sexta-feira, 9 de abril de 2010

Glória eterna a nossos nobres bardos!

Salve, bravas almas!

Que hoje as trombetas soem em honra dos inestimáveis bardos!
Sejam os bravos viajantes e hábeis contadores de história, ou as belas donzelas cuja voz melodiosa conduz-nos aos mais grandiosos feitos, os contos e canções destes altivos escaldos inspiram os bravos de diversas eras, seja no mundo dos homens ou no mundo dos Deuses. Trago-vos aqui uma canção criada por um grupo de bardas épicas de Midgard, cuja melodia conta a história de uma nobre donzela que anseia pelo retorno de seu amado, um grande guerreiro.
Se tu és também um grande contador de histórias e se o dom da música pulsa como fogo em teu coração, registra aqui teus contos e tuas aventuras. Tua saga é mais do que bem-vinda nos Salões de Valhalla

The voice (Celtic Woman)

6 comentários:

  1. Nobre Odin, fico mais do que honrada pela homenagem que fizeste aos bardos de todas as eras. Como disseste, o dom da música pulsa em meu coração e este tão belo legado me foi passado por minha mãe, a inestimável barda Leora. Tão linda canção, cantada por bardas que também aprecio muito, faz-me lembrar de meu amado, por quem eu anseio mais do que tudo...

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  2. Ragnar Ragnarson9 de abril de 2010 18:52

    Lord Odin, tenho que dizer, poucas vezes em minha vida fiquei tão emocionado ao ouvir uma canção. Um épico, de uma grandiosidade digna da história do amor entre Aragorn e Arwen, o mais bravo dos reis e a mais bela das donzelas.

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  3. A homenagem é mais do que merecida, e tenho certeza que teu amado também anseia por teu gentil toque, Lady Astreya.

    Tens razão, Lord Ragnarson; esta é uma belíssima canção, que reflete magnificamente a saga de amor e perseverança do maior rei da Terra-Média e de sua rainha, a mais nobre das elfas.

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  4. Essa poesia é de Lorenna a Virtuosa que se encontrou com o grande gladiador cujo nome aqui não poderei revela. Tudo que posso dizer que ele é um escravo e o principal gladiador da arena que luta.
    .
    Conhecido por muitos títulos entre eles como Matador de Minotauros e Flagelos de Homens. Apesar de gozar de grande liberdade ele conservava uma grande melancolia dentro de seu peito.
    .
    Ele aceitou conversa com Lorenna por algumas horas e conta sua historia ate aquele momento. O único porem foi que seu nome nunca fosse revelado. Entre o épico que foi escrito eu destaco apenas a poesia a baixo, que servira de síntese; muito embora na voz da barda fique muita mais graciosa.

    GLADIADOR

    Os gritos histéricos da grande multidão,
    Ansiando por sangue derramado no chão.
    O titila das armas em meio a gritos de dor.
    Faz desperta o ódio do Gladiador.

    Sua arma corta e faz a multidão vibra.
    A sua frente seu adversário a sangra.
    Com a respiração ofegante e descompassada,
    Olha para seu público com a mão cerrada.

    O polegar para baixo, a sentença final.
    A espada desse, uma cabeça rola um corpo cai.
    Sente um ínfimo de inveja, esse não luta mais
    Esta em paz afinal.

    Ovacionado pelo público, o guerreiro sai.
    Com sangue em suas mãos a pinga pelo chão.
    Cabeça abaixa sem olhar a multidão.
    Mais uma vitória sangrenta, mais um dia de vida.

    Em sua fria cela, sozinho sem ninguém.
    Pensa o guerreiro na sorte que tem.
    Habilidades superiores, força descomunal.
    Entretanto daria tudo pelo golpe final.

    Pensa em morre, em se entrega.
    Mais na arena com todos a gritar,
    Só pensa em corta e mutila.
    A sua sina é mata!

    Vence ou perde, mata ou morre.
    Esperando por um dia descansa.
    Quando em fim a morte chegar
    O gladiador triunfara.

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  5. Que belo épico trouxestes aos Salões de Valhalla, nobre Brunhilda.
    Tens a gratidão de Odin por tal feito.

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  6. Meu coração se compadece pela triste sina desse guerreiro, contada nesta bela canção... Obrigada por compartilhá-la conosco, Lady Brunhilda.

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