sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Novo Arquétipo para Guerreiro em D&D 5: Senhor da Guerra (não oficial)

Senhores da Guerra representam grandes líderes guerreiros.
Saudações, senhores da guerra!

Como pudemos ver nos últimos anos, os Guerreiros de D&D 5 receberam um respeitável acervo de especializações e subclasses, sendo que várias delas são realmente interessantes e aplicáveis em campanha. O que vos trago aqui é um arquétipo que ainda não foi explorado, mas que pode funcionar bem tanto como personagem jogador quanto NPC: O Senhor da Guerra.

O Senhor da Guerra representa aquele guerreiro que é, ou será, um grande líder militar, que com uma mistura de coragem, honra, carisma e inteligência, consegue ganhar a lealdade de outros guerreiros valorosos. Na fantasia medieval, bons exemplos deste arquétipos são Boromir, Faramir, Aragorn, Éomer, Anduin Lothar, Uthred Ragnarson e Lan Madragoran. Senhores da Guerra, além de guerreiros extremamente habilidosos, são mestres estrategistas e líderes natos. Suas habilidades de classe são:

Mestre Estrategista (Nível 3): A habilidade do Senhor da Guerra em analisar rapidamente as circunstâncias que envolvem um combate ou situação adversa permitem que ele e seus aliados ajam com maior rapidez. Tanto o Senhor da Guerra quando seus aliados a até 9 metros que puderem vê-lo e ouvi-lo usam o modificador de Inteligência do Senhor da Guerra em todos os seus testes de Iniciativa. Além disso, Ataques de Oportunidade feitos contra o Senhor da Guerra ou seus aliados que estejam a até 9 metros são sempre feitos com Desvantagem.

Voz de Comando (Nível 7): A própria presença do Senhor da guerra no campo de batalha é capaz de inspirar seus aliados e intimidar inimigos. Usando uma ação bônus, o Senhor da Guerra pode ou fazer com que todos os seus aliados que estejam a até 9 metros utilizem o modificador de Carisma em seus testes de Resistência ou com que todos os inimigos que estejam a até 9 metros dele façam um teste de Carisma (dificuldade 8+ bônus de proficiência+modificador de Carisma). Aqueles que não passarem recebem Desvantagem em todos os seus ataques contra o Senhor da guerra e seus aliados até o final da próxima rodada. Um inimigo que seja bem sucedido no teste fica imune a esta habilidade durante um dia inteiro. O Senhor da Guerra pode utilizar esta habilidade três vezes por descanso curto.

Resolução do Aço (Nível 10): O Senhor da Guerra se torna imune a efeitos de Medo e concede Vantagem a todos os seus aliados em um raio de 9 metros sempre que estes precisarem resistir a estes efeitos.

Táticas Avançadas (Nível 15): Usando uma Reação, o Senhor da Guerra pode desferir um ataque adicional contra um inimigo que o tenha atacado e errado naquela rodada. Esta habilidade pode ser usada três vezes por descanso curto. Todos os aliados do Senhor da Guerra que estejam lutando a até 9 metros dele podem usar a mesma habilidade. 

Comandante Supremo (Nível 18): O alcance das habilidades do Senhor da Guerra é triplicado, passando de 9 metros para 27 metros, e as habilidades que anteriormente podiam ser usadas três vezes por descanso curto agora podem ser usadas quatro vezes.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Game of Thrones 7ª temporada: O Inverno finalmente chegou

Saudações, filhos do Fogo e Gelo!

Como todos os guerreiros destes Salões, sou grande admirador de obras de fantasia medieval e de ambientações dentro deste gênero. Apesar de minha predileção absoluta pelo tom e moral das sagas que seguem o caminho do grande mestre Tolkien, sempre tive curiosidade em relação à saga de Game of Thrones.

Esta curiosidade não se deve à violência exagerada, exposição sensacionalista de cenas de sexo ou à moral deturpada que são amplamente celebradas na série produzida pela HBO. A curiosidade se deve apesar disso tudo, principalmente por causa da ambientação muito interessante que é descrita nos livros que, apesar de serem muito mais brutais que obras clássicas de fantasia medieval, não são nem de longe tão apelativos quanto a série.

De qualquer modo, por conta dos problemas acima mencionados, parei de assistir à série logo após o final da primeira temporada, e passei a ter contato com a obra apenas por meio dos livros e “guias de ambientação”. Contudo, ao final da sétima temporada, meus corvos me trouxeram notícias sobre uma profunda mudança de tom na série, mudança que agradou muitos e enfureceu outros tantos.

As principais mudanças que me informaram foram que a série agora havia extirpado todas as cenas sensacionalistas de violência desmedida, sexo e estupros. Além disso, por conta da própria estrutura da história, começava a rumar mais para o lado da fantasia épica do que de intrigas palacianas. Mudanças que, para meu gosto, são extremamente bem vindas. Em contrapartida, como os desenvolvedores da mesma pretendem “dar tempo” para George Martin terminar a saga, a temporada foi muito curta, e alguns elementos, como o deslocamento dos personagens pelo mundo, trabalhados de forma muito apressada.

A grande crítica que ouvi sobre esta nova abordagem foi a mudança de “tom”; a série estava substancialmente mais leve e direcionada para fantasia medieval, e algumas pessoas disseram que isso havia descaracterizado a história. Isto, contudo, não é verdade. Quem leu os livros, mesmo que apenas os primeiros, pode perceber desde o início a intenção do autor em conduzir a história para um desfecho épico, no qual todas as diferenças e intrigas que preencheram todo o enredo precisassem ser deixadas de lado para que se enfrentasse um inimigo comum e muito mais poderoso.

Sim, é o clássico embate entre bem e mal, mas é bastante perceptível que os ventos da história rumariam para este lado. E por isso, não há descaracterização da história ao se voltar mais para a fantasia épica. E em minha humilde opinião, a dificuldade severa que George Martin está tendo para concluir a obra vem precisamente do fato de que diante o desfecho que ele tinha em mente, é absurdamente difícil evitar que todos os planos, intrigas e traições que permearam a saga toda sejam completamente irrelevantes diante do mal maior que todos precisarão enfrentar.

De qualquer modo, movido mais por curiosidade do que por qualquer outra coisa, assisti à 7ª temporada da série e gostei muito. As mudanças de tom na trama não fizeram com que se perdesse a inteligência e astúcia característica dos livros, muito pelo contrário; como agora não se despende tempo com estupros, torturas e etc, a história fica mais focada nisso. 

É possível ver também a força de caráter de diversos personagens e o preço que pagam por agir de forma honrada de modo muito mais interessante do que antes. A honra não é vista mais como tolice, e sim como algo de valor que apesar de dificultar muito/encerrar a vida de alguém, é algo digno de respeito. As poucas batalhas foram bem feitas (os dragões, estão simplesmente magníficos) e a brutalidade vazia e abuso de mulheres foram felizmente cortados. O único ponto negativo é realmente o curto espaço de tempo no qual a história foi contada. Mas ainda assim, foi uma ótima temporada, focada muito mais em uma boa história do que em sensacionalismo sujo.


sábado, 9 de setembro de 2017

Personagens pré-gerados para D&D 5

Saudações, nobres aventureiros!

Meus corvos Munin e Rugin encontraram algo que pode ser bastante útil para mestres que desejam gastar mais tempo escrevendo suas histórias e menos pensando em estatísticas de jogo.

Em sua página de planilhas de jogo, a Wizards of the Coast disponibilizou uma série de personagens pré-gerados de diversas classes e raças, trazendo aventureiros do nível 1-10.

Estes personagens podem ser usados inclusive pelos próprios jogadores, o que, apesar de não recomendado para campanhas, é viável para aventuras "one-shot". De qualquer modo, elas são muito uteis quando se precisa de NPCs com estatísticas de jogo e não se tem tempo para preparar as mesmas.

Aos interessados em conhecer mais, basta entrar neste PORTAL.

domingo, 6 de agosto de 2017

Canções de Batalha:Profecy of Ragnarök


Saudações, bravos guerreiros!

Trago-vos aqui uma poderosa canção de batalha que narra a última grande batalha que há de encerar este ciclo de existência nos Nove Mundos, com o choque titânico entre as forças da Vida e da Morte.

Convosco, Profecy of Ragnarök, da jovem, porém promissora, banda de metal sueca Brothers of Metal.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Palavras de Honra e Sabedoria

" Fortaleça e lapide o Espírito do Guerreiro.  Enquanto estiver servindo ao mundo, ilumine o caminho, conforme sua própria luz interior.

O brilho penetrante da espada empunhada pelos seguidores do Caminho atinge a escuridão escondida em nossas almas e corpos, não deixando qualquer abertura para o mal e a fraqueza existirem."

- Passagem de A Arte da Paz. 

sábado, 1 de julho de 2017

Os Sacerdotes de Rathma retornam ao mundo de Santuário

Diferente dos necromantes convencionais, os Sacerdotes de Rathma usam
seu poder e conhecimento para preservar o equilíbrio entre Ordem e Caos.
Saudações, mestres das forças ocultas!

Como informado meses atrás, o universo de Diablo contaria novamente com a presença de um dos mais misteriosos defensores do mundo de Santuário na luta contra as forças do Inferno.

A expansão Rise do the Necromancer traz a Diablo 3 os Sacerdotes de Rathma, melhor conhecidos em Santuário como os Necromantes.

Seguindo uma tendência atual de priorizar elementos de "lore" (história) e interpretação, a Blizzard preparou um interessante material exlicando não apenas como funcionam as habilidades da nova classe, mas um pouco sobre sua história, motivações e interesses. Mesmo em um jogo no estilo de Diablo, que não depende de elementos interpretativos, este tipo de conhecimento e atenção por parte da empresa são muito bem vindos. Especialmente no caso destes personagens, que podem fácil, porém erroneamente, confundidos por vilões.

Para saber mais sobre a classe, basta entrar neste PORTAL. Abaixo, podeis conferir o novo vídeo comemorativo do lançamento.

domingo, 25 de junho de 2017

The Last Kingdom: Segunda Temporada

O guerreiro Uhtred, protagonista da série
Saudações, bravos guerreiros!

Ciclos atrás, discutimos um pouco nestes Salões sobre a série chamada The Last Kingdom, uma adaptação muito bem produzida do início das Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell. A série, baseada em fatos históricos reais, é ambientada no final do século IX, quando praticamente todos os reinos da atual Inglaterra caíram nas mãos dos Vikings. Misturando fatos e batalhas reais com tramas e personagens fictícios bem construídos (uma marca muito forte dos trabalhos de Cornwell), a série descreve um mundo brutal e impiedoso, mas no qual se pode encontrar valor, honra e coragem.

A primeira temporada desta série foi aclamada tanto pelos fãs das Crônicas Saxônicas quanto pela crítica e por pessoas que não conheciam a história original, e agora, estamos diante da continuação desta história épica na tão aguardada segunda temporada. Diferente de séries como Vikings ou Game of Thrones, que apesar dos inegáveis méritos são comprometidas frequentemente por sensacionalismo barato para aumentar índices de audiência, The Last Kingdom, até por ser uma produção menos pretensiosa, tem com marca uma maior preocupação com a história a ser contada. Por esta razão, recomendo que todos os aventureiros aqui que não conferiram a primeira temporada da série o façam. Realmente vale à pena.

domingo, 18 de junho de 2017

Palavras de Honra e Sabedoria

O verdadeiro guerreiro é sempre honesto ao lidar com qualquer situação. Ele acredita em justiça, não vinda de outros, mas sempre vinda de si próprio. Para o verdadeiro guerreiro, não existem tons cinzentos quando se refere à justiça e honestidade; existe o certo e o errado”.


- Baseado em uma passagem do Bushido.

sábado, 10 de junho de 2017

Wonder Woman

Este poster é um exemplo da bela arte do filme.
"Não importa se eles (os humanos) merecem ou não nossa ajuda. O que importa é fazermos aquilo que acreditamos,"

Saudações, nobres guerreiros e guerreiras!

Após uma ausência forçada pelo trabalho em Midgard, retorno a estes Salões para fazer um breve comentário sobre um filme que assisti junto de minha esposa na última sexta feira. E com sempre, isto não se trata de uma resenha ou análise profunda; apenas minha opinião como alguém que cresceu lendo as histórias destes célebres heróis.

Há dois anos, quando soube da produção do filme Mulher Maravilha, preocupei-me porque sabia que, dadas as tendências do cinema norte-americano, havia chances homéricas do resultado ser desastroso. Primeiro, porque o enredo ficaria raso se o filme optasse por se focar na sensualização da protagonista. Segundo, porque a essência da personagem e da história seriam completamente descaracterizados se o filme  decidisse se centrar em propaganda feminista.

Felizmente, nenhuma destas duas coisas aconteceu. O filme, mesmo alterando a história da personagem em pontos cruciais, manteve-se fiel à essência da personagem, especialmente em seus primeiros contatos com o "mundo dos homens". A princesa Diana de Themyscira é retratada como uma jovem de espírito e coração verdadeiramente puro e nobre, alguém que, precisamente por conta de sua pureza e desejo de ajudar as pessoas, consegue se manter forte e íntegra mesmo diante das maiores atrocidades, sendo assim, um símbolo de justiça e, principalmente, esperança. De certa forma, o espírito que não pôde ser visto muito claramente em Superman: The Man of Steel, pode ser sentido de maneira muito forte aqui.

Apesar do clima excelente do filme ser mérito de todos os roteiristas, escritores, atores e profissionais envolvidos, creio que muito disso ocorreu graças à atuação excelente de Gal Gadot. Como muitos sabem, a atriz tem grande admiração pelos ideais que a personagem representa, e talvez até por isso, foi capaz de passar de forma tão convincente a força, integridade e pureza da personagem.

Como fã de boas histórias e de quadrinhos, recomendo fortemente este filme. Ele passa com perfeição uma mensagem de coragem, altruísmo e esperança que é desesperadoramente necessária nos dias atuais, mostrando que, independente do que esteja acontecendo com o mundo, ou o quanto tudo pareça perdido, o importante é lutar pelo que se acredita, e não se deixar corromper.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Talentos Raciais para D&D 5 (Oficial)

Saudações, nobres aventureiros!

Como já conversamos anteriormente, a série Unearthed Arcana tem buscado preencher lacunas e realizar melhorias em diversas áreas de D&D 5a edição, com a premissa de oferecer material alternativo e interessante sempre gratuitamente.

Conforme pesquisa realizada ano passado, a Wizard detectou que, na visão dos jogadores, o que mais "faltava" no jogo era um maior acervo de talentos (feats). Apesar de preferir o jogo sem estas habilidades especiais, admito que os desenvolvedores trabalharam bem esta questão no novo sistema, de modo que os talentos agora não são meros "esteroides" como em D&D 3, mas sim formas de personalizar um pouco mais os personagens jogadores. Assim, voltada para esta demanda, a Wizards lançou recentemente Unearthed Arcana Racial Feats, um compêndio muito interessante de talentos raciais simples e funcionais.

Para conferir, basta entrar neste PORTAL.