segunda-feira, 5 de julho de 2010

Contos de Asgard 15: O Soldado (parte II)

Saudações, nobres irmãos.
Após as Guerras de Asgard, os Contos de Asgard retornam aos Salões de pai.

Boa leitura, e que os deuses da guerra estejam convosco.

Por Dragões do Sol Negro

Então ele avistou um anjo de cabelos claros e olhos negros, na flor da sua beleza, tudo teve sentido, o caminho que seguira até aqui teve sentido, agora ele seria feliz e foi.
Casou-se com ela, sua bela dama, voltou a morar com seus pais, mas a casa estava fazia, mamãe morrerá logo no inicio das guerras de febre, papai se tornará um bêbado e perdeu grande parte das terras para as cartas e falecera há alguns anos atrás bêbado e com frio em um beco qualquer.Assim lhe contaram.

Penhorou suas armas suas medalhas e animais e reconquistou suas terras, comprando-as de volta e nelas trabalhou de sol a sol, foi assim nos primeiros dois anos a fazendo prosperou e seu coração também.
Agora vivia, alimentando os porcos e galinhas, e vendo a suas terras produzirem, aos domingos ai com a esposa até o templo agradecer pelas honras dadas pelos deuses a sua morada.

Então o estandarte do dragão apareceu vermelho no céu azul, desejaram sua esposa, ele percebeu e decidiu ir embora junto com ela.
-Ei velho, espere! Ouviu atrás de si, parou ainda curvado, pois não se deve olhar nos olhos de nobre, apenas em combate os homens são iguais e ele sabia disso.
-Sim, senhor. Disse ainda sem olhar nos olhos do Lord.
-Venha até aqui, compro-lhe a esposa. Ele sabia o que isso significava, então olhou em volta.
Um nobre pomposo e mais 3 quadras a sua frente, 2 na lateral saindo do templo, poderia derrotá-los em outros tempos, voltou alguns anos e o combate desenrolou em sua cabeça.

Levantaria os braços como se rendendo, soldados inexperientes e pesados devido a armadura, seriam seu alvo primário, enfiaria sua perna no meio da perna dele e o empurraria ficando com sua arma, daquele que o toca-se primeiro, então começaria golpeando de novo entre os olhos por dentro da viseira.
Pela idade dos soldados, não viram muitas ou nenhuma guerra, e assim já teria sua vantagem pois o berro que o morto soltaria já lhe daria a vantagem da surpresa e assim um a um ele os mataria, sobrando apenas o pomposo rapaz que com certeza não saberia manejar uma espada e morreria como um porco berrando.
-Ei estou falando com você! Saiu do pensamento.
-Err... desculpe-me senhor mas ela não está a venda. Havia se condenado quando um nobre deseja algo ele pensa que o mundo deseja a mesma coisa e que lhe deve o favor de lhe dar essa coisa.
-Como não? Disse rispidamente um dos soldados.
-Acalme-se. Completou o nobre, -Como não esta a venda? Não lhe disse nem quanto pago por ela. E velho como está não deveria ter uma tão bela esposa.
cerrou os dentes iria matar a todos e começaria agora. Sentiu uma mão em seus ombros, ela pressentira o que iria acontecer e temendo por sua vida e pela vida do seu amado, acalmou-o:
-Não lute meu amado. Você me prometeu não mais lutar.

Ele apenas acenou com a cabeça e virando-se para o Lord continuou:
-Senhor, lutei durante vários anos sobre o brasão de vossa família para vosso primo, enquanto ele ainda vivia. Desposei ela com a benção dos deuses, não acho justo desejar aquilo que é meu. Vós que tens tudo.
Uma gargalhada ecoou pelas escadarias.
-Tudo menos ela!
Ele sabia era agora que eles atacariam, então correu puxando sua amada pelos braços, passou pela praça, pelos vendedores de coisas com suas bancas em meio a praça em seu em causo os cães do rei, comandados pelo Lord.
Não voltariam para a sua fazenda em vez disso fugiriam para terras distantes, esse era o plano em sua cabeça. Ouviu um grito misturado a passos de cavalos.
Fora atropelado fora dos portões da cidade, sentia o sangue quente na boca o gosto ferroso inesquecível e a sede voltou, mas logo em seguida tudo tornou-se escuridão.
Chovia muito, lavando o seu sangue. Levantou de uma vez estava escuro encontrava-se em uma vala próxima aos muros da cidade, desesperou-se sua amada não estava junto. Entendeu então o que aconteceu. Permaneceu desacordado por quanto tempo não sabe e o lord venceu.
Tentou caminhar mas suas pernas doíam muito suas costas doía muito, sua boca estava seca. então berrou.
E o acordo foi feito, mais uma vez a doce morte não o desejava e mais uma vez ele mandaria para ela quando ele pudesse esse era o pacto esse era o juramento.

6 comentários:

  1. Gronark Deus do Sofrimento e Canibalismo5 de julho de 2010 13:02

    SIM, SIM, SIM, histórias de sofrimento, dor, vingança e abuso contra mulheres, sim traga mais disso para mim meu bom Bate-Estacas Nórdico, isso me traz grande alegria, foi quase tão bom quando Edgar degolou a sobrinha do Rei Elfo.
    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

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  2. Oyama Flagelo das Feras5 de julho de 2010 18:05

    Cale essa fossa que tu chamas de boca Gronark,
    ou serás humilhado como um ser vivo é, ao nascer em forma de orc.

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  3. Gronark Deus do Sofrimento e Canibalismo5 de julho de 2010 19:01

    Cale-se Monge, um escravo dos anões que mal deu conta de 50 orcs não pode ameaçar o Deus do Sofrimento, eu que por minha causa Odin sangrou, eu que derrotei a todos vocês, que queimei o Reino Dourado, e que nem o Imperador em pessoa pode me matar, sou INVENCIVEL, SOU O DEUS DO SOFRIMENTO.

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  4. Hahaha, Gronark, tu és engraçado. Tua megalomania já atingiu níveis cômicos.

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  5. Comentando sobre o conto, parabéns nobres companheiros do Dragões do Sol Negro, tenho pena deste pobre soldado...

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  6. Oyama Flagelo das Feras6 de julho de 2010 09:30

    Não esqueças também que é um derrotado, pois mesmo com vasto exército marchando contra Valhalla, você acabou estirado no chão como um saco de esterco.
    posição preferidas dos orcs por sinal.

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