Alhanadel foram cometidos em terras humanas, e ela deve responder por seus crimes nessas terras.
    Peço que os membros clericais do Conselho das Espadas (St. Cuthbert, Heironeous, Hextor, Bahamut, Moradin e Zarus.) se manifestem sobre esse julgamento.

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  3. Gostaria de saber mais sobre a situação como um todo. Selwyna está sendo acusada por assassinato... Mas de quem? Em q circustâncias? Legítima defesa ou total insapiência de seus atos seriam alegáveis? E se ela é proeminente na sociedade élfica a ponto de sua condenação causar mal estar entre as relações humanas e élficas, será q seria pedir demais que parte do júri fosse composto por jurados elfos?

    Eu gostaria de me apresentar como defensor de Selwyna, pois ela é um tipo muito raro de ocorrência e q deve ser preservada e incentivada. Ela é uma vilã q não só se converteu como tem se saído muito bem, ainda que indiretamente no combate de seus antigos mestres desprezíveis. Sim, ela deve ser julgada e encerrar de vez essa questão. Sim, ela deve pagar pelos crimes cometidos, mas também recompensada por todos os feitos valorosos aos quais cooperou.

    (OFF: Odin, andei "chat"ando com o Gronark e o Rafael lá no meu blog e teria como entrar com um personagem [quissá de bônus +1 vilão] Rokugani nas histórias ou seria zona demais?)

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  4. ....... Zarus, o deus dos humanos............
    Selwyna, infelizmente é culpada pelos crimes que ela cometeu, mas isso só ocorreu por causa da influencia nefasta de Dajarin. Quando elas se separam e ela encontrou Aldharon ela finalmente encontrou a aceitação das pessoas e um verdadeiro amor. Ela vem prestando desde então um serviço de curandeira, parteira, herborista e com suas visões alertou o Grande Odin sobre uma invasão de orcs aos reinos élficos.
    Em minha opinião pessoal, ela deve continuar o que vem fazendo que é salvar vidas e ajudar na luta contra o verdadeiro mal.
    Uma vez a Norne Selin, se referiu a minha sobrinha como princesa, quando ela profetizou que Loki voltaria a causar problemas.
    ( Odin, você recebeu meu email?)

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  5. Verhanna Folha Selvagem, a Arquidruidisa de Kharnat16 de agosto de 2010 19:01

    Nossa filha vira conosco para os reinos élficos. Eu não permitirei que mau algum ocorra com minha filha por minha culpa. Eu escolhi embarcar em uma jornada com meu marido que acabou num desastre, e acabei ficando presa durante 20 anos em um espelho mágico, deixando-a sozinha e vulnerável. Dajarin era minha inimiga mortal sempre destruindo e corrompendo as florestas para garantir seu poder sombrio. Aproveitando a desgraça que se abateu sobre mim para raptar minha filha e corrompe-la. Não consigo imaginar o que ela deve ter passado nas mãos daquela víbora peçonhenta, e agora a inquisição quer queimá-la viva.
    Eu a protegerei da mesma forma que uma grande ursa protege sua cria. Com garras, dentes e selvageria.

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  6. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço16 de agosto de 2010 19:27

    Eu já disse, mas não custa repetir. Não importa o resultado do julgamento, eu vou levar minha família para Sírhion, e vou matar quem ficar no meu caminho!

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  7. Galadhon, o Senhor das Lâminas16 de agosto de 2010 20:17

    Estou ao seu lado, Alhanadhel.

    Qualquer um que tentar ferir a jovem terá que primeiro passar por minhas espadas.

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  8. Recentemente meus corvos receberam esta menssagem do sábio Nubling, explicando um pouco melhor toda a situação:

    " Selwyna Alhanadel é acusada de destruir com sua mentora, Dajarin, as cidades de Dariath, Bringor e Eryane, saquear inúmeras caravanas, assassinar de 27 pessoas e ferir outras 86.
    Isso sem contar com a heresia de sacrificar 5 pessoas em um ritual sombrio que transformou sua mentora numa desprezível Naga.

    Pouco depois disso, elas se separam, e Selwyna lutou contra Aldharon em um combate que quase matou a ambos. O paladino teve mais sorte saindo menos ferido, e curou os ferimentos de Selwyna fazendo ela se questionar porque ele a havia salvado, já que ela era considerada e se considerava um monstro. Ele simplesmente disse:

    – Toda vida é sagrada, não importa raça ou cor. O que realmente te define são suas ações e não os comentários alheios. Eu aprendi isso com um amigo uma vez, e não sou um assassino que mataria alguém inconsciente.

    Então ambos começaram a se aventurar juntos e um certo “sentimento” foi despertado, mas eles infelizmente tiveram que se separar. Eu, que procurava Selwyna há quase 20 anos, finalmente a encontrei e a levei para Floresta de Kharnat, que é abençoada por Ehlonna, tendo forte energia espiritual positiva (que foi crucial para a purificação da alma de Selwyna).

    Quando Selwyna foi capturada por Gronark, ele e Dajarin a submeteram a uma lavagem cerebral para que ela se alia-se a eles e usasse seus poderes divinatórios para auxiliar Gronark a conseguir a ambrosia e prever os movimentos das tropas de Asgard. Nós conseguimos salvá-la e fazê-la voltar a ser uma pessoa bondosa..."

    Acredito que agora fique mais simples para todos chegarem a uma opinião mais acertiva sobre esta contenda.

    Amigo Hayashi, tu (e qualquer um de vós, bravos irmãos)tem a liberdade para encarnar nestes Salões quaisquer personagens que desejarem; afinal, quanto mais heróis e vilões, mais batalhas gloriosas...

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  9. Sir Reinault Morgrane, 5. General do Trovão16 de agosto de 2010 21:00

    É com grande desagrado que vos falo senhores, que essa conduta não será permitida durante o julgamento. Continuem essa conduta de ameaças de morte e vocês atrairão a fúria de todo o Conselho das Espadas, e das ordens afiliadas ao conselho. Não a o porquê de transformarmos isso em um incidente diplomático.
    Aldharon, tu amas tanto essa criminosa a ponto de sair de nossa gloriosa ordem? Achei que o treinamento com Anduin em Celestia abriria seus olhos e coração para a fé, e que sua paixão momentânea fosse substituída por devoção e dever.
    Volte para ordem nobre Aldharon, ainda a tempo de remediar teu erro. Somos amigos se lembra? Este caminho que tu escolheste só o levara a sentir mais dor e lealdades divididas.

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  10. Burne Travers, Inquisidor de St. Cuthbert16 de agosto de 2010 21:48

    Princesa ou não, Selwyna Alhanadel é culpada desses crimes hediondos. As almas daqueles que foram cruelmente assassinados e prejudicados por essa BRUXA demandam por justiça.
    A justiça serve pra manter e proteger a ordem e suas leis são claras. Não a redenção sem punição. Essa é a verdadeira lei, e nada nem ninguém está acima disso!
    Agora os elfos se sentem no direito de interferir nesse julgamento. Ameaçando de morte os nobres soldados e juristas que juraram proteger a ordem caso a sentença de Selwyna seja a execução.
    Grato pelo seu apoio Sir Reinault Morgrane. Eu me entristeço ao ver que o nobre Aldharon abandonaste sua ordem em busca de um meio para libertar a bruxa.

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  11. Isawa Hayashi, Andarilho dos Cinco e Voz do Clã Fênix16 de agosto de 2010 22:41

    Com a devida licença a todas as meritíssimas autoridades, mas peço novamente a palavra. Sou estranho nessas terras, portanto, bem entenderei se meus costumes, palavras ou idéias forem por demais estranhas às vossas opiniões, contudo, enquanto sacerdote do Clã que represento, meus votos me impedem de ficar impassivo.

    Em minhas terras, na saudosa Rokugan, o Clã Fênix também é conhecido pela alcunha de Voz do Imperador, por sempre levar mensagens de paz e autoridade aonde são necessárias. Conciliar os dois, como nesse caso, pode parecer impossível, mas, creiam-me os que me ouvem, é digno de ser tentado.

    Na condição de sacerdote, e dada minha parca experiência em questões diplomáticas, sei que a paz consensual entre duas partes discordantes, parte, obviamente, do entendimento entre ambas. Estamos num dilema e a paz pende por um fio. Os elfos se recusam em deixar a pena da lei humana ser cumprida sobre Selwyna, e os humanos exigem que a vingança seja cumprida, pois a lei deve ser a mesma para escravos ou lordes.

    Talvez minha míope visão desta maravilhosa e nova realidade prejudiquem meu julgamento, mas peço primeiramente às autoridades humanas, às quais muito respeito e admiro, que exerçam a lei com sadio e louvável dever e ordem, não com sadismo ou satisfação pela morte de outrem, como pareço sentir, como sombras em suas vozes. Novamente, não intento ofensas, e meu juízo de caráter ainda pode estar afetado dado meu descostume a este novo mundo. Em minha terra, o Pequeno Mestre disse que "Assim como onde há fumaça há fogo, onde há justiça há sangue." Sim, todos esses pecados pesam gravemente sobre Selwyna, mas, outras questões devem ser levantadas como sendo a Selwyna algoz de tais almas a mesma Selwyna que em testemunhadas ações louváveis cooperou e salvou tantos milhares. Talvez mais ainda do que os que matou. Sendo este o caso, muito me agradaria que esta primeira Selwyna sim, passasse pelas chamas sagradas da Inquisição de "Kami Kuberufu-sama" e que esta segunda seja louvada pelos bons feitos que cumpriu.

    Aos lordes elfos, aos quais estimo em igual apreço, peço que por favor, cooperem para que a situação não se agrave ainda mais. Se Selwyna fugir da justiça humana, será considerada foragida e doravante irremediavelmente culpada pela lei. Terminará sua longevidade hostentando a culpa que certamente não lhe é merecida. Contudo, sendo ela inocentada, a questão será encerrada e seu exemplo será um bastião brilhante para que outros convertidos às causas da Luz a sigam.

    Me é ciente o quanto este panorama parece difícil e distante, contudo, é uma causa pela qual vale a pena lutar. Mais do que isso. Vale a pena todo e qualquer esforço para ser realizada. Se esta é uma terra de heróis, como não poucas vezes ouvi, então que eles nos ajudem ao lado das Boas Fortunas. Me disponho a colaborar na defesa de Selwyna, contudo, ressalto minha inexperiência com os trâmites legais e costumes desta estranha e maravilhosa nova terra. Porém, meu fervor em sua total plenitude será vertido a esta causa.

    Muitas vidas já foram perdidas pelos erros enterrados de Selwyna. Seria lamentável que mais outra morte seja debitada aos seus pecados.

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  12. PS.: Desculpa o longo post (e double post agora), mas queria ressaltar que esse é um dos personagens q pretendo interpretar aqui. Os Isawa são a Família que basicamente "inventou" a magia de Rokugan, dividindo seus campos de exploração nos Cinco Anéis que compõem o Mundo (Ar, Terra, Fogo, Água e Vácuo). São uma Família tida como altiva e prepotente, mas num Clã que preza pela paz e por decisões diplomáticas ao invés do derramamento de sangue. As cores habituais do Clã Fênix são os tons quentes, do amarelo ao vermelho. Este, que estranhamente é tido como a cor da paz em Rokugan.

    Isawa Hayashi chegou ainda por causas indefinidas a esta nova "dimensão". Ele não sabe ao certo ao que veio, mas vê qualidades, semelhanças ao seu mundo natal, mas também muitos males. Semelhantes e estranhos aos de seu mundo.

    "Kami Kuberufu-sama", seria como imaginei q ele pronunciaria St. Kuberth, com um desacostumado sotaque mais nipônico. Bom, é isso. Espero ter aliados unidos a essa causa.

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  13. Burne Travers, Inquisidor de St. Cuthbert16 de agosto de 2010 23:26

    Grato por sua sabedoria nobre sacerdote, mas faça a gentileza de responder uma pergunta.
    Soube que sua terra é dividida entre Clãs. O que aconteceria se tal caso fosse julgado em sua terra? Precisamente se a réu fosse uma Unicórnio que tive-se depredado as terras do clã do Leão?
    Também é de meu conhecimento que vocês não saem para explorar o mundo, menos os Unicornio e o Mantis. Então o que o motivou a se aventurar por essas terras sacerdote?

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  14. Oyama Flagelo das Feras17 de agosto de 2010 00:10

    Selwyna não tem porque ficar à mercê de um inquisidor de St. Cuthbert, ela tem capacidades especiais e está disposta a lutar ao lado dos humanos e elfos. se ela cometeu crimes no passado que pague nos ajundando com suas habilidades no presente e futuro, é simples.
    Se ela tivesse intenção de nos trair, os corvos de Odin já teriam descoberto algo.

    matá-la não será nada sábio, St. Cuthbert não deve ser tão tapado assim.

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  15. Isawa Hayashi, bem-vindo a nosso mundo. Tuas considerações e sabedoria abrilhantaram estes salões. E meu grande amigo Oyama, devo concordar também com seus argumentos.

    Como disse, sou a favor de que Selwyna seja julgada em terras humanas, no entanto, de acordo com a proposta de Aldharon. Como falou Isawa Hayashi, parece haver mais satisfação nas vozes daqueles que acusam Selwyna quando estes mencionam sua morte na fogueira do que vontade de olhar a questão a todos os ângulos a que deve ser submetida e julgá-la de maneira justa.

    Se Selwyna for condenada ao interrogatório, julgamento e execução pelo clero de St. Cuthbert, no entanto, devo ser honesta e confessar que empunharei minha espada para salvá-la e levá-la em segurança para Sírhion. Não me interessa que vocês achem que a lei de vocês, inquisitores, deva ser cumprida. Sua lei não é a minha lei, nem sequer é a lei do reino onde vivo. Portanto, farei o que for necessário para ajudar minha amiga.

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  16. Lenora, sumo-sacerdotisa de Corellon17 de agosto de 2010 01:12

    Estarei ao lado de Astreya para defender Selwyna. Eu já sofri uma terrível traição que levou minha família inteira a beira da morte. Possuo limitações mas sei enxergar a maldade genuína. Essa jovem não merece ser condenada a fogueira, e Verhanna e Rhorvals, que Corellon esteja com eles, não merecem passar por essa dor. Vocês não percebem que, com essa vontade cega de impor uma justiça míope e descabida, estão prestes a condenar à morte uma jovem que foi manipulada e usada por uma criatura maligna desde a mais tenra idade? A maior responsável pelas mortes e destruição que Selwyna causou, Dajarin, já teve sua morte e punição. Era ela o mal por trás de Selwyna. E agora, vocês querem negar a esta jovem a chance de viver uma vida própria, e de usar seus talentos para o bem. Irão desperdiçar uma vida que nem teve a chance de desabrochar. Matá-la não trará nenhuma das pessoas mortas por ela de volta, mas deixá-la viva pode evitar que muitas outras "Selwynas" nasçam da adversidade e do desespero que ela poderá evitar lutando em prol do bem.

    E com todo o meu respeito, se alguém estivesse ameaçando queimar vivo meu amado filho Anael, estaria reagindo da mesma forma que Rhorvals e Verhanna.

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  17. Isawa Hayashi, Andarilho dos Cinco e Voz do Clã Fênix17 de agosto de 2010 01:45

    As relações entre Leão e Unicórnio sempre foram tensas. O Leão sem dúvidas é o Clã mais tradicionalista de meu Império, arraigado às antigas tradições em tudo quanto fazem. O Unicórnio, embora talvez tão poderoso e belicoso quanto, possui costumes que são estranhos ao resto de Rokugan, e por sua vez, não perde oportunidade de medir seu poderio militar com o Leão. Contudo, se tratando de uma questão que envolva diferentes Clãs de Rokugan quaisquer, como indivíduos civilizados, tais tentariam acertar suas devidas retribuições civilizadamente, evitando o lamentável derramamento de sangue ao máximo possível. Não é esse o caso, porém, de uma ofensa direta à honra/reputação de outrem, o que aí sim, demandaria retribuição por sangue. O que ainda assim, deveria ser feito preferencialmente sem mortes.

    É verdade também que em minha terra até mesmo a guerra pode ser um meio de obter a justiça, mas, ela só seria permitida entre territórios fronteiriços dos Clãs envolvidos. Qualquer exército que ameace terras propriamente ditas de algum Clã "rival" está sujeito às sanções Imperiais e a retribuição das temidas Legiões Imperiais. Ainda assim, por Honra e civilidade, tais costumes da arte da guerra são mantidos, não por medo. Porque um guerreiro que abnegue de seu orgulho e apele para tais táticas covardes, quisera seus Ancestrais que ele estivesse morto antes de chegar a tal ponto.

    Tais conversas sobre guerras e vingança pelo sangue muito me desagradam, e espero pela cortesia de não ter que explicar a razão.

    Sei que sou estranho a esta terra, e nesta qualidade, não me intrometerei ou tecerei comentários perniciosos a costumes e tradições que simplesmente não compreendo, mas que porém entendo como não sendo melhores ou piores que as que sigo. Assim como a pedra não é melhor do que a árvore. Ela é apenas diferente. Dessa mesma forma, jamais intencionaria que os costumes de "Kami Kuberufu-sama" sejam abandonados e que os costumes rokuganis sejam aqui implantados.

    Não sei a que vim a esta terra. Tenho a vaga lembrança de haver um propósito. Pressinto que possa ser útil aqui. Tenho a vaga sensação de que outra presença de meu mundo também está por aqui. E se for quem penso, Selwyna não é minha maior preocupação...

    Estar aqui a um dever que ainda não me é conhecido e não em uma aventura, contudo, não me impede de admirar tantas qualidades neste estranho mundo, em que os olhos são largos como os de cobras, espadas são retas como o horizonte ao mar e tantos se vestem com peles, à maneira de animais. Um costume, que aliás, muito me lembra os estranhos Unicórnios. Apesar de tantas diferenças, porém, é possível reconhecer qualidades que também seriam apreciáveis em meu mundo natal, como a disposição que os fortes têm de lutar pelos mais fracos e necessitados.

    Uma das coisas que mais me move na história de Selwyna é que ela já foi serva de potestades malignas. Contudo, ela não é mais. Quisera eu que os de minha terra, outrora servos do Deus Caído, tivessem ao menos uma mísera chance de redenção que ela teve.

    Ainda assim, sinto que há propósitos maiores influenciando os presentes fatos. Todavia, eles ainda me são ocultos. E isto me preocupa...

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  18. Isawa Hayashi, Andarilho dos Cinco e Voz do Clã Fênix17 de agosto de 2010 01:47

    ...

    Muito me admira que Lady Astreya se submeta a tais rompantes de impetuosidade! Que o mínimo possível de espadas sejam usadas, e que ameaças sejam refreadas em nossos lábios, pois não é de aço que precisamos nesta questão. É de justiça. Justiça que os dois lados da discussão requerem. Seja a justiça pelo duro castigo da lei ou do perdão. Intento apenas ressaltar lados que venham porventura a ser esquecidos por qualquer facção aqui envolvida. Ressalto, estou mui longe de ser autoridade aqui. Se sou ouvido, é por pura misericórdia que tendes deste humilde servo. Milady Astreya, por clemência, não se precipite a tais comentários incisivos. Eles não a convém e nem são de seu feitio. Poupemos o aço para nossos reais inimigos, não a quem outrora eram irmãos (Hmm... Por que esta palavra doeu?).

    Certamente que compreendemos que fará de tudo para salvar sua amiga, assim como eu farei para que uma solução que atenda aos dois lados.

    Não sei até que ponto as meritíssimas autoridades aceitariam argumentos arcanos ou transcedentais, pois em minha terra eles não possuem validade legal. Contudo, me parece que Selwyna é tão culpada pelas mortes quanto a adaga de um assassino. Ela foi um instrumento nas mãos de sua mestra deturpada. Ela sim, merece ser punida nos rigores das chamas. A morte de Selwyna (que as Fortunas não me ouçam) pode acarretar problemas muito além de um incidente diplomático, mas lançar sua alma a instâncias inacessíveis para qualquer um de nós. Exceto talvez, por forças corruptas que não enumerarei aqui.

    Não me qualifico como advogado ou porta-voz de causa alguma. Me simpatizo com a causa de Selwyna por vê-la mais desfavorecida diante dos Inquisidores. Contudo, se for realizada uma demonstração de boa vontade por parte da "promotoria", tenho certeza de que os elfos e defensores de Selwyna se mostrarão menos propensos a ameaças ou desembanhar de aço. Sugiro que haja então uma declaração de julgamento justo e reconciliação entre as duas facções, qualquer que seja o veredito. Neste sentido, seria de muito bom grado se algum antecedente legal possibilitasse a tão sonhada anistia dos pecados e crimes atribuídos a Selwyna.

    Mas prefiro que pensem a meu respeito como um conciliador (OFF: MAX GERIGHER É O CARAMBA!).

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  19. Burne Travers, Inquisidor de St. Cuthbert17 de agosto de 2010 01:57

    Eu apenas acredito que aqueles que descumprem as leis, e assassinam pessoas inocentes devem ter a merecida retribuição pelos seus atos.
    (Mano isso aqui está muito maneiro. Só que acho que vocês estão tendo uma idéia errada sobre meu cara e St. Cuthbert.)
    (Meu personagem é Leal e Neutro e farei uma referencia a essa tendência a baixo.)
    (Leal e Neutro (LN), “Juiz”: Um personagem Leal e Neutro se comporta de acordo com a lei e a tradição, ou é dirigido por um código de conduta pessoal. Para ele, a ordem e a organização são importantíssimos. Ele pode acreditar em uma ordem pessoal e viver segundo um código ou padrão, ou acreditar em uma mesma ordem para todos e preferir um governo forte e organizado. Ember, uma monja que segue sua própria disciplina sem ser influenciada pelos pedidos dos necessitados nem pelas tentações do mal, é Leal e Neutra. Leal e Neutro é a melhor tendência que você pode escolher se deseja indicar que é confiável e honrado, mas não um fanático.)
    (St. Cuthbert prega a vingança e a punição justa a todos que transgredirem a lei. Não importando a tendência da pessoa.)
    (Meu personagem não quer jogar a Selwyna numa fogueira por prazer e sadismo. Simplesmente ele está tomando medidas defensivas, pois está sendo ameaçado por um ex cavaleiro e elfos descontentes. E só uma pessoa está apoiando o inquisidor e a outra está mantendo a neutralidade agindo como o pacifista e conciliador.)
    (Os leões não são nada! Os caranguejos são verdadeiros guerreiros, porque moram do lado do inferno na terra.)

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  20. Estou chocado com a atitude anarquista de meus companheiros. Na verdade, já esperava isso de Astreya, sendo uma barda e dada a tendências caóticas e desvairadas, mas Oyama... você que se diz um monge e seguidor da ordem...agora realmente estou convencido que os humanos não fazem nada direito.
    Selwyna deverá ser julgada pelas leis do reino nos quais ela cometeu seus crimes, não importando se são suas leis ou não Astreya. A menos que sejam leis corruptas.
    Os elfos podem peticionar uma extradição para seus reinos, mas cabe aos governantes do reino ofendido conceder isso ou não (e não sei por qual motivo fariam isso, já que ela é uma mestiça meio-elfa).
    Concordo plenamente com Burne Travers: não há justiça ou redenção sem punição. Pensem nisso: algum de vocês perdoariam Ragnarok, Tur, Gish, o Rei-Dragão e incontáveis outros vilões se eles se arrependessem de seus atos hediondos? Sem nenhuma punição adequada? Acredito que não. Vocês se compadecem por ela se tratar de uma donzela meio-elfa e não de um monstro horrendo. Vocês se compadecem por ela tentar se redimir, mas nem toda a água do mundo pode lavar o sangue de suas mãos. O horror que ela perpetrou é grave demais para deixar de lado.
    Não tenho prazer em vê-la morrer, mas absolvê-la seria uma injustiça, principalmente para todas as pessoas que prejudicou.
    Que a justiça se faça e que ela seja julgada.

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  21. Richard Pendragon, Alto Clérigo de Bahamut17 de agosto de 2010 09:12

    "Que a justiça seja feita e ela julgada". Concordo com o arqui-mago e com os sábios Rokugani no que se refere ao fazer isso com o mínimo de espadas possível. E está perfeitamente claro que Sir. Travers não está agindo por sadismo ou implicância, apenas de maneira inflexível para fazer com que sua lei seja cumprida.

    Nós, seguidores de Bahamut possuímos a mesma visão de ordem que os nobres cavaleiros de Heironeous; ela é uma pedra muito importante na construção da muralha da justiça, mas não é a razão de ser de nenhum de nossos atos. E a justiça que emerge apenas da ordem torna-se cega e inflexível. A justiça verdadeira surge apenas quando a ordem mesclada a virtudes como a sabedoria e o bom senso. Por esta razão defendo que ela seja julgada por um tribunal de Heironeous, onde, devido a sua conduta atual ela será provavelmente inocentada, mas forçada a prestar serviços à comunidade sob supervisão direta de representantes do Arqui-paladino dos Deuses.

    Penso que os elfos não devem interferir nessa questão, pois há o sério risco de se criar um conflito entre elfos e humanos, o que seria completamente improdutivo para todos nós.

    Aramil, se os vilões que você mencionou tivessem realmente se arrependido, minha postura em relação a eles seria a mesma. Você criticou Astreya e Oyama, mas se bem me lembro, você é o único em seu grupo com um histórico (grande) de julgamentos pautados em raça e aparência.

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  22. Isso é um grande problema nobre Richard. Os clérigos de St. Cuthbert irão se intrometer no julgamento, e não irão abrir mão desse caso a favor dos servos de Heironeous. Eles acham que graças ao “relacionamento” de Aldharon com Selwyna, não haveria um julgamento completamente justo. Então seria necessária a entrada da Ordem das Espadas nesse caso, já que ela lutou a favor das forças do Chaos, e também para ter um julgamento justo de ambos os lados.
    O problema não seria os seguidores de St. Cuthbert, e sim os de .......... Zarus.
    Aramil, como tu podes dizer essas palavras? Selwyna e Asteya são grandes amigas, e minha sobrinha é bisneta de Thingol. O que você acha que ele diria a ti se ouvisse as palavras que tu proferiste Aramil ?
    Verhanna e Rhorvals, ficaram extremamente irritados ao ver seu comentário Aramil.

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  23. Meu nome é Slobodan, humano devoto de Pelor e irmão de uma das vítimas de Selwyna.

    Noite passada tive uma visão e fui ordenado por Pelor a manifestar-me com respeito a este caso. Por isso estou aqui.

    Perder meu inocente irmão de forma brutal, assassinado pela bruxa Selwyna, foi um choque e uma tremenda angústia para mim. Pranteei em abundância e a alegria de minha vida parecia ter chegado ao fim.

    Contudo, por meio dos ensinamentos de Pelor encontrei paz através da misericórdia. Por algum pressentimento não cedi ao impulso de sair ao mundo buscando vingança contra Selwyna, mas permaneci fiel aos meus princípios, até que meu coração se encheu de verdadeira misericórdia e compaixão pela alma da pobre bruxa aqui acusada.

    De fato, até alegrei-me quando soube que ela havia sido redimida e agora fazia o bem. Entendi então o pressentimento que me detivera de caçá-la, pois assim ela teve tempo de ser redimida e arrepender-se de seus pecados.

    Contudo, conheço os dogmas de St. Cuthbert, aliado de Pelor, e sei que para ele a justiça se sobrepõe a tudo e todos, o que requer o julgamento e possível punição de Selwyna.

    Encontra-mo-nos portanto diante de um impasse entre duas grandes divindades. De um lado a Justiça de St. Cuthbert, que não pode ser diminuída; do outro a Misericórdia de Pelor, que precisa ser manifestada sem roubar a justiça.

    Eu, portanto, como Clérigo de Pelor, tendo sofrido na alma em virtude das transgressões de Selwyna, venho propor uma solução que agrade e satisfaça a ambas divindades, e a ambos os povos envolvidos nesta querela.

    Que o julgamento de Selwyna seja feito conforme as leis do povo onde ela cometera seus delitos, os humanos, dentre os quais me incluo. Isso satisfará a justiça de St. Cuthbert, e os homens não terão de que reclamar.

    Mas que a sentença sobre ela pronunciada, tanto para a morte ou prisão, seja cumprida sobre mim, Slobodan, Clérigo de Pelor, irmão de uma de suas vítimas, pois meu coração está cheio de misericórdia. Isso satisfará a Pelor e ao desejo de reparação dos homens, deixando-a livre para ir em paz para junto de seu povo, os elfos, e lá continuar a fazer o bem.

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  24. O Conselho das Espadas é uma Ordem que possui muitas divergências, mesmo entre os representantes de divindades com dogmas semelhantes; Bahamut e Heironeous (as divindades mais próximas dentro do conselho) possuem visões diferentes quanto à maneira de se lidar com o mal; Heironeous acredita que o mal deve ser combatido diretamente, enquanto Bahamut defende que é mais importante oferecer meios para que inocentes se defendam e refúgio temporário a eles. Esta pequena diferença já gerou inúmeras discussões. Imaginem o que acontece quando paladinos de Heironeous e algozes de Hextor sentam em uma mesma mesa.

    O que quero dizer é que o caso de Selwyna não é algo para ser tratado dentro do Conselho das Espadas, e sim por um tribunal justo, mais direcionado a fazer o melhor para todos do que simplesmente cumprir leis arbitrárias.

    Sir Burne Travers, sei que está cumprindo seu dever, mas vou avisar uma coisa: Já deixei os Cavaleiros do Trovão para que minha opinião não interfira em um julgamento feito pelos magistrados de Heironeous, portanto, não aceito argumentos defendendo que a Ordem de Heironeous não pode resolver esta contenda de maneira justa por causa do meu envolvimento pessoal.

    E deixo registrado aqui meu total apoio às sábias palavras proferidas por Lenora, Richard Pendragon e Isawa Hayashi. A solução proposta por Slobodan também me parece bastante razoável.

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  25. Salan Hoka, Campeão Ordenado de Hextor17 de agosto de 2010 16:03

    Palavras fracas proferidas por um homem fraco. Vocês, seguidores de Heironeous nunca demonstraram a coragem necessária para sujar as mãos e fazer aquilo que é preciso.

    Sua tão prezada "Justiça" permite que criminosos sejam tratados com leniência. A verdadeira ordem deve ser absoluta e inflexível. Se isto o torna um tirano, ou alguém "mau", que seja. É um pequeno preço a se pagar pelos benefícios que a verdadeira ordem confere a uma sociedade.

    Vocês, aliados dos deuses da luz argumentam que Selwyna deve ser perdoada e que com sua ajuda muitas outras jovens podem deixar de ser corrompidas por bruxas, e que viva ela pode trazer ao mundo um bem muito maior do que sua morte traria.

    Agora vos pergunto: Quantas bruxas vocês acham que vão se sentir encorajadas a propagar o caos se uma delas receber clemência porque alega estar redimida? Quantos cultos de demonistas irão expandir suas atividades apenas por saber que se encenarem bem, podem ser poupados após serem capturados?

    Já pensaram nisso, "heróis"?

    Burne Travers, eu, Salan Hoka, Campeão Ordenado de Hextor registro meu apoio a tua causa, mesmo que isso nos leve a uma guerra contra os reinos élficos. A Ordem deve ser mantida, a qualquer preço.

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  26. Adolf Hirveng, Alto Clérigo de Zarus17 de agosto de 2010 17:40

    Gosto do que diz Hokan! Ordem a qualquer custo. Claro que ela deve ser queimada em uma fogueira, já que é uma bastarda semi humana que comete o sacrilégio de estar viva e corromper a “pureza da humanidade”.
    Apesar do inquisidor, de e você seguirem divindades pequenas e não verdadeiramente humanas. Sois-vos humanos e suas decisões são as mais acertadas para em serem implacáveis com os não humanos.
    Se tal bebe mestiço tive-se nascido em alguma das minhas senzalas, teria a afogado com minhas próprias mãos ainda infante.
    Aos olhos de Zarus, O ÚNICO E VERDADEIRO DEUS CRIADOR DOS HOMENS é um humano se copular com alguém não humano e gerar uma criança. É claro que se a vadia for semi humana é bom levar o filho para treinar com elas antes de se casar com uma humana verdadeiramente pura. Mas deve se matá-la se souber que carrega tal abominação impura no ventre é claro.
    Os não humanos devem ser escravos e guiados por nós Humanos, já que somos seres superiores e perfeitos. E não defender uma profanação impura como essa, se bem claro adoraria “experimentá-la” na noite antes da execução. Hehehehe
    Tu Aldharon, como podes se apaixonar por essa profanação a pureza e superioridade de toda a raça humana?
    Tu deves se casar com uma humana verdadeira mente pura, e criar uma linhagem de guerreiros que liderarão o mundo.

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  27. Perdoe-me pelo grosseiro erro linguístico. Isso não foi digno de um elfo.
    Mas, Sir Richard, eu nunca neguei meus preconceitos. Para todos que ainda não sabem (dúvido que não tenham percebido), declaro que considero os elfos uma raça superior e, por extensão do raciocínio, as outras raças
    são inferiores.
    Mas meus preconceitos não têm relação com o anarquismo demonstrado pelos meus companheiros. Eu não faria distinção no julgamento de qualquer um, não
    importa sua raça. Um crime cometido por um elfo e por um não-elfo (inclusive meio-elfos) deve ser punido igualmente. A única diferença no meu julgamento seria com relação aos meus sentimentos.
    Se um elfo fosse condenado à morte por seus crimes, isso me entristeceria. Mas se um não-elfo o fosse, não perderia sono por sua causa. Até ficaria alegre, dependendo de quem se tratasse.
    Como exemplo: sempre odiei um tal de Morkk, pois o considero grotesco e desprezível, e julgo-o de acordo com meus próprios padrões morais. Mas nunca o condenei a nenhum crime nem atentei contra sua vida.

    Já com relação a ti, Nubling Erkenwald, tenho certeza de que o grande rei Thingol (que sua alma descanse em paz) concordaria comigo, mesmo se tratando de sua bisneta. Até apostaria uma grande quantia
    que ele a rejeitaria como parente. Nem ele nem eu gostamos de híbridos. Mas ela não está sendo julgada por isso.
    E quanto ao fato de Verhanna e Rhorvals ficarem zangados, só posso aconselhá-los a apoiarem sua filha, mas sempre respeitando a decisão do tribunal. Sem a ordem tudo seria devorado pelo caos.
    Lembrem-se sempre:

    "Fiat justitia ruat coelum. Ecce lex rex!"

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  28. AAARGHH!

    Aramil, você é um racista maldito, e espero que um dia alguém coloque você em uma fogueria! Você se julga superior, mas eu sei que quando as coisas estão feias você é o primeiro a sair correndo e largar seus companheiros para trás!

    Maldito! Estou treinando arduamente no templode Oyama, e um dia você sentirá minha fúria!

    AGUARDE!!!!

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  29. Hargor Martelo de Mitral17 de agosto de 2010 20:26

    Me recuso a comentar algo sobre o depoimento de Aramil...

    Quanto a você, Adolf Hirveng, e você, Salan Hoka, espero sinceramente que nossos caminhos se cruzem um dia no campo de batalha. De qualquer forma, vocês enfatizam com maestria o ponto defendido por Aldharon; Selwyna não deve ser julgada pelo Conselho das Espadas. A ordem deve servir ao bem maior, e não à si própria.

    Nós, anões, somos ordeiros e disciplinados por natureza; dentro e fora do campo de batalha. Selwyna deve assumir as conseqüências do que fez, mas o fato dela ter se redimido e ter uma boa alma não deve ser ignorado em seu julgamento.

    Se fosse julgada em um tribunal de Darakar, ela seria absolvida da forca (nosso método de execução sumária), e teria que prestar serviços a nosso povo durante um período médio de dez anos.

    Creio que a sentença determinada por um tribunal de Heironeous seria semelhante à nossa, portanto apoio a proposta de Aldharon.

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  30. Salan Hoka, digo-te apenas uma coisa: acreditar que uma pessoa está redimida não significa que seremos tolos e cegos o bastante para permitir que qualquer um que se proclame redimido possa andar solto pelo mundo. É exatamente por acreditar que devemos ser atentos e analisar o contexto de cada caso que não concordo com uma justiça ou ordem totalmente inflexíveis. Mas meu objetivo não é discutir dogmas religiosos.

    Aramil, tu me fazes rir. Acusa-nos de ajudar Selwyna apenas por ela ser uma donzela meio-elfa, mas digo-te que, mesmo tendo grande rivalidade com Gronark e Skarr, tentaria, por mais que me fosse difícil, aplicar a eles a mesma justiça que defendo em relação a Selwyna, caso eles se mostrassem arrependidos ou redimidos. Você tem razão em dizer que nunca escondeu seus preconceitos, e, apesar de nunca ter atentado contra a vida de Morkk, há outras formas de ferir ou mesmo matar uma pessoa. Humilhá-las, como você faz, é uma delas. Mas é verdade que tu és honesto, e pelo menos podemos saber exatamente quando podemos ou não contar com você, e também sabemos extamente o que esperar de ti.

    Admito que sou passional, e o fato de Selwyna ser minha amiga influencia e muito na minha defesa em relação a ela. Nunca neguei isso. Mas isso não significa que eu não faria o mesmo por outras pessoas, porque, apesar de meus sentimentos, acredito nos valores que estou defendendo. Não acho absurdo que, ao invés de ser condenada à fogueira, Selwyna pague por seus crimes agindo em prol das comunidades que prejudicou e do bem. E também acredito nisso caso Gronark, Skarr ou mesmo o Rei Dragão quisessem se redimir. É algo que, ao invés de mais dor e morte, pode criar algum bem no meio de tanta desgraça. Claro que seria mais difícil defendê-los, mas pelo menos me esforçaria para ser coerente com meus princípios, caso isso viesse a acontecer, e se percebesse que meus sentimentos de raiva estavam nublando minha visão, me absteria de julgá-los. Caso Selwyna fosse condenada a fogueira, aí sim eu realmente admito que deixaria que meus sentimentos predominassem e iria ajudá-la a escapar, porque ela é minha amiga, e a lealdade entre companheiros é uma das coisas que mais prezo no mundo. E assumiria quaisquer consequências por isso, pois sendo uma mulher adulta e estando em perfeito estado de consciência, meus atos são de minha responsabilidade. Senhor Isawa, meu maior objetivo não seria ferir ninguém, mais sim ajudar Selwyna, porque realmente acredito que ela não deva morrer. Talvez tenha sido precipitada, mas não vejo outra solução caso ela seja condenada, pois não gostaria de assistir a isso passivamente. Mas suas palavras são muito sábias e agradeço por vosso conselho, porque tenho consciência de que o derramamento de sangue nunca deve ser a principal solução, e sim a última quando for totalmente inevitável.

    Por fim, posso dizer que Lenora disse de maneira muito melhor tudo aquilo que eu poderia dizer.

    Abstenho-me de comentar algo sobre o depoimento de Adolf Hirveng.

    (Nubling, eu não respondi no meu cancioneiro porque sinceramente não conhecia a doutrina de Zarus... se quiserem explicar um pouquinho para contextualizar, seria bacana, embora já tenhamos tido uma amostra com o Sr. Adolf...)

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  31. E gostaria de ter o coração tão bondoso e compassivo quanto o de Slobodan...

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  32. Hahahaha!!!! Não, Selwyna não pode queimar!!! Ela deve ficar aqui, e pagar por todo o seu karma bem viva!! Sofrer o preconceito, olhar nos rostos dos familiares daqueles que matou!! Como a criatura que é, viverá para sempre assombrada pela culpa e pelo remorso!!! Isso sim é punição para esta bruxa, que deveria estar do nosso lado, mas que é covarde e se esconde atrás do "bem"!!

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  33. Eu não creio ser Selwyna uma covarde, cara Mística Louca. Certamente muita coragem lhe foi requerida para que abandonasse seu caminho de perdição e trilhasse a senda do bem. Oh, que tu pudesse fazer o mesmo!

    E sobre o que disseste, a respeito de Selwyna ter de encarar os familiares daqueles que matou, eu adoraria ser o primeiro a ficar face a face com ela. Eu lhe diria com um sorriso em meus lábios e com o coração leve: "Eu te perdoo. Levanta a cabeça e segue teu caminho fazendo o melhor que puderes para consertar teus erros."

    Que os homens aqui reunidos ouçam a voz de Slobodan. Esta mulher, se permanecer viva, ainda será responsável por lhes trazer grande alegria, até mesmo àqueles que a consideram impura. Do contrário, Pelor me faz ver que um futuro terrível aguarda à espreita, um futuro em que os homens lamentarão estar vivos.

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  34. Imperador Vernard Vardalon, Campeão de Hextor18 de agosto de 2010 00:42

    Lamentavelmente devo concordar com Salan Hoka e o inquisidor.
    Minha neta quebrou as Leis e deve ser punida pelo que fez, mas não pela raça a qual pertence.
    Ninguém está acima da lei seja escravo ou imperador. Todos do Conselho devem tomar partido desse julgamento. Porque é a ÚNICA chance dela ter um julgamento correto sem medo de represálias depois.
    Muito me alegra saber que os amigos de minha neta estão a protegendo arduamente.
    E Adolf, uma vez eu já estripei a igreja do seu deus imundo no império uma vez, e posso fazer isso de novo.
    ( Galera, vocês não percebem que a única forma de calar os clérigos de Hextor, Zarus e St. Cuthbert é através do conselho. Se for só julgado pelos clérigos de Heironeous, vocês acham que os seguidores deles irão deixar passar ? Claro que não, porque eles não dão a mínima pro Heironeous, mas no conselho se ela for considerada redimida eles são obrigados a calar a boca por que participaram, entendem ? E podemos simular muito bem o conselho. Porque já temos representantes dos servos dessas divindades.)

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  35. A pedido da Astreya vou postar sobre a divindade Zarus. Pesso desculpas por meio que atrapalhar o julgamento.
    ZARUS
    Greater God (Lawful Evil)
    Long ago, according to legend, Zarus was the fi rst man,
    created by the world itself. No deity had a hand in his
    creation, because no deity could have conceived such a
    perfect creature. Members of the other races trembled to
    see him, for they knew that he was their superior in every
    way. His grace surpassed that of the elves, his sturdiness
    astounded the dwarves, his crafts were the awe of gnomes
    and halfl ings everywhere.
    As long as Zarus was alone, the other races allowed
    him to live, secure in the knowledge that he could not
    reproduce. But Zarus was not content. He spoke with
    the world and begged for a mate—and it created his
    wife, Astra. She was as perfect a woman as Zarus was a
    man, and the other races trembled yet again, fearing that
    this perfect couple would spawn a new race that would
    overshadow them all. To prevent this, the leaders of each
    race gathered in secret and plotted Zarus’s demise. They
    brewed a poison and mixed it in fine wine, which they
    gave to him as a wedding present.
    Zarus knew that the others plotted his
    death, but he could not honorably refuse
    the gift. He toasted their health, and drank.
    The poison worked swiftly, but as Zarus felt his
    life departing the world took pity upon him and
    elevated him to godhood. Now Zarus looked down
    upon the world, and he wiped away the tears of his
    wife Astra. “Do not weep for me, beloved,” he
    consoled her, “for I am now a god,
    and set to watch over our people. You
    will bear me children—they already
    lie in your womb—and these will be
    the start of our race. All the other races
    will quake in fear, knowing that they
    cannot match us.”
    This is the story told in the Book
    of Zarus, the holy scripture of his
    church. Zarus is called “the true
    human god” and is considered the
    only god who places humans before
    all others. He cares nothing for the
    other races, only for humanity, and
    encourages his followers to prove
    themselves better than any nonhuman.
    Unfortunately, he also fosters the belief that
    humans deserve to rule the world, treating other
    races as servants. His priests teach that other races
    are inferior, in need of human guidance—and
    human masters.
    The clerics of Zarus encourage conquest and slavery.
    The worst sin a human can commit, according to the
    Church of Zarus, is to mate with a nonhuman and produce
    a child. This child is a taint on the race and must be
    removed.

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  36. Zarus appears as an incredibly handsome human male in
    his prime, suffused with a golden glow. Zarus encourages
    his followers and priests to become as perfect as possible,
    and to dominate other races.
    Portfolio: Humanity, domination, perfection.
    Domains: Destiny (see page 163), Evil, Law, Strength,
    War.
    Cleric Training: Zarus’s priests look for attractive,
    healthy youths who show pride in their abilities and arrogance
    toward anyone weaker. They recruit these people by
    offering to make them the best they can be. These acolytes
    are subjected to strict training, honing their physiques,
    and at the same time they are taught that humanity is the
    superior race and deserves to rule the world. These young clerics learn both how to give rousing speeches and how
    to wage war. They begin preaching in villages and towns,
    spreading their message.
    Quests: Zarus sends his followers to destroy enclaves
    of other races, kill their heroes and leaders, and steal their
    artifacts. He encourages human armies to conquer
    non human lands and subjugate their people.
    Prayers: Zarus prefers action to words, and his
    followers pray to him by exercising and by taking part
    in athletic competitions where they can demonstrate
    their superiority. Every morning they perform their
    exercises, vowing to be the best they can
    be and to demonstrate to other races that
    humans are superior in every way.
    Temples: Zarus’s temples are
    handsome structures, not elaborate
    but extemely well made and
    with tasteful decorations. The
    walls are covered with tapestries
    depicting mankind’s
    talents: scenes of
    hunting, farming,
    weaving, and other occupations.
    The altar is always a gold
    statue of a perfect human male,
    a representation of Zarus himself.
    Rites: Zarus’s worshipers pray to
    him before a physical competition,
    before a war, and before entering the territory
    of another race. Ceremonies are short
    and direct, and require physical exertion.
    Herald and Allies: Zarus has no herald—he claims
    he needs none. He sends Medium, Large, and Huge
    elementals in response to planar ally spells.
    Favored Weapon: Greatsword or Longsword

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  37. Oyama Flagelo das Feras18 de agosto de 2010 01:26

    Morkk! não se esqueça que em um mês será o seu combate-teste. já se passaram sete anos que você está treinando comigo, então está na hora de lutar contra feras mais obstinadas.
    Estou com planos de levar a ti e seus companheiros de mesmo grau para as montanha dos gigantes.
    e avaliar como vocês assimilaram as novas técnicas que vos ensinei.

    Portanto pare de se importar com insultos sem valor e passe a treinar com mais afinco, pois sua defesa ainda não está boa e tenha certeza que vai precisar muito dela.

    tenha uma boa noite e não se esqueça que hoje você é um dos escalados para ficar de guarda.

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  38. Realmente tu és uma alma pura nobre Slobodan. Peço humildemente a ti que encontres as vitimas de minha sobrinha Selwyna. Assim elas poderão expressar sua opinião aos olhos dos inquisidores.

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  39. Morkk, eu peço humildemente que me relate a sua historia. Sou um mago com alguns talentos em transmutação, e poderia te ajudar se quiser. Não de ouvidos ao Aramil, pois quando não se trata de magia ele é antipático assim mesmo.

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  40. Obrigada por nos esclarecer a doutrina de Zarus, caro Rafael.

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  41. Sim, mestre Oyama! Estou pronto para o teste!

    Amigo Nubling, não tem nada errado comigo; minha raça (os mogrefolk) é trabalhadora e honrada, apesar de parecermos feios para certos padrões.

    Minha história será em breve contada...

    PS: Morra, Aramil!

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  42. Lorde Vardalon, aprecio e admiro sua honestidade, mas repito que este não é um problema pertinente ao Conselho das Espadas, e que se for decidido nestes Salões que Selwyna deve ser julgada por um tribunal de Heironeous ou pelo sábio Slobodan de Pelor, os clérigos de St. Cuthbert, Hextor e Zaros terão que aceitar isso. E espero que o façam de maneira pacífica.

    Do contrário, teremos uma guerra sem precedentes.

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  43. Adolf Hirveng, Alto Clérigo de Zarus18 de agosto de 2010 14:56

    Ela não será julgada pelo seu clero seu imundo traidor da raça SUPERIOR!
    Ousam a aclamação do povo humano os filhos de Zarus. Nós e quem a julgaremos!!!!! E antes da meia noite irei violá-la pessoalmente, para mostrar o que deve ser feito com mestiços impuros, e essa ruiva despertou minhas fantasias. Ao nascer do Sol irei mostrar a todos uma camisola de seda branca, manchada com o sangue dessa imunda e minha semente pura. Para provar a todos que os Humanos são superiores a qualquer outra raça!
    A mataremos não em uma fogueira, mas sim a flagelaremos com a chibata até a morte.
    GLORIA A ZARUS, O VERDADEIRO DEUS DOS HUMANOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  44. Amigos, acho que chegou a hora de nos unirmos. Parece que isso parou de ser um julgamento e passou a ser um desfile de ideologias tortas e ameaças torpes. Muitos disseram que ninguém está acima da lei, e talvez Selwyna seja julgada pelo tribunal da Ordem das Espadas, embora também não concorde com isso, como Richard e Aldharon. No entanto, se a "lei" de vós apoiar ações como a do porco acima, vejo que vosso conceito de ordem e justiça está muito longe daquilo que considero remotamente benéfico.

    Por favor, peço que nenhum de vós, seja qual for o credo e as ideias que vos guiam, permita que o cumprimento de vossa tão valorizada lei possa apoiar ações como a desta criatura nojenta que falou acima. Acham mesmo que isso está dentro do que chamam de um julgamento justo e uma punição favorável?

    É esse tipo de gente que julgará e condenará Selwyna? É essa ordem descabida que pesará em sua sentença?

    Vejo que talvez eu não tenha sido tão precipitada assim em oferecer minha espada para ajudá-la.

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  45. Rhorvals Alhanadel, o Ciclone de Aço18 de agosto de 2010 15:54

    Obrigado por suas nobres palavras Astreya, nós devemos nos unir sim, mas para tirar minha filha das mãos desses humanos racistas que apareceram. E devemos fazer isso AGORA! Minha mulher não agüentará tal dor.
    Adolf Hirveng, você está morto! VOCÊ ESTÁ MORTO!
    Aldharon, tu deves parar de se esconder atrás de sua maldita ordem e fazer algo pela minha filha, que tu juraste proteger maldito!
    Vardalon, não me importo se você é meu pai, que me salvaste e que tens seus juramentos sagrados a seguir. Se minha filha for morta, eu irei te caçar até o fim de sua vida.

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  46. Imperador Vernard Vardalon, Campeão de Hextor18 de agosto de 2010 19:01

    A igreja de Zarus é completamente racista e sádica, e agora vocês sabem o porquê deu ter exterminado esse clero das terras imperiais!

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  47. Véi, é MUITA raça de comentário. XD

    A votação tá apertada e estamos ganhando por uma pequena margem! Defensores da misericórdia, ergam-se! XD

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