domingo, 23 de maio de 2010

Contos de Asgard 6: Uma nova esperança ou inicio do fim (Parte 1)

Saudações, nobres almas!

Nestes Contos de Asgard trago-vos uma história concebida por um de nossos mais novos Irmãos de Armas, os Dragões do Sol Negro. Para aqueles que desejem conhcer mais sobre a saga mostrada aqui, basta fazer uma visita aos nobres Dragões do Sol Negro

"Bom dia meu senhor e de tudo aquilo que a vista alcança e além dela. Sei que desejas continuar a história vejo que tem gosto pelo combate mas a história de hoje não será assim tão violenta já lhe adianto.
Como já lhe havia dito anteriormente eles combateram até que resta-se apenas Beck e Matusalem.
Então Matusalem revelou a Beck, os detalhes sobre o pacto e como Anrod foi nobre ao desejar que a maldição da mulher fosse passada a ele. Ele era imortal.
Beck sentiu dor em seu coração havia matado Anrod mas ele não morreria então Beck o condenou mesmo sem querer a permanecer preso dentro de seu túmulo e isso Beck não poderia permitir, então fez o que era correto.
Retirou o corpo de Anrod da tumba e convocou os espíritos do submundo e assim trouxe mais uma vez a alma de Anrod para os eu corpo. Espera, estou esquecendo, antes de fazer isso ele tentou remover os grilhões de Anrod, decepando a mão esquerda.
Em vão, pois o grilhão apareceu em seus pés, tamanho era o poder conferido a este item, nem mesmo a morte deixaria os grilhões abandonarem o corpo de Anrod.
Só então como eu estava dizendo ele invocou os poderes de falar com mortos, e assim pode explicar a Anrod o que ele havia feito.
Assim Anrod despertou de seu sono de morte tendo o seu braço reparado pela magia do deus Fafnir.
Em outro local, George descansava embaixo de uma figueira aguardando os frutos que madureciam, então ouviu um pedido de socorro das arvores.
Dor e terror elas expressavam, pediam socorro. -Não meu príncipe eu não conheço ninguém que pode ouvir essas criaturas, sei de histórias que a deusa das florestas agracia seus seguidores com esse dom. Mas não confirmo nem nego.
O fato é que ele não poderia negar um chamado da mãe terra e assim, foi ao encontro das árvores.
Seus olhos se encheram de lagrimas ao constatar a devastação e crueldade feita, elas aviam sido trucidadas, retalhadas, picotadas e espalhadas ao léu os seus pedaços.
Então rezou e implorou para que a mãe terra deixasse que as coisas fossem feitas como deveriam e que através dele ela restaurasse aquela destruição.
Então chamou pela floresta que dela viesse em seu auxilio uma criatura escolhida pela floresta, e um lobo apareceu para ajudar a rastrear os malfeitores.
O lobo o levou até Beck, Anrod e Matusalem, ele os espreitou e os seguiu até que Matusalem percebeu que estavam sendo seguido.
Mas ele não os atacou pois um elfo jamais iria permitir o que algo assim acontecesse na floresta. Aproximou-se todos ainda meio desconfiados, se entre olharam uns aos outros. George reconheceu a heráldica que Beck carregava em seu escudo como o símbolo do deus dragão, não sabia que era Fafnir, mas que era do deus dragão isso ele sabia.
Ele então viu a mais terrível ação sendo cometida pelo filho do deus dragão, após conversarem entre eles, Beck decidiu que tentaria retirar o grilhão de Anrod tentou vária vezes sem sucesso, mas então Anrod lembrou que o mago precisava da Jóia para fazer o encantamento.
E assim foi feito Beck segurou a jóia em sua mão e utilizando do poder do dragão libertou Anrod dos Grilhões, ao custo da vida do dragão, o ovo rompeu sua casca cristalizada e murchou como uma ameixa velha e podre.
Beck desesperou, havia matado talvez o último dos descendentes da raça dos dragões, pois sabia que existiam outros dois, mas qual seria a verdade dessas palavras, eles realmente existiam? Ou era mais uma história pra alegrar o seu coração?
Mesmo assim guardou o que sobrara do ovo e chorou..."

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