domingo, 23 de maio de 2010

Contos de Asgard 7: Uma nova esperança ou inicio do fim (Parte 2)

Saudações, nobres almas!

Nestes Contos de Asgard trago-vos uma história concebida por um de nossos mais novos Irmãos de Armas, os Dragões do Sol Negro. Para aqueles que desejem conhcer mais sobre a saga mostrada aqui, basta fazer uma visita aos nobres Dragões do Sol Negro

"Em outro lugar, Argull acordou e como de costume leu as tripas do corvo, algo aconteceria, se os presságios eram bons ou ruins ele jamais revelaria.
Chamou seus companheiros os dois que sempre o ajudavam, aquele construído dos seus esforços e o guerreiro de sua terra natal e caminharam.
Talvez o destino tivesse revelado a Argull o que aconteceria, talvez apenas tivesse fazendo o que sempre faz, independente do que façamos ele sempre nos impõe a sua vontade.
E aqueles que conseguem impelir a sua vontade ao destino nós os chamamos de heróis.
Já estou começando a divagar, voltado aos fatos eles acabaram por encontrar Beck, Enrod, Matusalem e seu novo amigo.
Para eles foi fácil se reconhecerem pois um nórdico reconhece outro com facilidade seja por sua expressão corporal ou sua postura.
E Fafnir sempre é reconhecido por aqueles que já viveram em suas terras.
Então após fazerem as respectivas apresentações o coração de Beck acalmou-se com conterrâneos e com a hospitalidade dada por Argull que os levou a um pequeno acampamento ali próximo com 5 ou seis tendas e uma boa caça pra se alimentarem.
Só então seguiram em viajem ao encontro de seus destinos.
Agora eram Anrod, Beck, Matusalem, George e seus animais; sim meu rei ele tinha vários; e com suporte de Argull, do guerreiro do martelo e do gigante sisudo, pois até agora não ouviram uma só palavra da grande criatura, fitar suas olhos que pareciam sem vida embaixo da capa negra que escondia seu corpo, dava calafrios.
Ele parecia conversar apenas com Argull e nele Beck confiava.
A entrada da Morada de Zurriabder.
Os aventureiros seguem entram na floresta fechada, Anrod e George percebem a mudança de vegetação que cobriu toda a construção feita em pedra.
Era um palácio suntuoso mas agora apenas pedras e mato ficam por ali.
Após encontrarem pela estreita passagem junto a duas rochas parece apresentar uma iluminação ainda que parca mas presente.
Existe uma porta de madeira muito velha que o guerreiro do martelo coloca abaixo com um chute.
Após derrubada a porta a iluminação vinda do centro da sala oval, muitos escombros trazem a idéia de alguma coisa se mover sobre eles, mas não é nada de muito sério apenas impressão.
Ao se aproximarem da luz eles constatam se tratar de uma orbe sobre uma mesa esculpida em pedra e com muitas runas mágicas de proteção. Algumas delas diz:
-o que foi separado jamais deverá ser novamente unido.

Matusalém retira a Orbe do seu lugar de repouso e uma explosão de luz e fogo os atinge. Mos´ka ou Fox ou mesmo Serafin teria desarmado a armadilha facilmente, mas não Matusalem

Embaixo da Orbe existe um mecanismo de pressão que assim que for retirada a orbe aciona uma explosão. Quase morrem ao efeito da explosão, mas hoje não era o dia deles e eles sobreviveram.

Do lado direito existe uma porta fechada a séculos, pois contem muita poeira e teias de aranha essa porta está trancada apenas o portado da orb pode abri-la e assim é feito.
Luzes iluminam a partir do altar acendendo as runas uma a uma, então a porta se abre com ranger de roldanas e engrenagens, levantando pó. de dentro das ruinas sopra um bafo quente até que normaliza.
Através de magia as ruínas são terrivelmente escuras apenas a orb irradia luz, a cor da luz é azulada quando Matusalém a segura.
A iluminação da luz não passa de 3 metros.
Argul constata que nenhuma tocha ou qualquer item mágico ou não produz iluminação dentro das portas da ruína, apenas a orb produz iluminação.

Corredor inicial é um corredor de pedra comum meio sujo pelo tempo, com 3 metros de largura por 3 metros de altura.
totalmente escuro. Apenas a luz emitida pela orb ilumina o caminho, a nove metros da entrada existe uma armadilha que aciona quando pisada.
E bem meu príncipe eles acionaram ela.

Após receberem as intempéries da armadilha conseguiram se salvar mas agora estavam presos dentro das ruínas.

Meu príncipe, continuamos outro dia, pois nosso vinho acabou-se e sem vinho nem mesmo vossa magnificência tem paciência pra ouvir o que esta pra se seguir."

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